Dando continuidade a proposta (ver post original), apresentamos hoje o texto dos alunos Lucas, Flávia e Juliana. O trabalho analisa e relaciona um dos ícones da MPB – Chico Buarque – com a música eletrônica feita pela novata e talentosa Fernanda Porto. Diálogo criativo e instigante, mostrando as múltiplas possibilidades de entrecruzamentos de estilos e gerações... e que vem demonstrar a vivacidade de nossa música. Vamos ao artigo.
Chico Buarque e Fernanda Porto: A MPB do final dos 60 e a música eletrônica dos anos 2000
Flavia Risi, Juliana Risi, Lucas Waltenberg
Resumo: A aula de Música Popular Brasileira foi espaço para muitas conversas envolvendo as diversas faces musicais do país: o Rock, o Samba, a Bossa Nova, a Música Eletrônica e a própria “MPB”. O que procuramos abordar nesse trabalho de conclusão foi discutir a diferença de gerações na música brasileira fazendo uma ponte entre anos 60 e os anos 2000. Para isso, usamos a regravação de Roda Viva por Fernanda Porto e pelo próprio compositor Chico Buarque para analisarmos alguns pontos, tais como: o embate entre MPB, tida como a música nacional por excelência, e a Música Eletrônica, vista por alguns críticos como qualquer coisa menos música; um possível caminho de renovação da MPB, não mais preso aos moldes dos anos 60; e também comentamos um certo apadrinhamento dessa geração atual por uma geração mais antiga.



