quarta-feira, 20 de abril de 2011
Instrumentos Musicais Invisíveis
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Top Top Youtube 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
#FUTURÍVEL - Gilberto Gil e Macaco Bong abrem Fórum da Cultura Digital
Futurível: "o resultado de tudo é nem Macaco, nem Gil" from FLi Multimídia on Vimeo.
O show - que será transmitido ao vivo neste link - abre o II Fórum da Cultura Digital Brasileira, que acontece de 15 a 17 de novembro, na Cinemateca, em São Paulo. Cibercultura, arte digital, políticas públicas e novos modelos de negócio na cultura serão debatidos em arenas, sessões de trabalhos acadêmicos e mesas mais formais. Pra quem quiser conferir, segue a programação aqui.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Reconfigurações do videoclipe
sábado, 23 de outubro de 2010
"Música é profissão" - III Congresso Fora do Eixo debate sustentabilidade na área cultural
O Congresso reuniu cerca de 300 pessoas - a maior parte na faixa dos 20 e poucos anos - que fazem parte dos cerca de 50 coletivos reunidos no Circuito Fora do Eixo (FdE), uma rede colaborativa que trabalha com diversas linguagens, com destaque para a música. Os coletivos organizam festivais (Grito Rock, Jambolada, Calango, Varadouro, Até o Tucupi etc.) e fazem as bandas circularem por todo o país, aproveitando do potencial de rede para buscar patrocínios e influenciar políticas públicas de fomento à cultura.
O Circuito Fora do Eixo, a meu ver, é uma das experiências de gestão cultural mais interessantes que surgiram no Brasil nos últimos anos, iniciativas que sobrevivem à margem das grandes indústrias e da grande mídia porque, entre outras coisas, apostaram na livre circulação das obras e souberam usar de forma criativa as novas tecnologias de comunicação, que baratearam a produção e reprodução dos bens culturais e facilitaram a circulação e divulgação destes produtos.
Grande parte da força do FdE está na organização em rede. O circuito é dividido em 5 grupos de trabalho: Música, Comunicação, Clube de Cinema, Palco Fora do Eixo e o Fora do Eixo Card, este último responsável pela sustentabilidade do projeto. O FdE Card é dividido em cinco núcleos: Projetos (hoje há 91 projetos cadastrados em um banco, prontos para serem remixados por qualquer coletivo na hora de conseguir apoio para suas atividades), Negócios, Mapeamento e pesquisa (com base na visão da necessidade de indicadores na área da cultura, que possam pautar planejamento, novos modelos de negócios e políticas públicas e incentivar a decisão dos patrocinadores), Arranjo Produtivo Local (responsável pelo organograma, moedas, planilhas de trocas, etc.) e Fundo.
As moedas complementares utilizadas durante o congresso são uma das formas que o FdE encontrou de promover a sustentabilidade. Esta, aliás, foi a principal discussão do evento. Cinco dos cerca de 50 coletivos possuem moedas complementares em papel, mas mesmo nos coletivos onde não existe a moeda física a lógica de contabilizar força de trabalho e organizar trocas é o que prevalece. Cada coletivo tem um organograma com as funções de cada integrante e as redes de parcerias, um cardápio de serviços, para visualizar o que se tem a oferecer e facilitar as trocas, e uma tabela de horas trabalhadas. Os reais e as moedas complementares que circulam passam por um caixa coletivo e existe também um Fundo nacional, em que os coletivos que já estão estruturados investem para subsidiar ações institucionais da rede ou apoiar - em forma de empréstimo - os coletivos que estão começando.
"O xis da questão é a autogestão. Nesse sentido, o caixa coletivo, a existência de uma sede, o morar junto, o compartilhar são essenciais", diz Carol Tokuyo, do Massa Coletiva (São Carlos - SP), para integrantes dos coletivos que entraram há pouco tempo no circuito.
Para Lenissa Lenza, do Espaço Cubo, de Cuiabá (MT), o que o FdE faz é "ressignificar a lógica da economia quadrada", introduzindo a Economia Solidária como um modo de vida e um modo de gestão. "Meu trabalho é minha vida, eu não separo as coisas, isso é esquizofrenia. E o meu trabalho tem um valor. Qual é o valor do meu trabalho? Sustentabilidade não está só no fim, nos recursos financeiros, mas em todo o modo de organização e sistematização. O que é necessário? O que estou precisando? O que eu posso trocar?".
