A partir de dois cubos, que permitem ao espectador conhecer quatro perspectivas diferentes de um mesmo acontecimento, tem início uma história composta de recortes de jornal, pequenas cenas filmadas, gravações telefônicas, fichas de suspeitos, entre outros formatos.
Apesar de o agenciamento ser quase nulo se comparado a um jogo – o controle do espectador é restrito à descoberta de novas cenas e à tentativa de organizar as partes da história em um começo, meio e fim –, é uma narrativa digital interessante (e viciante, até)... vale conhecer.
Só não espere um desfecho completo para a história… aparentemente esta é parte da estratégia da HBO para que o espectador retorne à história e tente encontrar os “elos” perdidos.
Ou “da péssima tendência de conhecermos as pessoas apenas no instante em que elas se vão deste mundo”
Até a semana passada, não fazia a menor idéia de quem seria João Aguardela. Aí, a propósito do espetáculo Megafone 5, que transcorreria no Centro Cultural de Belém dia 4 de novembro, fiquei sabendo que Aguardela, falecido em finais de janeiro último, era a figura por trás de alguns dos projetos mais interessantes no âmbito da recuperação da música portuguesa dita “tradicional” e sua posterior hibridização com elementos modernos, seja no âmbito do pop-rock (fase Sitiados), do fado (fase A Naifa) ou mesmo da eletrônica (a série Megafone, composta por quatro álbuns pouco notados à época de seu lançamento e oportunamente redescobertos nos tempos que correm).
Em vez de um show tributo ou de uma festa-homenagem tradicional, o evento reuniu artistas portugueses contemporâneos que, em alguma medida, possuem propostas em sintonia com o espírito do Megafone. O grupo de artistas de rua Artelier abriu os trabalhos instaurando uma atmosfera felliniana no Grande Auditório do CCB, sendo seguido no alinhamento pelos Gaiteiros de Lisboa, cujo ponto forte me pareceram ser as percussões e as ricas harmonias vocais. A primeira parte do espetáculo foi encerrada à altura pelo combo Oquestrada, cujo primeiro registro em disco, espertamente intitulado “Tasca beat – o sonho português”, vem fazendo uma bela carreira pelos tops nacionais. Se em disco o Oquestrada sempre me deixou com aquela sensação de estar ouvindo uma versão menos castiça dos Deolinda, ao vivo a trupe comandada pelo sorriso iluminado de Miranda garante o clima contagiante. Após um breve intervalo, vieram as guitarras diabólicas dos Dead Combo, preparando o terreno para a apresentação carregada de beleza d’A Naifa, grupo no qual Aguardela militava pouco antes de falecer.
A boa notícia é que o projeto Megafone não se encerrou com o concerto do CCB. A idéia é que ele se transforme num prêmio anual, que celebre a produção de artistas multiplicadores do legado de João Aguardela. Há um site estalando de novo no qual é possível, além de conhecer a biografia do músico, fazer o download dos quatro primeiros discos do Megafone. Esta última parte, aliás, impõe-se como altamente recomendável: após adquirir (na Feira da Ladra!) um vinil de recolhas etnomusicológicas empreendidas por Michel Giacometti, Aguardela começou a viajar na possibilidade de fundir aqueles cantos e danças do Alentejo com elementos de jungle e drum & bass. O resultado é daquelas obras-primas que, de cara, a gente escuta e pensa, “péra lá, como é que ninguém nunca teve essa ideia ANTES?”, diante de um patrimônio musical tão rico e que sempre esteve ali, disponível. Porque, como dizia Gustav (o Mahler), a tradição não deve ser a adoração das cinzas, mas sim a transmissão do fogo. Transmitamos João Aguardela, pois.
A Universidade Federal do Espírito Santo, através do Centro de Artes e em parceria com instituições públicas de ensino de Comunicação e Jornalismo de todo o Brasil irá organizar, nos dias 4 a 6 de dezembro, no Campus de Goiabeiras da UFES, oII Fórum Nacional de Mídia Livre, mobilizando Jornalistas, acadêmicos e ativistas pela democratização da comunicação no país.
OFórum de Mídia Livrenasceu, em abril de 2008, do manifesto em defesa da diversidade informativa e da garantia de amplo direito à comunicação. O manifesto, resultado de reunião promovida em São Paulo no dia 08 de março, lançou as bases para a organização do I Fórum de Mídia Livre, como proposta de um espaço nacional de debates sobre os temas relativos à democratização da comunicação no país.
OI Fórum de Mídia Livrefoi realizado na cidade do Rio de Janeiro, em junho de 2008 pela Escola de Comunicação da UFRJ, mobilizando cerca de 8000 pessoas por dia de evento. Suas discussões conduziram a um conjunto de propostas (anexo I) e manifestações, que se constituíram posteriormente em medidas concretas, como a participação na cobrança do Executivo para a realização da Conferência Nacional de Comunicação e a construção de Pontos de Mídia livre como política de governo, o que começou ser efetivada pelo Ministério da Cultura.
