Outro dia, eu estava vagando pelas lojas de produtos eletrônicos do Rio de Janeiro, interessado em comprar o WII, um console novíssimo, revolucionário, lançado pela Nintendo. No comércio carioca, este produto não sai por menos de R$ 1.800,00 – um absurdo !!! Nos Estados Unidos, o WII é vendido por US$ 250,00 – menos da metade do preço em território nacional. A solução para o meu caso é esperar que alguém vá aos EUA e se disponha a trazer este console, para mim, ou então aguardar a aprovação da Lei que beneficia os jogos eletrônicos. Atualmente, o projeto aguarda aprovação da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), e depois deverá receber um parecer das comissões de Finanças e Tributação e Constituição e Justiça e de Cidadania.
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Deputado elabora projeto de lei para beneficiar os jogos eletrônicos
Outro dia, eu estava vagando pelas lojas de produtos eletrônicos do Rio de Janeiro, interessado em comprar o WII, um console novíssimo, revolucionário, lançado pela Nintendo. No comércio carioca, este produto não sai por menos de R$ 1.800,00 – um absurdo !!! Nos Estados Unidos, o WII é vendido por US$ 250,00 – menos da metade do preço em território nacional. A solução para o meu caso é esperar que alguém vá aos EUA e se disponha a trazer este console, para mim, ou então aguardar a aprovação da Lei que beneficia os jogos eletrônicos. Atualmente, o projeto aguarda aprovação da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), e depois deverá receber um parecer das comissões de Finanças e Tributação e Constituição e Justiça e de Cidadania.
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Como fiquei rico na era digital

Revolução Tech: Ipod
Proximo Domingo - 25/7 - 11:00
Mensagem do dia
(pg 20)
"Aqueles críticos (...) militando, promoviam certos sons e certas idéias sobre como a música deveria ser e para onde ela deveria ir"(pg 14)
In:Beijar o Céu
Para quem não ligou o nome ao autor, é o Simon Reynolds, crítico musical de rock e eletrônica que também escreveu um dos melhores livros sobre a cultura da ME inglesa (Ecstasy Generation)
domingo, 22 de julho de 2007
Mais estudos sobre games
Segundo a autora:
"O trabalho teve por objetivo descrever a rede de interações promovida por um MMORPG (Massively Multiplayer Online Role Playing Game) brasileiro, denominado Erinia, e elicitar os motivos de adesão dos jogadores a esse produto midiático.
O que levou à escolha do jogo em pauta foi, primeiramente, uma entrevista com jogadores de games online, que revelaram ser o RPG um dos preferidos, dada sua característica central de permitir uma intensa participação dos sujeitos, tanto na costumização de personagens, quanto na interação entre eles, via, principalmente, canais de interlocução; em segundo, a análise-piloto de um RPG denominado Never Winter Nigths, e, finalmente, as características do Erinia: o fato de ser produto cem por cento nacional, criado por brasileiros e com personagens extraídos de nosso folclore.
A hipótese norteadora da pesquisa previa que o que motivava a procura por esse jogo era a multiplicidade de interações por ele fomentada, bem como o forte caráter de socialização de que se revestia.
Como referenciais teóricos de base para a reflexão e discussão em torno do conceito de jogo, tensionados ao longo de todo trabalho, foram utilizadas obras consideradas precursoras sobre o tema: Homo Ludens, de Huizinga (2001), e Los juegos y los hombres. La máscara y el vértigo, de Caillois (1986). Além desse, outro conceito central na indicação e posterior análise dos elementos constitutivos da rede de interações do Erinia foi o de interação. Para melhor defini-lo, procedeu-se a uma revisão da literatura sobre os termos interatividade/interação, donde optou-se pela utilização do termo interação. Finalmente, ainda dentro do quadro conceptual nuclear da pesquisa, o conceito de mediação também foi cotejado.
A técnica usada para a aferição dos dados foi a observação participante netnográfica, e o tratamento dos dados deu-se via análise interpretativa.
Os resultados obtidos para o mapeamento da rede de interações do Erinia revelaram um complexo que transcendia o limite do ambiente do jogo propriamente dito; ou seja, havia interações desenvolvidas exclusivamente dentro do jogo, via chats, e outras fomentadas por ele, mas desenvolvidas em outros espaços digitais, como fóruns de discussão e sites criados pelos jogadores; sem falar em trocas de e-mails e conversas em outros canais, como o Messenger. Além disso, as pautas de discussão entre os jogadores recebiam, no mundo virtual do jogo, e mesmo nos outros espaços de interlocução online por eles ocupados, o atravessamento constante de coordenadas do mundo offline, o que contribuiu para que aquele mapeamento se afigurasse como mais intrincado do que o constatado na análise-piloto do outro RPG.