"Card", nas palavras de Lenissa, "é força de trabalho". É por isso que em todos os cantos, nos variados grupos de discussão, a necessidade de dedicação exclusiva aos coletivos era constantemente repetida. A ideia é que a dedicação exclusiva melhora o trabalho artístico, porque permite investimento em formação e criação, e facilita a sustentabilidade, porque há mais horas de trabalho disponíveis para o coletivo. "Além disso, se a pessoa não ganhar ali, não vai ganhar em lugar nenhum".
Outro elemento que, na visão de grande parte dos integrantes do FdE, facilita a sustentabilidade é o financiamento híbrido, ou seja, do governo e da iniciativa privada. O investimento do governo na cultura é essencial, permitindo experimentalismo fora da grande indústria e corrigindo distorções em relação à distribuição de verbas e ao poder das grandes indústrias. O investimento do poder público também sensibiliza o mercado.
No entanto, "os coletivos não podem viver para sempre das empresas e das leis de incentivo", adverte Kuru Lima, da Conexão Vivo, apoiadora do Jambolada e de outros festivais espalhados pelo país. Está aí uma questão que ainda é desafio para a cultura. As leis de incentivo e o fomento são um pontapé inicial para corrigir as distorções, ajudam a formar produtores culturais mais qualificados para elaborar projetos e colocar produtos no mercado. Mas como formar público, criar uma rede de casas de shows permanete, para além do circuito de festivais, e garantir a sustentabilidade sem esses agentes patrocinadores?
Outro desafio que foi colocado ao FdE, no GT de Música, foi a profissionalização das bandas e o investimento em suas carreiras, para além do circuito. Fábio Pedroza, da Móveis Coloniais de Acaju, apresentou uma proposta de parceria entre o FdE e o projeto que a banda acaba de lançar, o CBAC - Comissão de Bandas e Artistas Circulantes. "Já está na hora do Fora do Eixo dar o segundo passo, que não é só entregar um evento, mas gerar uma profissionalização das bandas e uma sustentabilidade para elas com a música. Até agora, primeiro as bandas trabalham como coletivo, nas trocas entre festivais, e menos como banda, fazendo trabalhos fora do circuito".
Ficou evidente também nas discussões do congresso que a comunicação é elemento essencial nesta busca de sustentabilidade. "A sustentabilidade só chega quando a comunicação está resolvida. Porque não adianta só produzir, tem que divulgar e fazer circular", diz Rafael Rolim, do Massa Coletiva e coordenador do Clube de Cinema. "Para convencer um patrocinador a investir, não basta mostrar a produção, mas o número de views no Youtube, o número de seguidores e amigos nas redes sociais". Isso significa ter uma boa comunicação entre os coletivos e também qualificar a comunicação que é feita para fora.
Taí mais um grande desafio. Com a maior disseminação da internet e apropriação das redes sociais, fica fácil fazer o produto circular. Mas conquistar o público nesse mercado de nicho é outra coisa. Aqui, as discussões do Fora do Eixo se aproximam da pauta da democratização da comunicação. A internet é importante, mas não significa abandonar a briga por ocupação dos meios tradicionais de comunicação, tanto as rádios e TVs públicas quanto as comerciais, que precisam abrir espaço para produção regional e independente.
A sustentabilidade ambiental também foi um tema bastante discutido. Reciclagem é uma das preocupações de muitos dos coletivos do Fora do Eixo quando realizam seus festivais, como é a proposta do SWU, narrada pela Bia alguns posts atrás. Mas a galera do FdE acredita que a reciclagem sozinha não é suficiente, inclusive porque existe um gasto enorme de energia no processo. Coletivos como o Massa e o Difusão, de Manaus (AM), chamam a atenção para os três Rs: reduzir o consumo, reaproveitar (as sacolas do Congresso, por exemplo, eram feitas de banners reaproveitados) e reciclar.