Agora, asegunda edição do Fórum Nacional de Mídia Livreocorrerá em Vitória, entre os dias 3 e 6 de dezembro, na Ufes. A cidade foi escolhida pelas mudanças que pretendem protagonizar no setor de comunicação e cultura, com anúncios de investimento em comunicação para a cidadania, internet pública e ampliação do acesso à cultura.
Em breve o Ministério da Cultura brasileiro lançará o texto de uma nova lei de direitos autorais para debate público no Fórum da Cultura Digital Brasileira. A ideia da lei é conciliar o direito de acesso aos bens culturais, o direito do autor e o direito das empresas, quando as novas tecnologias possibilitam a troca de bens culturais como nunca foi possível.
Enquanto isso, no mercado da música brasileiro, artistas já se aproveitam das brechas existentes nos contratos que assinaram com as editoras e gravadoras, pré-internet e celular, para retomar os direitos sobre seus fonogramas, e nos Estados Unidos os artistas que venderam suas obras a partir de 1º de janeiro de 1978 se preparam para retomá-las, como mostra matéria publicada na revista Digital do Globo de ontem:
Lei americana permitirá a artistas e escritores retomar direitos autorais em 2013 André Machado - 23/11/2009
RIO - No que diz respeito ao delicado terreno do entretenimento digital, podemos apostar que o fim do mundo não será em 2012, como quer o filme de Roland Emmerich, mas em 2013. A partir de então, as últimas três décadas da indústria cultural como a conhecemos poderão ir pelos ares graças à letra fria da lei - pelo menos a dos EUA. Isso porque, em 1976, o Congresso americano aprovou o Copyright Act, especificando que, se um compositor ou escritor vendeu os direitos de suas obras a uma gravadora ou editora antes de 1978, tem o direito de retomá-los 56 anos depois da venda (o que já permite a retomada, este ano, de quem gravou ou escreveu algo e cedeu os direitos até 1953, lá).
Pode ser um golpe duro para a indústria musical, que tem recorrido a tudo para se manter em pé - de ringtones de celulares a investimentos em turnês e shows, sem falar dos jogos do tipo Guitar Hero e Rock Band. E as editoras não ficam atrás, a vingar a onda iniciada pelo e-reader Kindle, que já tem como concorrentes Sony Reader, Nook (da Barnes & Noble) e, recentemente, até o Intel Reader, capaz de converter textos impressos em forma digital. E sem falar de redes P2P, blogs e torrents com toneladas de ofertas de downloads, projetos como Google Editions e assim por diante.
Esses 35 anos da última provisão citada vencem exatamente a partir de 2013, quando os artistas podem requerer de volta seu copyright e revendê-lo diretamente - pela internet... - sem a necessidade de intermediários.
Ainda há muito ranger de dentes, mas o desfecho da história pode não ser negativo. Pelo contrário, afirma Renato Opice Blum, advogado brasileiro especializado em direito digital.
- A retomada dos direitos autorais certamente vai mexer com o mercado, gerar novas negociações e contratos e levar a um melhor aproveitamento das novas tecnologias - diz ele.
Existe um outro aspecto dessa "bomba-relógio" jurídica, que se aplica também ao Brasil, segundo o advogado e presidente do iCommons Ronaldo Lemos.
Nos contratos de artistas e autores brasileiros com as empresas, a questão é diferente da que está acontecendo lá fora.
- Nossa bomba-relógio é outra. Ela consiste no fato de que sempre que um artistas cede suas músicas para a editora, ele autoriza apenas o uso nas tecnologias existentes no momento da cessão - explica o presidente do iCommons. - Em outras palavras, muitos artistas que fizeram contratos nos anos 80 e até nos anos 90 não podem ter suas obras exploradas em ringtones de celular, internet e outras formas de utilização inexistentes até então.
Nos últimos tempos, encarniçadas batalhas judiciais pelos direitos autorais têm sido travadas nos EUA. Os herdeiros do escritor John Steinbeck (dos clássicos "As vinhas da ira", "Sobre ratos e homens"), por exemplo, ganharam em 2006 e perderam em 2008 os direitos sobre seus livros, que ficaram com a Penguin Books. Já em agosto deste ano, os herdeiros de Jerry Siegel, um dos criadores do Super-Homem, ganharam os direitos sobre as primeiras histórias publicadas do herói, numa disputa com a Warner Brothers e a DC Comics.
Segundo o site Law.com, especializado em Direito, esses processos vão ficar ainda mais beligerantes a partir de 2013. De acordo com o site, advogados a serviço de artistas e grupos como Eagles, Journey, Barbra Streisand e outros já estão em campo pesquisando o estado de contratos antigos de seus clientes.
