terça-feira, 22 de maio de 2012

Microsoft lança novo site de rede social, So.cl (é para se ler "social"), focado no universo acadêmico e no qual se poderá fazer vídeo-conferências e compartilhar pesquisas. O público-alvo são alunos e professores.

Será que vinga?

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Quer o novo CD do Dorsal Atlântica? Então, colabore para ver...

Este é um momento histórico para o metal nacional: a banda Dorsal Atlântica, após 22 anos de separação, retorna com uma proposta interessante. O grupo pretende gravar um novo álbum, e o financiamento da gravação contará com o apoio do público, através do crowdfunding. Carlos Lopes, guitarrista/vocalista; Hardcore, baterista; e Cláudio Lopes, baixista, a formação clássica que gravou o álbum "Antes do fim" (1986),  contam com a ajuda dos headbangers para que o formato saia literalmente do papel. De acordo com a doação realizada [de R$40 a R$1.000], o colaborador receberá vários "prêmios", como o nome no encarte do álbum; canetas; camisas; exemplares do livro Guerrilha; conversa com o Carlos Lopes via skype etc. A banda espera que, até o dia 10 de junho, a quantia de R$40,000 seja adquirida para que possa entrar no estúdio. Neste caso, a máxima "pagar para ver" é válida, visto que se o crowdfunding  não for bem sucedido [o que espero que não aconteça], o público ficará com o álbum apenas na imaginação...
"Este novo disco é uma homenagem aos fãs que tanto pedem a volta da banda. Agora essa responsabilidade está nas mãos dos mesmos fãs, que passam a ser os acionistas e os avalistas desse retorno. Sem intermediários", alertou Carlos. 




DADOS DA CAMPANHA "EU QUERO O NOVO DISCO DO DORSAL ATLÂNTICA": 


APOIADOR receberá em primeira mão o novo CD da DORSALATLÂNTICA, em formato digipack, gravado pela formação original, separada há 22 anos. Doze novas composições serão registradas. 10 farão parte de mil cópias do novo CD e 2 faixas são bônus, enviadas por via digital.
Os valores de contribuição cobrem todas as despesas relativas à gravação e prensagem do novo CD da DORSAL ATLÂNTICA. O APOIADOR tem o seu nome impresso no encarte do CD, e dependendo do valor do apoio, pode faturar brindes que não serão vendidos depois da campanha, como a reedição da biografia GUERRILHA!, revisada, com capa dura e papel couchê.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Os personagens do Jogo Final fantasy XIII-2 modelaram para a coleção masculina primavera/verão 2012 da Prada na revista de moda masculina “Arena Homme +”



Os personagens do Jogo Final fantasy XIII-2 modelaram para a coleção masculina primavera/verão 2012 da Prada na revista britânica  de moda masculina “Arena Homme +”. Hope, Noel, Snow, Sazh, até mesmo a Lightning aparecerão usando as roupas da grife na próxima edição da revista, que sai dia 12 de abril.
Não é de hoje que os games vêm influenciando a moda, especialmente dos jovens, em todo mundo, mas daí a seus personagens virarem modelo oficiais de uma das marcas mais famosas do mundo é outra história.

Veja mais em: http://nerdice.com/japao/ffxiii-2-personagens-posam-para-prada-em-revista-de-moda/

sexta-feira, 30 de março de 2012

Fã filipino do Journey vira vocalista oficial da banda via You Tube

O documentário "Don't Stop Believin': Everyman's Journey" estreará dia 3 de maio durante o San Francisco Film Festival. O filme, dirigido por Ramona S. Diaz (responsável pelo premiado Imelda (2003), sobre a ex-primeira dama das Filipinas), conta a incrível história de Arnel Pineda, um fã filipino do grupo que postou alguns vídeos no You Tube cantando clássicos da banda e foi escolhido para ser o novo vocalista do Journey.
Pineda foi anunciado como novo vocalista do Journey em 5 de dezembro de 2007, e fez a sua estreia oficial em 21 de fevereiro de 2008, durante o Viña del Mar International Song Festival, no Chile. O cantor já gravou dois discos de estúdio com a banda, "Revelation" (2008) e "Eclipse" (2011), além do DVD ao vivo "Live in Manila" (2009), gravado em sua terra natal.



fonte: http://whiplash.net/materias/news_841/151373-journey.html?utm_source=feedburner&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2FiSMr+%28WHIPLASH.NET+-+Rock+e+Heavy+Metal%29

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Diálogo entre blogs: crescendo e envelhecendo em uma subcultura

Acabei de ler um post super interessante da Adriana Amaral em seu blog no qual ela traz à tona, com base no projeto de pesquisa do sociólogo Paul Hodkinson, questões relacionadas a como os sujeitos envelhecem dentro de determinadas subculturas, como a gótica, sempre muito atreladas à faixa etária da juventude.
Fora a brincadeirinha do cartoon, o post me remeteu à crítica que David Hesmondhalgh, professor da The Open University e autor de The Cultural Industries, faz ao imbricamento quase necessário entre juventude (enquanto faixa etária e não "espírito do tempo") e música popular nos estudos acadêmicos que, segundo ele, ofuscaria um melhor entendimento tanto da música quanto da sociedade. Ele debate sobre isso e sobre os próprios conceitos de "subculturas", "cenas" e "tribos" no ótimo artigo "Subcultures, Scenes or Tribes? -None of the Above" que a querida Ari compartilhou comigo direto do doutorado sanduíche com Will Straw no Canadá (thank you once again, dear ;)). Quem quiser o texto é só pedir que eu mando (se Ari liberar, é claro rsrs).