A sustentabilidade ambiental também ajuda na sustentabilidade financeira, ao diminuir os gatos. E haja criatividade. Um dos CDs que mais sucesso fez nesta edição do Congresso foi o da banda Manolos Funk, do coletivo Vatos, de Vespasiano, região metropolitana de Belo Horizonte (MG). Inspirados no rapper Emicida, de São Paulo (que fez um ótimo show no primeiro dia do Jambolada), os Manolos catam caixa de papelão nas ruas e supermercados para fazer as capas dos CDs. As mídias são gravadas no computador de casa e as informações são impressas com um carimbo. Custo de cada unidade: R$ 0,72, e o resultado vocês podem ver na foto abaixo.
Fotos: Marcelo Valle
sábado, 9 de outubro de 2010
Uberlândia: palco do III Congresso Fora do Eixo e do Festival Jambolada
A programação conta com mesas de debates, grupos de discussão, grupos de trabalho, mostra de vídeo e apresentações culturais. Os objetivos do congresso, que este ano recebeu mais de 300 inscrições, são "fomentar as discussões sobre políticas públicas e estimular as trocas de tecnologias entre todos os envolvidos" e "traçar planos e estratégias acerca de ações do Circuito, como o Festival Fora do Eixo, o Fora do Eixo Card, o Festival Grito Rock Integrado, a rede social Fora do Eixo, entre outros".
Uberlândia será palco também do Festival Jambolada, realizado pelo Coletivo Goma, e considerado o maior festival de música independente de Minas Gerais. De 15 a 17 de outubro, a cidade recebe shows de artistas como Otto (PE), Emicida (SP), Vanguart (MT), Autoramas (RJ) e Falsos Conejos (Argentina).
O Congresso terá uma cobertura colaborativa que poderá ser acompanhada através da TV Fora do Eixo. Participarei de alguns dias do evento e espero conseguir postar notícias ao longo da semana.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
IASPM - Venezuela 2010
A dica é pra quem pesquisa música. O próximo congresso da IASPM – Latino Americana (intitulado ¿Popular, pop, populachera? El dilema de las músicas populares en América Latina e que irá ocorrer em junho, na cidade de Caracas), está recebendo resumos de artigos até o dia 15 de novembro pelo seguinte e-mail: comitedelectura@gmail.com. São quatro as áreas temáticas do encontro:
I Estudios de música popular en América Latina: genealogías, trayectorias y contextos. Interesa abordar los presupuestos intelectuales, epistemológicos y culturales que subyacen en El desarrollo de los estudios sobre la música popular en América Latina desde de una diversidad de enfoques disciplinarios, como la historia, la antropología y la musicología, y sus relaciones con formaciones discursivas derivadas Del nacionalismo, americanismo, colonialismo, indigenismo, etc. Se busca con ello indagar históricamente en torno a la definición de los campos de lo popular y masivo en relación a la música en la región, ya sea definiéndolos desde La oposición o integración a los conceptos de patrimonio, cultura local, pertenencia e identidad.
II Música popular, estética y posmodernidad en América Latina. El complejo universo musical en el que se encuentra sumergida la música popular en Latinoamérica, ha devenido en una multiplicidad de lenguajes y formas de producción, distribución, consumo y oferta, generándose así límites cada vez más imperceptibles de categorización como una forma de clasificar y definir lo que es género y estilo, en el continente. Todo esto ha trastocado la conceptualización que los músicos e investigadores poseen sobre la producción de géneros y estilos en la región, llevándolos a vivir y crear más allá de los mismos, rebasando así las fronteras de la fusión y las músicas del mundo como una nueva forma de definir lo que es identidad.
III Cover y versión El uso de conceptos anglosajones en los estudios de música popular, ha ayudado a establecer una lengua franca en el campo de La investigación en música popular. Sin embargo, también han dificultado El tratamiento de las particularidades de nuestras propias músicas, cuyos procesos han debido ser adaptados a los conceptos en boga. ¿Cuáles son las particularidades del cover y la versión en la música popular latinoamericana? ¿Qué fricciones ofrecen nuestras músicas a estos conceptos?
IV Formación del músico popular. Considerando tanto ámbitos formales como informales de formación musical, interesa estimular la reflexión sobre las prácticas de transferencia de conocimientos, habilidades, teorías y estéticas explícitas o no en instancias como escuelas de música popular; ensayos y performances; estudios de grabación; internet o producción intelectual en América Latina.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
VH1 - O melhor dos anos 70, 80 e 90!