Esses desdobramentos, ao que as respostas fornecidas pelos informantes revelaram, parecem ter sido motivados, fundamentalmente, por duas características centrais: a temática do jogo, baseada no folclore nacional, bem como o uso exclusivo da língua portuguesa nos canais de interlocução do jogo, o que facilitaria a socialização e a formação de amizades. Essas mesmas razões, ainda de acordo com os informantes, é que justificavam sua adesão ao jogo, e não o fato, por si só, de ensejar interações múltiplas, contrariando a hipótese norteadora deste trabalho. Conforme os resultados desta pesquisa, o grande atrativo do Erinia residia em sua característica de proporcionar o acionamento de uma chave cultural comum aos jogadores, que os levava a reconhecerem-se como grupo: um coletivo, cuja socialização se intensificava pela identificação-pátria."
sábado, 21 de julho de 2007
The Presets

Kimberly Isaac Moyes era um jovem, de pequena estatura, porém, de grande coração, que contava com a sorte, tocava num bar gay do centro e comia anchovas enlatadas descartadas no beco atrás de um restaurante italiano local, colocando todas as suas reservas financeiras embaixo do travesseiro com o sonho de, um dia, ter dinheiro suficiente para comprar um Moog.
Julian Hamilton era o novo motorista do estabelecimento já mencionado, robusto e ambicioso, levava o lixo pra fora e suava como porco quando um dia topou com Kim caindo de boca naqueles pequenos peixes oleosos como se nunca tivesse provado algo mais gostoso.
Esses encontros na parte de trás do restaurante Luigi´s Linguini And Pasta Allsorts se tornaram freqüentes e os levaram a marcar um almoço onde Julian não só contrabandearia para Kim uma lata fresca de anchovas, mas também dividiria sua comida digna de chef. Os meninos descobriram a amizade comendo faggotini, tiveram vários almoços prazerosos bolando maneiras de Kim estar sempre a um passo à frente do Serviço de Proteção à Criança, que queria mandar o delinqüente para um orfanato na Mongólia, sonhavam com as maneiras que Julian poderia enganar seu perverso chefe Luigi e debatiam arduamente sobre sua mútua paixão, música.
Foi num desses dias que Kim e Julian se ligaram que seu encontro foi coisa do destino e que um dia eles fariam bonito realizando seu desejo de fazer um “moody, crisp electronic future pop.
Se você já se perguntou o que tocaria nesses momentos onde parece que se está frente a uma encruzilhada, entre céu e inferno... É mais ou menos isso.
Não deixe também de conferir o site e o vídeo de Down Down Down aqui embaixo. Tudo muito legal…
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Videoclipe é arte?
um videoclipe é um produto gerado pelo mercado para criar uma imagem, um conceito, para um artista. (...) Mas não é uma tentativa de ver no videoclipe seu viés artístico. O interessante desses artistas é que eles são de uma geração já criada com o vídeoclipe, então eles não têm vergonha em usá-lo. (...) Apesar de a MTV ter decretado a morte do clipe, o que mudou foi o fato de a TV não ser mais o único formato. A internet, com o YouTube, maximizou as possibilidades de compartilhar uma obra com o público.
Aconselho dar um pulo lá no site. Tem vários vídeos interessantíssimos, direto do YouTube.
fonte: Folha de S. Paulo
Disney lança novo formato de CD
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Ainda sobre SL
quarta-feira, 18 de julho de 2007
meu filho, sou dos dois. A gente tem de se atualizar.
Sábia senhora.
domingo, 15 de julho de 2007
Jornalismo virtual
A cada dia fico mais impressionado com certas notícias do mundo virtual. No início deste mês, o jornal Estado de S. Paulo lançou sua mais nova edição eletrônica – só que desta vez no interior do ambiente de Second Life. O MetaNews é um diário que apresenta algumas características dos jornais do mundo real e outras um tanto curiosas. Por exemplo, a publicação reserva um espaço para dicas de eventos e lugares interessantes para visitar no Second Life. Além de notícias e informações jornalísticas, o MetaNews também traz colunas para anúncios classificados, voltados apenas para produtos do SL - como venda de terrenos, objetos pessoais e ofertas de empregos. O jornal tem custo zero paa os leitores, sua distribuição é gratuita para todos assinantes de Second Life.
