sábado, 25 de junho de 2011

Copyfight

Bem, o evento parece ser - SUPER - interessante...

No dia 2
8 de junho, Pontão da ECO sedia debate que marca o início da construção coletiva de um livro sobre propriedade intelectual e pirataria

Mais do que um debate sobre guerra pelos direitos de cópia, Copyfight nos leva às trincheiras travadas em torno de um dos mais polêmicos monopólios assegurados pelo Estado: a propriedade privada sobre bens imateriais, hoje em xeque com a comunicação eletrônica em rede. A Internet é um dos palcos desta guerrilha informacional, mas não o único. A propriedade intelectual atravessa com violência as ruas das metrópoles nos confrontos corriqueiros entre policiais e ambulantes. E também possui desdobramentos críticos, como o caso das patentes de remédios em países subdesenvolvidos.
Em 2010, dezenas de pesquisadores, governantes, profissionais e ativistas ligados de diferentes maneiras à temática da pirataria e da propriedade intelectual reuniram-se no Pontão da ECO/UFRJ para uma série de debates e oficinas, na primeira edição do evento. Agora, com apoio do coletivo i-Motirõ, o Copyfight retorna como uma publicação aberta, que reunirá textos de referência sobre direito autoral, patentes e bens comuns. O dia 28 de junho marca o início desta construção com um debate e o lançamento do espaço de construção colaborativa deste livro (wiki).
O QUÊ: Debate e chamada de trabalhos para o livro: COPYFIGHT
QUANDO: 28 de junho às 12h
ONDE: Sala Vianninha - Prédio da Escola de Comunicação da UFRJ - Praia Vermelha
DEBATEDORES CONFIRMADOS: Ivana Bentes (ECO-UFRJ); Maria dos Camelôs (MUCA - Movimento Unidos dos Camelôs); Allan Rocha e Pesquisadores do NEDAC (
Núcleo de Estudos e Pesquisa em Direito, Artes e Políticas Culturais); Henrique Antoun (ECO-UFRJ e Núcleo Biolutas do PT); Pedro Mendes (Universidade Nômade e Direito do Comum); Frederico Cardoso (Partido da Cultura); Tati Wells (CrieiTiveComo); MC Leonardo (APAFUNK); e mais..

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Mobsocial: show de BNegão e Autoramas



O Autoramas e BNegão estão agitando as redes sociais. A ideia é fazer com que os fãs se juntem para levar um show exclusivo com as duas bandas para a sua cidade. Através do site Mobsocial, a pessoa compra uma cota antecipada, como se fosse um ingresso, no valor de R$40,00. A cidade que conseguir juntar 250 cotas irá receber a apresentação. Até o momento, a cidade que está no topo da lista é São Paulo.

Após a cidade 'vencedora' ser divulgada, os fãs poderão comprar os ingressos do show. Caso a bilheteria do show arrecade mais de R$ 10 mil, as pessoas que compraram as cotas receberão um reembolso segundo a venda de ingressos. Mas a ação não para por aí. Os participantes - das outras cidades - que compraram os ingressos receberão seu dinheiro de volta. Para quem curte as duas bandas e quer que elas toquem na sua cidade, a venda das cotas só vai até dia 20 de junho. Ninguém sai perdendo, não é?

Fonte: Tenho mais discos que amigos

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Museu do eu - Intel & Facebook

Acho que muitos já devem ter visto a "nova novidade" relacionada ao Facebook: The Museum of Me, criado pela Intel . O que é isso? O Museum of Me é um site/aplicativo que tem como objetivo permitir que qualquer um que tiver uma conta no Facebook "crie e explore um arquivo visual da sua vida social". Ou seja, a ideia é criar, a partir dos dados dos perfis das pessoas - basicamente imagens, textos, links, vídeos e rede de contatos - um museus delas mesmas.



Basta entrar no site e clicar no link que permite a conexão com a sua conta no Facebook. Logo em seguida você começa o tour virtual pelo museu cuja exposição é sobre você mesmo. O "museu" é composto de várias salas e cada um delas tem um tema: fotos, palavras, links, vídeos e contatos / amizades. O aplicativo pega aleatoriamente esses seus dados e joga dentro do "museu", compondo supostamente um modo diferente de você "visualizar" a si mesmo. Isso tendo como pano sonoro de fundo uma musiquinha daquelas sem vocal que tem claramente o objetivo de te deixar emocionada(o). Com a sua própria vida.

Sabe aquela coisa clássica de diante de uma situação de quase morte o sujeito ver toda a sua vida passando na sua frente como se fosse um filme? É basicamente isso. Só que ao invés de filme, você passeia por um museu virtual.

Isso me faz pensar sobre até que ponto pode ir o "show do eu"? Até que ponto o sujeito comum - comum, claro, quer dizer de classe média pra cima e digitalmente bastante integrado - vai continuar sendo construído como o grande sujeito da "Era da Informação" (lembrar da revista Time de 2006-2007 que elegeu "você" como a personalidade do ano) ?



Acho que visibilidade e "empoderamento" (na falta de palavra melhor vai essa mesmo) dos sujeitos são elementos essenciais para que múltiplas narrativas apareçam (e sejam vistas, ouvidas, sentidas, compartilhadas etc.) cada vez mais. Mas com que finalidade? E de que modos? Enfim, fica o resmungo de quem entrou no site da Intel, visitou o museu sobre a sua própria vida e ainda "curtiu" e compartilhou com os amigos no Facebook...

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O Google e o rock

Hoje é o aniversário de nascimento do grande Les Paul - considerado um dos pioneiros inventores da guitarra elétrica. Ele morreu em 2009 e completaria hoje 96 anos.


Para lembrar a data, o Google fez mais um de seus Doodles geniais; dessa vez incentivando o internauta a arriscar umas notas em uma guitarra estilizada na home do seu site de buscas.


Que eu lembre, o Google já fez Doodles nos quais a gente podia jogar, admirar, assistir e contemplar. É a primeira vez que a gente pode TOCAR! Confira o Doodle em homenagem ao Les Paul aqui e toque também, hehe.


Uma homenagem digna de um dos principais personagens da música do século XX.