- Algo parecido está acontecendo aqui no Brasil. Artistas como Gilberto Gil, Zé Ramalho e Chico Buarque estão pleiteando nos tribunais interpretações para retomar os direitos que cederam às editoras - lembra Ronaldo. - O fundamento é diferente dos EUA, não por conta de tempo, mas de outras peculiaridades da lei brasileira. A decisão do Gil saiu há alguns anos e ele conseguiu reaver na Justiça todos os seus direitos. O Chico e o Zé Ramalho ainda não têm decisões finais.
Richard Stallman, pai do movimento do software livre e um dos ativistas mais ferrenhos contra o estado atual do copyright, diz num ensaio que a própria concepção dos direitos autorais levou a distorções.
- O sistema de copyright provê privilégios e benefícios a autores e editores, para incentivá-los a escrever mais e publicar mais, em benefício do progresso e do público - diz Stallman, que aponta o erro de dar poder excessivo aos editores por longos períodos. - Mas, se o copyright é uma barganha feita em nome do público, deveria servir ao interesse deste acima de tudo. Eu jamais comprarei um desses e-books encriptados e restritos [leia-se Kindle, por exemplo], e espero que vocês os rejeitem também.
É o caso de esperar para ver o que os artistas farão quando lhes couberem a faca e o queijo na mão. Se a indústria deixar. Em 1999, tentou-se uma emenda ao Ato de 1976, que não vingou. Uma alternativa, ao menos para a indústria musical, seria gravar novas versões de velhas músicas, para criar novos prazos de direitos autorais, e deixar os antigos com os artistas.
Por ora, fica um bom exemplo do grande mestre Ray Charles, que negociou seu contrato com a ABC Records e pediu que os masters de suas gravações pertençam a ele. A reação do dono da gravadora foi algo como "Mas ninguém faz isso...". Entretanto, o cantor conseguiu: o acordo, de novembro de 1959, deu-lhe o direito de reter todos os seus masters após a conclusão do contrato, garantindo-lhe segurança financeira. Um acordo mais liberal do que muitos artistas pop tinham então - e ainda hoje!.
Estou super ansioso para conferir dois projetos que pretendem vasculhar o "axé music". Já estava mais que na hora de um dos gêneros musicais mais populares, com mais de 20 anos de história e de grande força comercial ser discutido de forma mais séria, dentro e fora do âmbito acadêmico. Um dos projetos, recentemente concluído, é o livro "As Donas do canto: o sucesso das estrelas-intérpretes do carnaval de Savador" de Marilda Santanna, doutora em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia. O livro (resultado de sua tese) investiga três cantoras: Daniela Mercury, Ivete Sangalo e Margareth Menezes para compreender como a partir de meados da década de 1980 essas artistas influenciaram um novo modelo de organização das práticas artísticas, reconfigurando a indústria da música e do carnaval. O livro faz uma reconstrução histórica da construção do tipo da baiana desde o século XIX na literatura desenvolvida no Rio de Janeiro, no teatro revista e no cinema do século XX até os dias atuais com as cantoras de axé music funcionando como novos ícones culturais, símbolos da chamada baianidade. Entre as questões abordadas pela autora está a relação que cada uma dessas cantoras mantém com sua etnicidade a partir de suas composições e performances. Também aponta como as estrelas do carnaval baiano alcançaram êxito ao atuarem como gestoras de suas próprias carreiras.
Outro projeto é o documentário que está sendo produzido por Daniela Mercury. Segundo algumas notas no site da cantora e em alguns portais de música e entretenimento, o filme já está sendo produzido e conta com a participação de vários nomes da música baiana. O objetivo é investigar o axé music, remontar a origem do gênero a partir do samba-reggae e de outros estilos musicais e também discutir a importância do gênero dentro do cenário cultural brasileiro.
Para quem vai estar no Rio na semana que vem, segue a divulgação de mais um evento sobre novas tecnologias neste fim de ano cheio de discussões bacanas sobre o tema:
Essa é para quem estuda redes sociais e exclusão no ambiente "essencialmente democrático" (ainda dizem alguns...) da internet: alguém já ouviu falar de "Beautiful People"? Criado em 2002 na Dinamarca, essa rede social chegou aqui recentemente apostando em um diferencial claro: só entra quem é considerado bonito, pela maioria dos membros efetivos, em uma votação que dura 48 horas. Para quem quiser entender melhor as ferramentas e o funcionamento da exclusão, há uma matéria da Revista Época em que uma repórter se candidatou a entrar. Em uma rede com quase 2 milhões de excluídos e 540 mil membros aprovados, um problema para o pesquisador de uma eventual netnografia nessa rede social é ser excluído logo de cara...
Hoje, em São Paulo, termina o III Simpósio Nacional da ABCiber e começa o Fórum da Cultura Digital Brasileira, que reunirá pesquisadores e artistas do Brasil e do exterior para debater as mudanças na cultura provocadas pelas novas tecnologias.
