segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Por que Bonde do Rolê é um lixo?

Já que o assunto são os melhores do ano, gostaria de eleger o Bonde do Rolê como a pior banda a ganhar notoriedade em 2007. O porquê da minha opinião? Outro dia, no chopp pós-coneco, discutíamos sobre a qualidade dos artistas desse novo “funk” feito fora do Rio e eu pronunciei em alto em bom som: “acho Bonde do Rolê um lixo, aquilo é funk falsificado". Como era de se esperar, na onda de toda essa discussão de hibridações, seguiu-se a resposta: "mas você acredita em autenticidade?" Sejamos então mais cuidadosos. Cresci ouvindo o tal funk feito na favela, que depois veio a contar com artistas como Tati Quebra Barraco e Serginho, pessoas sem conhecimento musical algum que berravam com uma voz rouca no microfone um monte de besteiras e sacanagens num tom irônico e que, misturado a possantes graves, conseguiam dar um sabor especial a samples e bases mais do conhecidas. Quando me deparei com o Bonde do Rolê e também o Bonde das Impostora o que foi que vi? Pessoas muito bem nascidas usando as mesmas bases e samples para ironizar o hype do mundinho dos clubs, povoado de áreas vips e celebridades. Nesse processo perdeu-se o que o funk tinha de mais interessante, seu lado visceral, tosco e sujo, que foi substituído por letrinhas que falam mal de faculdades de design e Dalto Trevisan. O resultado foi catastrófico e, sim, soou como uma falsificação e aburguesamento. Mesmo que a música esteja sempre em mutação e, por isso, falar em "raízes do funk" é algo meio complicado, não podemos esquecer que é impossível não discutir valor sem ter em mente certo modelo estético, e é isso que tomamos como "autentico". No caso do funk carioca, esse modelo foi, desde meados da década de 80 sendo construído nos bailes da favela, um espaço radicalmente diferente das boates de música eletrônica de classe alta. Assim, a comparação é inevitável e o choque inerente, para o bem e para o mal, neste caso, muito mais mal do que bem. É por isso que afirmo e reafirmo: Bonde do rolê é um lixo!

domingo, 23 de dezembro de 2007

Reveillon Eletrônico


E o Rio está na contagem regressiva para entrar 2008 com o pé direito e nas pistas... porque aqui prá nós, a música eletrônica domina nas festas espalhadas pela cidade. Foi se o tempo em que ME estava restrita ao movimento clubber. Hoje o gênero se diversificou e popularizou. House, trance, tribal, eletro... Tem música eletrônica para todas as tribos. Se na festa o Dj não for a atração principal, pelo menos entre os intervalos dos shows ou no fim da noite tem uma pick-up botando a galera pra dançar. Sendo assim, resolvi dar umas dicas com algumas baladas que rolam no fim de ano.
Só prá começar, no dia da virada tem evento aberto na praia de Ipanema, trata-se da já tradicional Stereo Beach promovida pelo guaraná Antarctica. A jogação começa as 18h e de uma em uma hora os djs se revezam num panorama bem bacana de todas as vertentes musicais que rolam na cena eletrônica carioca com direito a Léo Janeiro, Patrícia Tribal, Jonas Rocha e mais. E lá na Barra também tem batida. Até as 24h o som fica por conta do samba carioca, mas depois da virada a dupla de dance music Above & Beyond e a atração do trance, Astrix, assumem as pick-ups no Posto 2 da praia do Pepê.
E tem festa em todo canto da cidade; o MAM abre as portas para o som de Marcelinho da Lua e o funk de Malboro. No Jockey Club a virada também é eletrônica, assim como no Pão de Açúcar, na Lagoa, no Forte Barão do Rio Branco em Niterói, todos com vários djs nacionais e internacionais.
Mas se a intenção é estender a festança de final de ano para além do dia 31, rola alguns circuitos já na próxima semana. Dia 28 uma das label-parties mais famosas desembarca no Rio; a Alegria acontece no Armazém 5 com o long-set do dj Abel. Dia 29 a Escola de Remo do Flamengo cede espaço pra a R:evolution Open Air (Vai ter até escola de samba, mas a atração fica por conta dos djs Fist e Twisted Dee ), Dia 30 a tradicional X-Demente toma conta do caldeirão da Fundição Progresso. No line-up temos o dj nova-iorquino Mike Cruz e o Frank Pelegrinno, além da prata da casa. Na The Week, uma das mais recentes (e luxuosas) boates da cidade tem festa durante todo o período de feriado inclusive no reveillon. É isso... e muito mais, pois não dá pra falar de tudo que acontece. Mas os links estão aí e quem se interessar pode buscar mais informações. Será que vou encontrar alguém do LabCULT numa dessas pistas? Feliz Ano Novo e vamos às pesquisas de campo... rs

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Queen in Rio 2008? Em show promovido por Nelson Mandela?