Contudo, seu lado inovador disponibiliza um link, após cada matéria, com o endereço para teleporte do usuário. Assim, os avatares podem partir do jornal direto para o local indicado na matéria.
Outro aspecto introduzido pelo MetaNews é a chance de qualquer usuário do Second Life participar da produção do jornal. Certos repóteres do Estadão estão encarregadados de submeter textos, no periódico. Porém qualquer pessoa inscrita no SL pode publicar seu conteúdo, desde matérias até fotos, sugestões de reportagens, divulgação de eventos por e-mail, etc. De acordo com a reportagem publicada pelo próprio Estado de S. Paulo, o MetaNews “é a versão na segunda vida do chamado citizen journalism - ou jornalismo participativo, tendência em jornais do mundo todo - e a aplicação no SL do conceito de Web 2.0”.
Fatos como este me deixam cada vez mais convicto de que fazer jornalismo, hoje, virou um negócio mais amplo e lucrativo. Com a iminente ploriferação de espaços como o MetaNews, uma pessoa com potencial para escrever, e que ainda não encontrou uma porta aberta para trabalhar em algum jornal de grande circulação, vê no formato do novo periódico eletrônico uma oportunidade e tanto para mostrar talento.
quarta-feira, 11 de julho de 2007
A revolução não vai ser televisionada (meermo!!)
Pra que que o sistema todo vai mudar pra digital? Pra vc ler o resumo do capítulo da novela, poder comprar na hora o produto que tá sendo anunciado, ou ver o gol do Brasil de vários ângulos diferentes. Estes foram os exemplos dos caras pra interatividade. Insistindo sempre que "será uma nova forma de ver tv". Uau!!
As perguntas da platéia, muito mais inteligentes, insistiam: "mas, não vai haver diversificação da programação?"; "vai haver mais espaço para produções independentes?"; "a publicidade continua entremeando os blocos?". Perguntas que só deram oportunidade para que os três palestrantes detalhassem mais a ausência de projetos inovadores.
Saímos para almoçar e a pergunta que não calou foi: Mas, vem cá? Estes caras não se miram no exemplo da MTV - perdendo espaço pros You Tubes da vida? Será que por nenhum momento vai cair a ficha que tá acontecendo uma - sei que a expressão é pesada mas vamo lá - "mudança de paradigma?" na forma do público relacionar-se com o conteúdo das mídias.
Que a tv digital já chegou através da Internet, em programas como o Joost e afins?
Será que dá para apostar que daqui a dez anos o Brasil ainda vai estar parado assistindo a novela das oito às nove da noite, toda noite??
Que a geração videogame já cresceu, que as mudanças de hábitos são óbvias? E que a crise que os jornais impressos estão enfrentando no Brasil vai se estender à televisão - a não ser que relamente se invente uma nova forma de ver tv?
Como é sabido, detesto previsões apocalípticas sobre o "fim" de certas mídias e não gosto da idéia de revolução tecnológica (com aqule saborzinho evolutivo e determinista). Mas, ao mesmo tempo, se olhamos para a história das tecnologias de comunicação, já temos estrada para perceber que as reconfigurações fazem parte desta reflexão.
Um exemplo: o rádio não acabou com a chegada da televisão. Mas, a chamada "era do rádio" - ou seja, da hegemonia do rádio como ambiente comunicativo que lançava os talentos musicais, os programas mais assistidos e principalmente, que movimentava as maiores cifras econômicas, tendo a rádio Nacional como a referência - foi desmontada com o advento da tv no Brasil.
Das duas uma: ou os caras estavam escondendo o jogo, lá na palestra. Ou, quando chegar ao final da década de digitalização, já estaremos revendo, saudosos, a Glória Pires e a Negrini nas novelas da Globo, através do You Tube. Tal como nossos avós se lembram da Emilinha e da Marlene nos auditórios da rádio Nacional.
PS - É claro que isto não invalida a iniciativa do IETV.Pelo contrário. O debate é fundamental e o idealizador do projeto, Nelson Hoineff, pioneiro da discussão sobre TV digital no Brasil, merece todos os parabéns.
domingo, 8 de julho de 2007
SecondFest >> Fotos
Meu avatar em frente às catracas, pegando a pulserinha que dá acesso ao festival.
Aqui nessa parte da ilha dá pra ficar relaxando e vendo a exibição de curtas.
Banca de camistas onde consegui gratuitamente a camisa oficial do festival.