O seminário continua o debate que está acontecendo na rede social http://culturadigital.br, criada pelo Ministério da Cultura para integrar cidadãos e insituições governamentais, estatais, da sociedade civil e do mercado no debate e elaboração de políticas públicas.
São cinco eixos de discussão: Memória Digital (acervo, história e futuro); Economia da Cultura Digital (compartilhamento, interesse público e mercado); Infraestrutura para a Cultura Digital (infovia, acesso e inclusão); Arte Digital (linguagem, democratização e remix); Comunicação Digital (língua, mídia e convergência).
O Fórum da Cultura Digital acontece até o dia 21/11, na Cinemateca Brasileira, e a programação completa pode ser vista aqui.
No Arteiro, o usuário cria um avatar para investir nos atletas de escolas públicas que participam de verdade do AR!. Utilizando uma moeda virtual, o arteiro compra e vende jogadores, que lhe retornarão pontos conforme o seu desempenho no próprio projeto.
Os três arteiros que ganharem mais pontos serão premiados no fim dos torneios, e os 60 alunos participantes do AR! que tiverem seus nomes mais bem cotados pelos "investidores" serão homenageados.
Qualquer pessoa pode participar. Eu mesmo já criei os meus times!
Para saber mais e participar, entre no site do AR!.
Começa hoje o III Simpósio de Cibercultura, promovido pela ABCiber, em parceria com a ESPM-SP. Com o auxílio luxuoso de Gisela Castro, coordenadora do Programa de Pós da ESPM, e sua equipe; e a presença da comunidade de pesquisadores em Cibercultura do Brasil, o Simpósio promete boas conversas!!
O LabCult vai marcar presença em vários painéis.Eu coordeno amanhã o painel sobre Reconfigurações da indústria da música na cibercultura, com trabalhos também dos labcultianos Beatriz Polivanov e Lucas Waltenberg, mais a Tatiana Lima da UFBa. Jefferson Mickselly. José Claudio Castanheira e Luiz Adolfo de Andrade também estarão apresentando trabalhos em outras mesas.
Confiram aqui a Programação completa. E estarei no twitter, comentando o evento (@sibonei).
Programa imperdível para quem estiver no Rio, hein! Mesmo aqui em Portugal estes filmes raramente são exibidos, portanto não pense duas vezes antes de se dirigir à Cinemateca do MAM e conferir cada fotograma da mostra. Mas se o tempo andar escasso e você só tiver como escolher um filme, então por nada nesse mundo perca “Os verdes anos” - pelo marco estético e ideológico que representa, pelo momento pré-revolução que radiografa, pelo sorriso iluminado de Isabel Ruth na flor da idade e pela trilha sonora estarrecedora do mestre Carlos Paredes.
O Laboratório de Cinema e Vídeo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e da Universidade Federal Fluminense e a Cinemateca do MAM apresentam a III Mostra do Cinema Português – O Novo Cinema Português (1960-1970), entre 24 e 29 de novembro.
O evento contará com uma mostra de 07 longas-metragens e 06 curtas, que foram seminais para a cinematografia lusitana do período, em cópias oriundas da Cinemateca Portuguesa. Paralelo à retrospectiva haverá o curso de extensão “O Cinema Português e os seus filmes”, no período da manhã, e o I Simpósio “O Cinema dos Países Lusófonos: O Novo Cinema Português”, que ocorrerá à tarde no auditório da Cinemateca.
Inspirado na nouvelle vague francesa e no neo-realismo italiano, com o título fazendo referência ao cinema novo brasileiro, o novo cinema português se constituiu de um conjunto de filmes autorais e de vanguarda que representou uma mudança de rumos estéticos na história do cinema de Portugal.
ter 24
16h – O novo cinema português – Os verdes anos de Paulo Rocha. Portugal, 1962. Com Rui Gomes, Isabel Ruth, Ruy Furtado. 102’. Complemento – Jaime de Antônio Reis. Portugal, 1973. 37’. >> Rapaz de dezenove anos vem tentar a sorte como sapateiro em Lisboa. No dia de sua chegada, um incidente leva-o a conhecer uma jovem empregada doméstica, da mesma idade. Premiado no Festival de Locarno. Classificação etária – 14 anos
18h30 – O novo cinema português – Dom Roberto de Ernesto de Souza. Portugal, 1962. Com Raul Solnado, Glicínia Quartin, Luís Cerqueira. 102’. Complemento – Quem espera por sapatos de defunto morre descalço de João César Monteiro. Portugal, 1971. 33’. >> Juntamente com “Os verdes anos”, é uma das obras fundadoras do novo cinema português. A vida miserável de um vagabundo sonhador, a quem as crianças chamam de Dom Roberto. Classificação etária - 14 anos.
qua 25
16h – O novo cinema português – Belarmino de Fernando Lopes. Portugal, 1964. Com Belarmino Fragoso, Jean Pierre Gleber, Albano Martins. 72’. Complemento – As pedras e o tempo de Fernando Lopes. Portugal, 1961. 16’. >> A câmera acompanha a rotina diária do campeão de boxe Belarmino Fragoso. Classificação etária – 14 anos.