Apenas uma notinha rápida sobre um possível show do Queen (sim, os dinossauros do Queen e sim, sem Freddy Mercury) na Praia de Copacabana em 2008:

Segundo o site oficial do Queen, a banda, que conta agora com Paul Rodgers nos vocais, está cotada para se apresentar na etapa brasileira do evento 46664 It’s in your hands. O 46664 será um megaevento com shows de artistas de todo o mundo, organizado pelo líder sul-africano Nelson Mandela, para arrecadar fundos para o combate à Aids.

Para aqueles que torcem o nariz por esses shows do Queen com Paul Rodgers, é bom lembrar a coisa poderia ser mais estranha se o Robbie Williams assumisse o lugar do falecido Mercury. Dizem as línguas (boas e más) que o rapaz ficou possesso ao saber que foi preterido no cargo...

Gosto se discute!

Tal como o Jefferson, eu também adoro as listas de fim de ano. Sempre discordo, acho todas meio ridículas, mas acho que a graça é esta mesmo: a de valorar, estabelecer hierarquias, afinidades e exclusões. Como já disse o velho e bom Simon Frith, este é um dos melhores prazeres da cultura pop: o de discutir porque é que tal banda, tal filme, tal game é melhor que outro... (Isto fica claro no filme Alta Fidelidade, ícone da cultura pop)
Também acho que ajuda a ritualizar as passagens de ano. Isto fica, isto eu descarto...esta é uma boa maneira pra zerar o ano e criar forças pra começar tudo de nôvo. Por conta disto, vou entrar na brincadeirinha e eleger os livros de 2007 que merecem atenção, lançados em português - dentro da temática das nossas pesquisas. Na verdade, os três primeiros estão na minha lista de Papai Noel - ainda não li e quem sabe meu amigo oculto lê o blog... O item 10 não é livro - é um game, também objeto de desejo.
Infelizmente, na área de música, a vertente memorialista anda predomina. (nada contra as memórias...é só que eu gostaria de ver mais diversidade temática). Vamo lá:

1) Vale tudo - o som e afúria de Tim Maia - biografia do síndico, escrita pelo Nelson Motta para a editora Objetiva. Não tem como ser ruim: o personagem é hilário, o autor é sagaz, afetivo e sabe tudo de música. Imperdível.

2) Ouvindo estrelas - De Marco Mazzola . Outra biografia - a do produtor de meio mundo do pop brasileiro, desde os anos 70. No meio das memórias, há sempre alguma informação bacana sobre indústria fonográfica, produção, etc.

3) A síncope das idéias - A questão da tradição na MPB - de Marco Napolitano. O autor é sério, acadêmico, tem trabalhos muitos interessantes sobre música brasileira e a discussão sobre o gênero MPB ainda rende muita conversa.

4) Distinção - clássico do Pierre Bourdieu, que muita gente esperava há anos ser traduzida. Um tijolo de 80,00 reais, que vale o investimento para quem pesquisa valor, gosto, capital cultural. E pra quem leu Sarah Thornton e ficou interessado na referência.

5) Reinvenções da resistência juvenil - os estudos culturais e as micropolíticas do cotidiano - de João Freire Filho - Já comentei o livro aqui, em outro post. Ótima reflexão sobre a noção de sub-cultura - desde os estudos de Birminghan.

6) Lapa - Cidade da Música - de Miacel Herschmann - Análise do circuito de samba e choro da Lapa, que reúne informações sobre indústria fonográfica e afins. Muito bom.

7) Cultura Digital Trash - Vinicius Andrade Pereira (org) - Este é jabá...pois eu tenho um texto na coletânea. Mas, apesar disto, recomendo por conta do conjunto da discussão e da qualidades dos (outros) autores: Além do próprio Vinicius tem Erick Felinto, Alex Primo, Raquel Recuero, Henrique Antoun, André Lemos, Cristiano e Marsal (pesquisadores de games). Ainda que seja uma publicação deste finalzinho de ano, o lançamento oficial vai ser em janeiro e a gente divulga novamente.

8) Música nas veias - Zuza Homem de Mello - Memórias do autor, pesquisador envolvido com música desde os anos 50. Mais um da vertente memorialista...