Eu dançando numas três tendas onde os Djs ou bandas mandavam ver. E não, isso não é macarena; foi apenas um print screen ingrato.
Esse é o lounge, onde tinha uma galera muito esquisita, mas super empolgada nas coreograficas pré-programadas da tenda.
E por fim, esse é o palco principal, onde aconteceram os principais shows como o do Pet Shop Boys e do Simian Mobile Disco. No caso, quem estava tocando nessa hora era a banda Mamashamone.Estaremos de olho nos próximos festivais legais que rolem dentro do SecondLife.
Tese sobre Games
Trata-se do trabalho "Navegando na rede de interações de um RPG online: um estudo de caso do game Erinia" - de autoria de Claudia Presser Sepé.
Mais uma contribuição às reflexões sobre games MMORPG - que já foi objeto do trabalho de Adolfo.
Depois da defesa eu comento...
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Imagens del Mexico! Que viva la musica popular!



De portas abertas para o Rio
Depois de passar alguns dias em São Paulo, volto para o Rio de Janeiro sedento para divulgar o “17º Artes de Portas Abertas”. Um vez por ano, os artistas que moram no bairro carioca de Santa Teresa abrem as portas das suas casas, convidando o público para entrar e conhecer suas mais novas produções, de perto. Em 2007, o evento ocorreu no final de semana passado, entre os dias 30/06 e 01/07. E para contemplar o público que lotou as ruas de Santa, nesta edição, a organizção resolveu promover um bis e vai repetir a dose nos próximos dias 07 e 08 de julho.
Assim, para quem gosta de cultura popular e perdeu a primeira vez, tem novamente a chance de participar de um evento singular. No “Artes de Portas Abertas”, os músicos, pintores, escultores, poetas, dentre outros artitas que moram no bairro, expoem seus trabalhos no interior de suas residências e ateliês. Além das casas, os visitantes podem participar de exposições, mostras fotográficas, shows, dentre outros eventos nos locais públicos, como o Museu Chácara do Céu e o Museu do Bonde. Trata-se uma oportunidade impar de conhecer e interagir com o artista, pessoalmente!
Estive por lá na semana passada e com certeza voltarei. Sobretudo se repetir o clima que fez no último domingo. Vale a pena pegar o tradicional bondinho para passar o dia em Santa Teresa e conhecer o trabalho dos inúmeros artitas que moram por lá. As atrações do “17º Artes de Portas Abertas” acontecem entre as 10hs e 19 hs, dos próximos dias 07 e 08.
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Nosso ministro é muito moderno...
"A turnê internacional de Gilberto Gil, que começa em
Marrakesh no próximo sábado, será diferente de tudo o que se
viu até hoje. No lugar daquela tradicional voz fúnebre que
avisa "não será permitido fazer imagens, desliguem seus celulares, tititi
blablablá", o show começa com o ministro convidando: "façam
filmes, tirem fotos, publiquem nos seus fotologs, youtubes e blogs". (...)
Em todos os shows haverá um ponto onde o público poderá descarregar as fotos e o filmes que fizeram no Portal
do Gil. Aliás, será inaugurada uma ilha do ministro no Second
Life, onde os avatares poderão comprar suas perucas
rastafáris iguaizinhas à cabeleira do cantor. Quem assina a produção do
conteúdo multimídia da turnê de Gil é a Gruda em Mim que o Boi Não te
Lambe, de Alberto Blanco e Chris Rôças. O escritório dos rapazes fica
na Laje, em Sampa."
terça-feira, 3 de julho de 2007
Arriba, Mexico!

Acompanhadas de figuras bizarras. Exóticas. Adoráveis. Engraçadas. Pedantes.Do mundo inteiro. Até do Brasil.Falando com os mais incríveis acentos e sotaques do esperanto mundial contemporâneo que é a língua inglesa.
Em clima de pan, a imagem que me ocorre é das delegações, concentradas, imersas e às vezes exaustas por cinco dias em torno de uns 240 trabalhos, apresentados em mesas paralelas, das 9 da manhã às sete da noite, sobre os sentidos e a diversidade de práticas culturais que rodeiam a música. E cuja programação noturna era a de conhecer lugares dedicados à música, tais como o underground Circo Volador ou o coquetel de abertura com mariachis. Assim foi a 14 Conferência da IASPM - a Associação Internacional de Pesquisadores de Música - que aconteceu na Cidade do México na semana passada.
Se eu gostei? Of course!!