Ele argumenta que esse entrelaçamento entre música popular e os jovens "foi o resultado de circunstâncias históricas particulares": 1) os estudos do pessoal do CCCS de Birmingham, 2) uma certa generalização na importância da música para os jovens (e esquecimento de que ela importa muito para outras pessoas também) e 3) o próprio ensino de disciplinas ligadas à música popular que tendem a enfatizar esse entrelaçamento e negligenciar o "significado emocional e social" da música não só para jovens, como para todos.

Resumindo:

"The close relationship between the study of youth and that of popular music was the result of particular historical circumstances, and the privileging of youth in studies of music is an obstacle to a developed understanding of music and society" (HESMONDHALGH, 2007, p. 38)

É "food for thought"...


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Path - rede social para os mais chegados?

Em meio a tantas discussões sobre o excesso de visibilidade nos sites de redes sociais, foi criado um aplicativo chamado Path (valeu pela dica, Heitor! ;) ), que tem como principal função o compartilhamento de fotos e vídeos e a troca de mensagens somente entre pessoas que se conhecem e são realmente próximas umas das outras.

O app (que é gratuito, by the way, e pode ser baixado aqui, e serve tanto para celulares que usam o sistema Android quanto para Iphone) permite que cada usuário tenha até o máximo de 50 pessoas em sua lista de conexões, baseando-se na ideia de que é difícil uma pessoa ter mais de 50 amigos "de verdade", ou seja, pessoas com quem é capaz de manter laços fortes, que demandam esforço e disponibilidade.


É uma proposta até interessante, mas será que vai "pegar"? Fora questões de interface e usabilidade, a ideia mesmo da coisa me parece ir radicalmente contra a grande vantagem dos sites de redes sociais, que é a possibilidade de se manter contato com uma ampla rede (ok, não precisam ser 1.000 pessoas, mas segundo este blog aqui a média de contatos dos usuários do Facebook é de 130 pessoas).


E mais, com a possibilidade de se poder escolher para quais membros da sua lista você quer deixar fotos visíveis no Facebook e em quais fotos você quer ser "taggeado" (marcado) ou não e tendo ainda produtos como o Picasa, será que vai "bombar" esse Path? Eu tenho cá minhas dúvidas...

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Mosca na SOPA?

Na semana passada muitos acompanharam a problemática tentativa do governo americano votar a SOPA (Stop Online Piracy Act ou Lei de Combate à Pirataria Online em português). Acho que nem vale entrar em mais detalhes sobre essa tramitação (e também da PIPA - Project IP Act, que tem função semelhante) porque foi bastante divulgado na mídia.


Resumindo a história, a votação sobre ambos os atos foi adiada, tendo em vista a pressão que tanto grandes empresas como Google, Wikipedia e Facebook, quanto sujeitos "comuns" fizeram contra tais atos. Como muitos sabem, vários sites nos Estados Unidos e outros países ou ficaram fora do ar ou colocaram mensagens e imagens em protesto e a hashtag #SOPA esteve nos trends do Twitter, obtendo mais de 2 milhões de tweets no mundo todo apenas no dia 18 janeiro (segundo este site aqui), quando houve o "blackout" / "greve" na Internet.


A guerra toda - chamada de World War Web por alguns - se acirrou quando o site Megaupload foi retirado do ar (e continua fora, com um belo aviso do governo federal norte-americano no lugar da home do site dizendo que "vários indivíduos e entidades supostamente envolvidos na operação do Megaupload.com" foram acusados de uma série de crimes federais) e o grupo Anonymous, em retaliação, hackeou vários sites, dentre eles o do FBI.


Claro que foi uma baita vitória ver que a votação dos dois atos foi adiada - ainda mais por pressão pública e de muitas empresas / projetos bacanas - mas ela foi apenas adiada e, enquanto isso, vários sites continuam sendo colocados fora do ar pelo governo americano... E, talvez mais importante ainda, a proposição de leis como essas continuará a ser feita, de modo autoritário, sem debate algum que suscite reflexões mais aprofundadas sobre a questão dos direitos autorais e da reconfiguração das práticas de produção, distribuição e consumo de bens culturais.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Rock com Funk!!!

Por Gustavo Alonso

Interessantíssima fusão do rock com o funk feita pelos rapazes no vídeo abaixo!  E olha a pretensão do funkeiro: "eu fiz com que o rock ficasse interessante!"  Isso também acontece com o sertanejo, axé e pagode, cujas fronteiras cada vez mais se esbarram nos dias de hoje... [Já escrevi sobre isso aqui neste blog; veja um sertanejo atual misturado com pagode: Maria Cecília e Rodolfo e Exaltasamba cantando uma música que parece um axé AQUI].  O vídeo que posto agora demonstra como as classes populares parecem querer cada vez menos valorizar supostas "raízes verdadeiras" da música nacional, e mais dispostas a valorizar as fusões estéticas e o caldeirao cultural!

O rock tem guitarra
Tem baixo e bateria
Mas com o tamborzão do funk
o que reina é a alegria”.
 
Eu fiz com que o rock n’ roll
ficasse interessante

Peguei essa guitarra e misturei junto com o funk