Dando continuidade a discussão iniciada por Heitor sobre a constante mudança das categorias de premiação do VMB, que acabou sendo redirecionada pelas contribuições da Ariane sobre a audiência da MTV, gostaria de fazer um post sobre o VH1. O que vocês acham? Eu me identifico muito com esse canal. O repertório é menos viciado e toca muita coisa das décadas de 70, 80 e 90. A primeira vista parece mais uma homenagem a MTV que já existiu e deixou órfão seu público inicial que inevitavelmente envelheceu. Mas numa pesquisa rápida, descobri que o VH1 sempre buscou uma diferenciação da Music Televison.
O VH1 nasceu no dia 1° de Janeiro de 1985 com o objetivo de concretizar o formato inaugurado pela MTV (baseado em videclipes). Tanto o VH1 quanto o MTV são canais pertencentes ao MTV Networks da Viacom e, portanto, não são necessariamente concorrentes, mas canais complementares. A MTV trabalhava com o segmento jovem tendo uma programação musical mais restrita. Já a VH1 surge buscando ampliar esse repertório executando artistas menos populares e de gêneros não executados pela MTV: Jazz, folk e R&B com destaque para artistas como Tina Turner, Sting, Elton John, Ace of Base, entre outros cantores e bandas consumidas por um público, digamos, mais adulto.
Como Ariane já havia apontado, a MTV atravessou as duas últimas décadas buscando se atualizar diante dos interesses da audiência. Também o VH1 passou por adaptações na programação. Na década de 90 foi se distanciando do formato music video para criar programas em torno dos bastidores da música. Agora, nos anos 2000, enquanto a MTV optou por deixar sua audiência inicial de lado para se ater a nova geração, agregando estilos musicais mais populares entre a garotada como o hip-hop, a VH1 parece ter encontrado seu lugar tentando satisfazer a antiga geração saudosa dos ídolos de décadas passadas. A VH1 usa vários recursos para recriar essa atmosfera; sua programação é construída em cima de clipes clássicos, especialmente do gênero rock. Em nenhum outro canal é possível ouvir com tanta freqüência David Bowie, por exemplo.
Também tenho prestado atenção nas vinhetas do canal. Várias delas trazem a montagem de imagens de suportes de gravação (discos de vinil, fita cassete e até mesmo o CD) associados a ícones da música numa espécie de romantização dos antigos hábitos de escuta musical. O atual slogan do canal é “Isso sim é cultura pop". Ao fechar as vinhetas com esse slogan, a VH1 nos leva a concluir que cultura pop não é formada apenas pelos artistas e suas músicas, mas também pelos suportes: toca-discos, fones de ouvido, fitas cassetes e outros suportes que são idealizados como ícones de uma geração e revalorizados. Juntos; repertório, vinhetas e slogan homenageiam as décadas passadas criando uma identificação com a geração anterior e talvez com uma nova também, que numa atitude retrô elegem o passado como moderno.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
LABCULT NO 5º MUSIMID NA USP
Entre quarta e sexta-feira da semana passada, rolou na USP o 5º MUSIMID, congresso no qual, representando o LabCult, apresentei um trabalho (“Produtores Musicais: legitimidade e autoridade cultural na música midiática contemporânea”), fruto ainda das minhas reflexões iniciais para o projeto de doutorado que enviei para UFF (em constante revisão...hehehe). Ainda que tendo sua participação agendada, Simone não pôde estar presente, mas um outro membro do grupo, o nosso colega Marcelo Garson, aproveitou que está morando na capital paulista e me deu uma carona para o último dia do congresso, no qual apresentei o trabalho. No mesmo dia à tarde, participamos de discussões em uma mesa na qual se perceberam muitas interfaces entre o reggae maranhense e o funk carioca em suas conformações locais em meio a outros trabalhos ligados a cenas locais - como uma (n) etnografia sobre o choro em Porto Alegre.
O evento primou pela quantidade de pesquisas com características bastante distintas (incluindo aí produtos musicais frutos de bolsas de pesquisas artístico-culturais) e valeu a pena por colocar em contato pesquisadores com diferentes formações e perspectivas. O destaque maior, do meu ponto de vista, vai para a mesa especial da quinta-feira, formada por Eduardo Vicente e Márcia Tosta Dias, que centralizaram os debates em torno dos rumos da indústria da música na atualidade a partir da análise da história da música gravada.