Da cidade, cuja paisagem sonora - com mariachis na praça e ceguinhos que tocam música pop altissima nos metrôs - é bacana.
E,muuuito, do encontro.Que confirma a importância de nossas pesquisas sobre temas às vezes vistos como "menores" (argh!) Mas, que nos ajudam a entender a vida, a cultura e as paixões ordinárias - no sentido de cotidianas - deste início de século.E a centralidade da música nesta conversa.
Os trabalhos não foram publicados, mas combinei com alguns autores de me enviarem os papers - e a gente divulga os que forem autorizados.
Enquanto isto, faço a minha lista dos dez mais (sem ordem de classificação):
1) Mesh the system: exploring the effects of Sampling Technology in Contemporary Western Popular Song - Meg Evans (Sydney Conservatory of Music)
2) Grand Theft Audio? Popular Music and INtercative Games - Karen Collins (Carleton UNiv)
3) Listening in Shuffle Mode - Marta Garcia Quinones (Univ Barcelona)
4) Fade to black:the catalysis of politics and aesthetics in Egyptian Heavy Metal - Benjamin J Harbert (Univ of California)
5) Fused by paradox:Interpreting Israeli Psychedelic Electronic Dance Music Culture - - Joshua Schmidt (Univ. of Negev)
6) A Catholic Schoolgirl Goes Wild: Gender Representations in one air guitar performance in competition- Helene Laurin (Mc Gill Univ)
7) " You better be listening to my fucking music you bastard". Female Disckjockeys Relations to technology and the transnational electronic dance music Industry - Anna Gavanas (Uppsala Univ)
8) Technic Equipement and gender in the consumption of popular music in the West German 1960s - Detlef Siegfred (Univ of Copenhagen)
9) Punching for recognition: the untold history of the role of the jukebox in Jamaican Popular Music - Dennis Howard (UNiv of the west Indies)
10) Never so brazilian: identity between rock and place in Brasilia - Jesse Samuel Samba Wheeler (Univ of California/UNB)
Agora,é esperar a próxima,que ocorre em Liverpool em 2009; e invadir "de mulão".
PS - a legenda da foto é de uma "jam session" - com participantes da IASPM (o Jesse da galinha preta em primeiro plano,) que aconteceu no Circo Volador de lá.
Mas, as melhores fotos são da máquina do Heitor - aguardemos o post dele!!
domingo, 1 de julho de 2007
Astronautas - Mutantes - Libertados!!!!

Agora, quando retornaram ao Rio, com espetáculos no Circo Voador, resolvi deixar preconceitos de lado e encarar. O que vi e ouvi me deixou impressionado. O show funciona e funciona muito bem. No palco eles são monstros do rock. Cheiro de mofo? Passou longe. Vi, ouvi e senti, sim, muito rock e do bom. Impressiona a alegria, sobretudo de Arnaldo, de tocar. Estavam se divertindo no palco, e isso contagiou os demais músicos e, sobretudo, o público, na grande maioria, jovens enlouquecidos pelo som que ouviam e pela performance que viam. Claro que eles não são mais adolescentes ou jovens como eram, a voz falta de vez em quando, daí o auxílio de outros vocais a dar sustentação.
As músicas são antigas e ao mesmo tempo não o são. Por um lado, elas não envelheceram, estão aí, não com o impacto absolutamente inovador que tiveram a seu tempo, mas continuam vivas e vibrantes; e por outro, novos arranjos, outros instrumentos e músicos que foram incorporados deram a essas músicas uma alma rockeira renovada. Presentificadas, “agorizadas”, elas novamente empolgaram.
O mais impressionante foi o clima de festa e diversão dos velhos “moleques” Arnaldo e Sérgio Dias renovados diante de uma Zélia Duncan que entra no jogo e, decididamente, não faz feio. Zélia, de maneira perspicaz e inteligente, não tenta travestir-se de Rita, nem nos gestos, nem na roupa, nem, tampouco, na interpretação. E com isso ganha o jogo, a platéia e os músicos. Ela não entra para substituir ninguém, até porque seria covardia – e canastrice - tentar repetir Rita. Zélia é Duncan do início ao fim e isso fez a diferença.
No palco, astronautas-rockeiros libertados; na platéia, público embevecido e em sintonia. O ritual do rock se fez presente e que bom, eu estava lá.
Festival de música eletrônica no Second Life
Eu vou correr lá ver se consigo pegar alguma coisa. Depois conto como foi caso minha tentativa seja bem sucedida.