18h30 – O novo cinema português – O cerco de Cunha Teles. Portugal, 1970. Com Maria Cabral, Miguel Franco, Ruy de Carvalho. 115’. Complemento - Pousada das chagas de Paulo Rocha. Portugal, 1971. 20’. >> Um olhar sobre a sociedade urbana portuguesa dos anos 1970. A história de uma garota que abandona o marido para encontrar sua verdadeira identidade. Classificação etária – 14 anos.
qui 26 16h – O novo cinema português – Domingo à tarde de Antônio Macedo. Portugal, 1965. Isabel de Castro, Ruy de Carvalho, Isabel Ruth. 97’. Complemento – 27 minutos com Fernando Lopes Graça de Antônio Pedro Vasconcelos. Portugal, 1969. 27’. >> Reflexões de um médico sobre a vida e a morte diante da angústia de uma jovem paciente terminal. Classificação etária -16 anos.
18h30 – O novo cinema português – Brandos costumes de Alberto S. Santos. Portugal, 1974. Com Luís Santos, Dalila Rocha, Isabel de Castro. 72’. Complemento – Almadraba atuneira de Antônio Campos. Portugal, 1961. 27’. >> Um retrato da vida cotidiana de uma típica família classe média em paralelo à queda do “Estado Novo”, os 48 anos da ditadura Salazar. Classificação etária – 14 anos.
sex 27
16h – O novo cinema português – O recado de José Fonseca e Costa. Portugal, 1971. Com Maria Cabral, Francisco Nieto, Luís Filipe Rocha. 110’. Complemento – Velhos amigos de Michele Salles. Brasil, 2009. 52’. >> Lúcia é cortejada por António, da mesma classe social que ela, mas nutre uma memória afetiva por Francisco, um marginal meio aventureiro. “Velhos amigos” é um documentário sobre o cinema português. Classificação etária – 16 anos.
sab 28 16h - O novo cinema português – Belarmino de Fernando Lopes. Portugal, 1964. 72’. Complemento – As pedras e o tempo de Fernando Lopes. Portugal, 1961. 16’. >> Ver programação do dia 25.
18h - O novo cinema português – Os verdes anos de Paulo Rocha. Portugal, 1962, 102’. Complemento – Jaime de Antônio Reis. Portugal, 1973. 37’. >> Ver programação do dia 24.
dom 29 16h - O novo cinema português – Brandos costumes de Alberto S. Santos. Portugal, 1974. 72’. Complemento – Almadraba atuneira de Antônio Campos. Portugal, 1961. 27’. >> Ver programação do dia 26.
18h – O novo cinema português - O novo cinema português – O cerco de Cunha Teles. Portugal, 1970. 115’. >> Ver programação do dia 25.
O File (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica) vai acontecer este ano no Rio pela segunda vez, sendo que esta edição de dezembro terá ênfase em games.
E antes de o Festival propriamente dito acontecer, vai rolar o File Hipersônica, uma seção do evento que tem a ver com sonoridade e música.
No dia 23 de novembro, oito artistas se apresentam no MAM com trabalhos musicais e visuais feitos a partir de consoles de videogame que na sua maioria não passam dos 32 bits. Apesar da simplicidade sonora dos instrumentos, este pessoal não deixa nenhum pouco a desejar. Com certeza vai valer a pena!
Segue o line-up:
VJ noteNdo
Estados Unidos
Jeff Donaldson começou a trabalhar com consoles NES preparados em 2001, com a intenção de criar animação totalmente com seus hacks de hardware. Não há novos códigos envolvidos, somente a crua lógica mecânica. Este trabalho levou ao reconhecimento internacional em arte de novas mídias e uma constante busca pelo potencial de reformular produtos eletrônicos de consumo para criar novas obras. Além disso, noteNdo começou recentemente a experimentar com LSDJ, escrevendo sua própria espécie de /4bit dance crunch/ para o Nintendo Game Boy.
André ZP (aka PULSELOOPER) produz música eletrônica desde o início de 2000. Inspirado pela cena mundial de chipmusic, que já vinha acompanhando há alguns anos, criou no final de 2008 o projeto Pulselooper, no qual une timbres de 8-bit e 16-bit a influências diversas, de electronica a rock, de pop a breakbeats, utilizando rigorosamente os videogames portáteis da Nintendo: Game Boy e NDS
William Rickman, começou a fazer música com o Nintendo Game Boy em 2004, rapidamente obtendo o reconhecimento global por suas composições musicais melódicas e emotivas, expressas com mínimo aparato técnico e eletrônico.