Na quarta-feira, uma aluna de Estudos de Mídia da UFF, Inês Ferreira, também apresentou trabalho no evento (intitulado “Dan Deacon, experimentalismos eletrônicos contemporâneos e a paisagem sonora hipermediada das grandes cidades”) e fruto das discussões da aula da Simone na pós-graduação que ela participou como ouvinte.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Black Eyed Peas protagoniza maior flash mob do mundo, até agora.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
I MUSICOM
Estão abertas até 15 de setembro as inscrições para o I Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Música Popular – MUSICOM, que acontece no período de 21 a 23 de outubro de 2009, no Campus da Universidade Federal do Maranhão, em São Luis. Com o tema: “Tendências e convergências da música na cultura midiática”, o evento vai reunir pesquisadores de diversas partes do país para discussões do crescente campo de pesquisa em mídia e música. Alunos de grupos de pesquisa tanto em nível de graduação como de pós-graduação, terão possibilidade de interagir com pesquisadores renomados que têm produção constante, como o Prof. Dr. Jeder Janotti Jr (UFBA) e Prof. Dr. Felipe da Costa Trotta (UFPE), que são alguns dos palestrantes do evento. Além das palestras, o evento conta com apresentação de trabalhos que devem ser inscritos para as sessões temáticas, que serão distribuídas de acordo com a abordagem dos papers. As normas de submissão, bem como informações sobre as inscrições, estarão disponíveis a partir desta terça-feira no endereço do evento na Internet: www.musicom.ufma.br.
NOVIDADE: Paralelamente ao I MUSICOM, será realizada também a II Mostra de Mídia e Música, que em 2008 aconteceu, em primeira edição, sob responsabilidade do PPGCOM/UFPE. Na UFMA, o evento deve acontecer dias 22 e 23 de outubro, paralelo à programação do I MUSICOM, composto por mesas e exposição de produtos previamente organizados. A II Mostra de Mídia e Música servirá para um maior diálogo entre a academia e mercado, e, que serão realizados debates com músico, militantes e produtores culturais, que vão expor nas falas análises e situações acerca da conjuntura musical contemporânea. Forma de participação: para participar da II Mostra de Mídia e Música enquanto ouvinte, basta indicar interesse, ao inscrever-se no I Musicom. Já quem deseja inscrever produtos sonoros (música experimental, vinhetas, rearranjos, peças de sonoplastia, etc.), além dos procedimentos da II Mostra, deve enviar resumo de até 30 linhas, sob as mesmas normas contidas no site a fim de que o teor e tipologia do produto sejam conhecidos, bem como anexar arquivo por e-mail. Eventos: I Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Música Popular – MUSICOM II Mostra de Mídia e Música Inscrições até 15 de setembro, pelo site: www.musicom.ufma.br Contatos: musicom.ufma@gmail.com
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Falando em documentários sobre personagens musicais...
Para mais detalhes sobre o evento, clique aqui .
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Los Hermanos abrem show do Radiohead e do Kraftwerk
sábado, 3 de janeiro de 2009
Bandas investem em versão Guitar Hero
Em casa, o conteúdo geral de GH me pareceu uma variável da lógica introduzida pelo popular do game Tetris, no final dos ano 80. Contudo, em vez de formas geométricas, o Guitar Hero apresenta notas musicais descendo as escalas do braço de um instrumento. Seguindo a proposta do Tetris - encaixar as figuras sem deixá-las chegar ao topo da tela - em Guitar Hero devemos executar as notas e escalas errando o mínimo possível. Do contrário, o jogador é “vaiado” pelo público e o show, encerrado. Na versão Aerosmith, o jogador torna-se componente da banda e deve executar as escalas seguindo as canções do grupo norte americano, acompanhado pelos avatares dos músicos.
Brincadeira de gente grande
Depois de passar horas jogando, fui em busca de informações sobre este game, na internet, e descobri que ele abriu a porta para um mercado novíssimo. As bandas estão investindo em sua versão Guitar Hero buscando agradar uma parcela específica do público jovem. Em vez de ouvir as canções ou assistir o show da banda, em Guitar Hero os fãs podem interagir com as canções preferidas de um modo inusitado e original: jogando!