Covox é Thomas Söderlund, que vive em Estocolmo, Suécia. Thomas começou a fazer música em meados dos anos 90, usando um computador doméstico defeituoso equipado com uma fita de sampler alemã feita em casa. Ele se apaixonou por produções trash e por energia crua, canalizando sua mistura original de techno e pop através de eletrônica /low-tech /readaptada.
Haeyoung é uma artista sonora e compositora. Bubblyfish explora o território dos sons na música eletrônica. Recentemente ela tem criado obras sonoras em 8 bits e experimentais.
Henry Homesweet é um projeto de música que trabalha com muitos estilos diferentes, experimentando todo tipo de consoles de videogames retrô para criar som. O músico produziu muito com o Nintendo Gameboy, mas mais recentemente tem composto com NES e Commodore64. Esse tipo de música é conhecido como Chiptune
Sabrepulse é Ash, um jovem músico de laptop/chip. Ele escreve música eletrônica usando computadores e Nintendo Gameboys e se apresenta regularmente ao vivo em todo o mundo. Desde muito jovem ele foi influenciado pelas visões e os sons da era dos videogames de 8/16bits, e começou a sequenciar música no final de 2001. Como produtor, organiza a 'Chiptune Alliance' anual, que apresenta artistas internacionais da comunidade 8bit/chip/gamemusic em uma turnê de uma semana pelo Reino Unido.
Bit Shifter explora música de alta energia e com baixo teor de bits composta e apresentada em um Nintendo Game Boy comum. Possibilitada por Oliver Wittchow e Johan Kotlinski em seus respectivos programas caseiros de composição musical, Nanoloop e Little Sound DJ, a música de Bit Shifter explora a estética da economia e tenta forçar ao máximo um hardware mínimo.
A dica é pra quem pesquisa música. O próximo congresso da IASPM – Latino Americana (intitulado ¿Popular, pop, populachera? El dilema de las músicas populares en América Latina e que irá ocorrer em junho, na cidade de Caracas), está recebendo resumos de artigos até o dia 15 de novembro pelo seguinte e-mail: comitedelectura@gmail.com. São quatro as áreas temáticas do encontro:
I Estudios de música popular en América Latina: genealogías, trayectorias y contextos. Interesa abordar los presupuestos intelectuales, epistemológicos y culturales que subyacen en El desarrollo de los estudios sobre la música popular en América Latina desde de una diversidad de enfoques disciplinarios, como la historia, la antropología y la musicología, y sus relaciones con formaciones discursivas derivadas Del nacionalismo, americanismo, colonialismo, indigenismo, etc. Se busca con ello indagar históricamente en torno a la definición de los campos de lo popular y masivo en relación a la música en la región, ya sea definiéndolos desde La oposición o integración a los conceptos de patrimonio, cultura local, pertenencia e identidad.
II Música popular, estética y posmodernidad en América Latina. El complejo universo musical en el que se encuentra sumergida la música popular en Latinoamérica, ha devenido en una multiplicidad de lenguajes y formas de producción, distribución, consumo y oferta, generándose así límites cada vez más imperceptibles de categorización como una forma de clasificar y definir lo que es género y estilo, en el continente. Todo esto ha trastocado la conceptualización que los músicos e investigadores poseen sobre la producción de géneros y estilos en la región, llevándolos a vivir y crear más allá de los mismos, rebasando así las fronteras de la fusión y las músicas del mundo como una nueva forma de definir lo que es identidad.
III Cover y versión El uso de conceptos anglosajones en los estudios de música popular, ha ayudado a establecer una lengua franca en el campo de La investigación en música popular. Sin embargo, también han dificultado El tratamiento de las particularidades de nuestras propias músicas, cuyos procesos han debido ser adaptados a los conceptos en boga. ¿Cuáles son las particularidades del cover y la versión en la música popular latinoamericana? ¿Qué fricciones ofrecen nuestras músicas a estos conceptos?
IV Formación del músico popular. Considerando tanto ámbitos formales como informales de formación musical, interesa estimular la reflexión sobre las prácticas de transferencia de conocimientos, habilidades, teorías y estéticas explícitas o no en instancias como escuelas de música popular; ensayos y performances; estudios de grabación; internet oproducción intelectual en América Latina.
A banda Maskinen lança pancadão chamado "Dansa Med Vapen" que, em sueco, quer dizer algo como "Dance Com Armas" com participação da Marina, agora, Marina Gasolina, ex-Bonde do Rolê. Não é propriamente um funk, mas o eletro tribal tem uma levada que lembra bastante a batida do funk carioca, apesar de bem mais acelerada do que o normal. Aqui embaixo, o clipe.
Confesso que a combinação funk, armas, selva, gringos e Marina me deixou bem confuso, mas que deu vontade de dançar, isso deu. Deixo mais comentários pra vocês fazerem.
Update:
Parece que os caras do Maskinen tão curtindo mesmo um bom funk carioca. Deixo vocês com a impronunciável "Segertåget" com os famosos versos "beijo na boca é coisa do passado / agora a moda é / é namorar pelado" misturada a versos (nem tão famosos assim pra gente) em sueco.
Teve início nessa terça-feira (e vai até o dia 29 desse mês) uma mostra dedicada a exibir a filmografia completa do Woody Allen no CCBB. Para ver a programação completa, acessem: www.woodyallen.com.br
Uma pesquisa recente, publicada pelo Independent em primeiro de novembro na Inglaterra mostra, que as pessoas que adquirem música ilegalmente na rede são as que mais gastam dinheiro com música.
Com essa pesquisa, sugere-se de que as investidas que ocorrem mundialmente na tentativa de cercear essas pessoas podem, de fato, afetar mais incisivamente a indústria do disco, já que estaria comprando briga com os seus principais consumidores.
A enquete foi feita com mil pessoas com acesso à internet entre 16 e 50 anos, das quais 1 em cada 10, admite baixar música ilegalmente.
A matéria não aprofunda muito no assunto, mas levanta também vozes de artistas como Lily Allen, James Blunt - que apoiam a investida do governo inglês de cortar acesso à internet desses usuários - e Shakira - que acredita que a troca ilegal de músicas a aproxima de seus fãs.
Destaco a fala de Mark Mulligan, da Forrester Research:
As pessoas que compartilham arquivos são aquelas interessadas em música. Elas usam o compartilhamento de arquivos como um mecanismo de descoberta. Surge uma geração de jovens que não tem nenhum conceito de música como algo que se deva pagar para ter.
Claro que tanto a pesquisa quanto à matéria diz respeito, contextualmente, à realidade inglesa, mesmo o "problema" sendo mundial. Gostaria muito que fizessem uma pesquisa desse porte aqui no Brasil para começarmos a entender a realidade brasileira ao invés do nosso governo tentar copiar modelos e políticas estrangeiros que, supostamente, funcionariam aqui.
Há coisas que apenas a minha exclusiva metodologia de pesquisa à Inspetor Clouseau me permite: por exemplo, descobrir que a banda Autoramas acabou de gravar um EP com versões garageiras e muito bacanas para alguns clássicos do rock português.
Foi mais ou menos assim que aconteceu. Eu estava explorando o site da Optimus Discos, onde é possível fazer o download gratuito de pelo menos uma dúzia de, com o perdão do trocadilho infame, ótimos EPs de artistas e bandas da nova vaga do pop/rock português, como The Bombazines, Mazgani, Vicious Five, Bezegol, DJ Ride, entre outros. Os EPs da Optimus (operadora de telefonia móvel que existe por estas paragens) também se encontram à venda em formato “físico” nas FNACs por módicos 4 euros, e possuem o selo Henrique Amaro de qualidade – Henrique Amaro é o produtor e apresentador do programa Portugália da rádio Antena 3, vitrine privilegiada da nova música portuguesa, além de um dos idealizadores das coletâneas Novos Talentos FNAC e das séries Optimus Discos.
Navegando pelo site e perdido em meio à oferta de tantos discos bacanas, dei de cara com uma ilustração bastante curiosa, na qual o mapa do Brasil fazia um pequeno desvio em sua trajetória geográfica para fazer fronteira com Portugal. Descobria, assim, o EP “Brasil na CEE”, cujo título faz referência ao clássico “Portugal na CEE” dos GNR, uma das canções-lema do boom do rock português dos anos 80. Passo a palavra ao líder dos Autoramas, Gabriel Thomaz, em texto disponível na página do EP – onde, a esta altura do texto, eu espero que você já tenha ido.
É incrível como dois países como Portugal e Brasil sabem tão pouco sobre a música um do outro. Numa época em que não existem mais fronteiras e o mundo inteiro está à distância de um toque, ainda é impossível adivinhar o que acontece musicalmente em muitos países. Mas é aí que entram os Autoramas, banda brasileira de Rock'n'Roll, que a Rough Trade inglesa chamou de "excellent garage pop, the most important independent band in Brazil". Banda que já fez turnês no Japão, Inglaterra, França, Espanha, Bélgica, Holanda, Alemanha, Uruguai, Argentina, Chile e, é claro, Portugal. Até à poucos anos atrás eu só conhecia um destes temas que gravámos, porque uma outra banda brasileira já o tinha feito. Os punks do 365, gravaram "Grândola, Vila Morena", e por causa disso, aprendi a letra e cheguei a cantar o tema num show em Coimbra em que tocámos num 25 de Abril.