Além do Aerosmith, Metallica e Red Hot Chilli Peppers já ganharam sua versão Guitar Hero. Steven Tyler e sua turma, por exemplo, faturaram mais com o game do que com seus dois últimos álbuns, de acordo com matéria publicada no caderno G1. A venda de músicas de grupos como Nirvana e Red Hot Chili Peppers duplicou depois que elas apareceram nesses jogos.
Um alento para indústria fonográfica
Pelo menos até o momento, Guitar Hero representa uma alternativa para as gravadoras driblarem a pirataria. Para baixar novas musicas e atualizar o repertório do jogo, o usuário deve possuir um console original de Play Station ou XBox. Por exemplo, uma versão de Guitar Hero, a World Tour, permite que o jogador crie suas próprias canções e compartilhe pela internet com os demais membros de sua comunidade. Desta forma, cria-se um fluxo original que pode inserir os consoles de videogame no time das plataformas de distribuição musical.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
PÓ PARAR COM PÓ
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Sexo, drogas,rock and roll and... Andy Warhol
Não necessariamente nesta ordem! Mas, simultaneamente, he, he, he!
Tem uma sala só dedicada aos retratos que ele fez de Mick Jagger. De chorar de emoção, se vc é Stone-maniáco. Outra, que me fez voltar três vezes - dedicada a umas 50 capas de discos que ele fez ao longo da carreira, com discos mais do que históricos ...dos próprios Rolling Stones e mais um bando de coisas bacanas que eu não sabia que eram dele.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Música por assinatura no celular

sábado, 18 de outubro de 2008
Jogos + música
Hoje, vários jogos como Guitar Hero, Rock Band, Wii Music e até Dance Dance Revolution, ajudam a compor esse gênero. Além desses jogos específicos, a música faz parte da maioria dos jogos atuais.
Matsuura, porém, defende a necessidade dos jogos ocidentais ultrapassarem a utilização da música licenciada, buscando uma nova relação – uma relação particular, que vá além da simples adaptação – entre música e jogos:
“The challenge is to discover the next paradigm in which music and games have a positive and complimentary relationship. I cannot overstate the importance of this. We are currently wasting our use of music.”.
O artigo ressalta a importância dos jogos como mídia capaz de alcançar diferentes públicos e afetá-los emocionalmente. Segundo Matsuura, essa capacidade pode e deve ser usada de modo a minimizar diferenças e inspirar respeito entre as diferentes culturas. E por que não aproveitar a música para isso?
Mais um exemplo da transformação e do amadurecimento que vêm surgindo no mercado de jogos na intenção de demonstrar que seu papel representativo vai além do entretenimento...
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
"O passado, o presente e o futuro da música" por Lenine
sábado, 13 de setembro de 2008
Podcast - Brian Eno

Aproveitando a lebre levantada pela Simone em seu último post, resolvi retomar o esquema dos podcasts informais do LabCULT e colocar um pouco de Brian Peter George St. Baptiste de la Salle Eno nas idéias do povo. A seleção que vocês conferem clicando aqui [não se esqueçam de abrir como nova aba/janela] contém músicas dos álbuns Here come the warm jets, Taking tiger mountain by strategy (ambos de 1974), Another green world (1975), Before and after science (1977) e My life in the bush of the ghosts (1981), parceria entre Eno e o ex-líder do Talking Heads, David Byrne, anterior ao novo 'disco' que a Simone recomendou (e que nesse exato instante encontra-se em processo de download, btw) - ou seja, a seleção vai do glam mais purpurinado à world-funk-beat dos anos 80. Privilegiei as faixas cantadas - noutra ocasião disponiblizo alguns dos atmospheres and soundtracks criados por Eno na série Ambient, sem a qual, ouso dizer, muito pouco ou quase nada de música eletrônica pós-década de 80 seria possível.
Vale lembrar que Eno é o cara por trás dos últimos discos de Coldplay e Paul Simon, e que atualmente se encontra em estúdio finalizando o novo álbum do U2 (será que vem outro Achtung baby aí?), além de ter co-produzido a majestosa Trilogia de Berlin de David Bowie ('Heroes', Low e Lodger) no final dos anos 70. Quer currículo melhor do que este? Diante de tantas obras-primas, a gente até perdoa o fato de o cara ter sobrenome de sal-de-fruta...