A verdade é que tivemos que ir a Portugal para ter real conhecimento do Rock Português. Os singles (que no Brasil chamamos de compactos) do Salada de Frutas e dos GNR comprei em 2ª mão a uns vendedores numa praça de Lisboa, “Se Eu Enlouquecer” de Daniel Bacelar e Os Gentlemen ouvi num dos volumes dos Portuguese Nuggets e “Coudn’t Care At All” conheci através de um cd que me foi oferecido em Coimbra. Nessa cidade de grandes bandas, vim a descobrir enquanto lá estava que afinal era um fã tardio dos Tédio Boys e, talvez por isso, decidimos gravar um tema de uma banda de um ex-integrante deles, o D3O.
Nas nossas viagens a Portugal conhecemos muitas outras músicas de outros artistas Rock, foi até difícil escolher os temas. Para este Ep tentámos fazer um apanhado de diferentes alturas e que tivessem a ver com o nosso som e com a mistura que fazemos. Este é um projecto importante para nós, é o nosso primeiro trabalho com a nova baixista, Flávia Couri e contámos com o nosso produtor Fausto Prochet que foi sensacional com seu talento e apoio, abraçando connosco o projecto, realizado no Estúdio Atemporal, no Rio de Janeiro.
Agora fica a pergunta no ar: qual será a banda portuguesa que vai gravar as suas músicas preferidas do Rock Brasileiro?
***
Eu já havia me derramado em elogios ao show do Noiserv num post anterior, após tê-los assistido no último Noites Ritual do Porto. Só não imaginava que o disco do Noiserv, intitulado “One hundred miles from thoughtlessness”, conseguisse ser ainda melhor. É das coisas mais belas e tristes a fazer vibrar minha membrana auditiva recentemente, assim-assim, ó, com o já clássico EP “Theme from to Kill a dead Man” do Portishead. E no mais supremo dos mimos, o álbum ainda vem com as páginas do encarte repletas de desenhos em branco e um lápis para colorir – o que, como mui espertamente apontou a livreira da Trama que me vendeu o disco, é uma tremenda mais-valia.
Olha que legal! Em cinco minutos, Julian Treasure demonstra como o som nos afeta - no nível fisiológico, emocional, cognitivo e comportamental; e ainda discute como as empresas devem utilizar o som para adicionar valor à sua marca. (via blog do PanMediaLab)
Diz no canal do Vimeo da produtora (ou selo visual, como eles se intitulam) AntiVJ que em novembro teremos uma sessão do filme abaixo em 3D estereoscópico no Rio. Não seria mau! Vamos torcer para que aconteça.
Como nos mostra o site http://www.alexa.com/topsites, o Facebook é, neste momento, o segundo site mais acessado do mundo inteiro, perdendo apenas para o todo-poderoso Google. O Orkut figura na 45ª posição, perdendo de longe para outros sites de redes sociais (SRS), como o Myspace (11º lugar) e o Twitter (14º). Mas vale lembrar que estes dois últimos têm utilidades e propostas bem variadas daquelas do Facebook e do Orkut.
Ainda assim, o grande diferencial do Facebook em relação ao Orkut seria, segundo alguns experts no assunto, seus aplicativos (como jogos online, quizzes, editores de imagens, chats, charts de músicas, entre outros), que estariam fazendo com que os usuários brasileiros “migrassem” do Orkut para o Facebook (FB).
Eu acredito que, além dos aplicativos, o que está provocando esta “migração” é uma certa idéia de distinção (pegando Bourdieu mesmo), atrelada à dimensão da iniciação, no sentido de que aqueles que foram para o FB são considerados como mais “antenados” ou “in”, distintos daquela massa que permaneceu no Orkut, ultrapassada, e que não foi iniciada nos rituais facebookianos.
É claro que o Orkut está correndo atrás do talvez futuro prejuízo (até o momento ele ainda é bem mais acessado do que o FB no Brasil), criando novas funções e promovendo mudanças no intuito de manter seus usuários, mas será que ele vai conseguir ser mais interessante do que o FB, que ainda é novidade? Ou será que em breve virá outro SRS ainda melhor que desbancará tanto FB quanto Orkut? Eu aposto na segunda opção...
Blog coletivo do Laboratório de Pesquisa em Culturas e Tecnologias da Comunicação - LabCULT. Comentários, resenhas de livros, entrevistas e artigos acadêmicos sobre cibercultura, com foco no entretenimento e na cultura da música são os assuntos dos posts. Plataformas musicais, tecnologias para a produção, circulação e consumo musical; cultura participativa, videoclipe, identidades e gêneros musicais, música eletrônica, música underground, música pop, games e narrativas digitais são alguns dos temas que pesquisamos e, sobretudo, adoramos discutir. Comente os posts e se quiser falar com algum pesquisador diretamente, os e-mails estão na seção logo abaixo.
Pesquisar este blog
Quem participa do LabCULT
O LabCULT é coordenado por Simone Pereira de Sá e vinculado à linha de Tecnologias do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM/UFF) e ao Departamento de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense. Veja abaixo, mais informações sobre titulação, tema de pesquisa e interesses de cada um dos participantes, além dos nossos contatos.