9) A biografia de Bob Dylan - Não precisa explicar porquê, né?

10) Guitar Hero - Não, não é um livro, mas um game. E também está na minha lista wish list.

Agora, é abrir um vinho, pra esperar; e torcer pra Papai Noel ser blogueiro...

Ah! E Feliz Natal pra todos!!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

As listas do fim de ano


Já deu prá perceber que eu gosto muito de listas não é? Além de divertidas (algumas são realmente hilárias) acredito que essas eleições de melhor disco, artista, show, música e afins servem para gente ter uma noção do panorama da cena musical. Lógico que quando uma lista é forjada nem sempre a qualidade do álbum ou música são cruciais, soma-se a isso popularidade do artista, estratégias de marketing, interesses das gravadoras, eventos paralelos nos quais as canções se projetam e mais uma série de fatores que determinam quando um artista/obra deve ser citado como melhor ou pior. Mas todos os anos as listas são feitas e querendo ou não, influenciam o consumo de música.
Com o fim do ano se aproximando, revistas, sites e associações de artistas do mundo inteiro se debruçam sobre seus arquivos para eleger os destaques de 2007. A Rolling Stones por exemplo acaba de divulgar a lista das 100 melhores canções do ano com "Roc Boys" de Jay-Z, "Umbrella" de Rihanna, "Rehab" de Amy Winehouse entre as eleitas. Outra lista tradicional é aquela de discos mais vendidos. Dá prá adiantar que entre os investimentos mais bem sucedidos da indústria da música estão Fergie e aqui no Brasil Ivete Sangalo. O The Police, que passou por aqui esse ano, ficou com a turnê mais rentável de 2007; 212 milhões foram arrecadados. Veja a lista que tem deixado as gravadores com apetite. E em tempos de download a lista de álbuns e singles mais baixados virou quase uma... "necessidade". No iTunes dá prá ver a listinha completa com destaque para Mika, Kanye West e Maroon 5.
Aqui no Brasil as premiações começam a aparecer. Recentemente a APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte elegeu "Onde Brilham os Olhos Seus" de Fernanda Takai do Pato Fu como o melhor disco de 2007 com sua homenagem a Nara Leão. Lá fora o Grammy trás como favoritos mais uma vez Amy Winehouse, Rihanna e Kanye West. E logo, logo tem o Brit Awards. E então... qual a impressão que se tem ao ler essas listas?

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Festa!!





Só para lembrar - é quinta!!
Festa dos programas de Pós em Comunicação, com discotecagem nossa - quase todos do LabCult (Marcelo, Marildo, Lucas, Heitor e eu); mais amigas da UFRJ.
No espaço Marun (Catete); 22 horas; 10,00 reais.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Site Critical World - Thinking globalization trough music"

Outra dica - agora da minha aluna Marcela. Este site, bem interessante, qua abriga um projeto sobre "música e globalização" - Dep. de Antropologia, Univ de Montreal, Canadá.

Vejam a apresentação.

"Critical World is a virtual research laboratory that explores the relationship between globalization and music. As a web-based experiment in project-oriented teaching and research, Critical World provides resources for critical engagement with the products of global culture and creates a space for debate about the role of globalization in our everyday lives.

Critical World includes the participation of professors, researchers, students and artists from various cultural backgrounds and disciplinary perspectives. What brings them together in this forum is a common concern about the history and consequences of globalization and a common interest in music’s potential to reveal something about the worlds in which we live.

Critical World is based in the Department of Anthropology at the Université de Montréal, under the supervision of Professor Bob W. White. Critical World has been online since September 2004 and received funding from the Social Sciences and Humanities Research Council of Canada (SSHRC)."

Redes Sociais

Recebi esta dica através da querida colega Raquel Recuero. Trata-se de uma publicação acadêmica sobre ambientes e redes sociais. Já faz uns dias, mas só fui conferir agora e achei a publicação muito boa. Vale a pena conferir a dica, aqui.
Abaixo, a lista dos artigos:

JCMC Special Theme Issue on "Social Network Sites"
Guest Editors: danah boyd and Nicole Ellison

- "Social Network Sites: Definition, History, and Scholarship" by
danah boyd and Nicole Ellison
- "Signals in Social Supernets" by Judith Donath
- "Social Network Profiles as Taste Performances" by Hugo Liu
- "Whose Space? Differences Among Users and Non-Users of Social
Network Sites" by Eszter Hargittai
- "Cying for Me, Cying for Us: Relational Dialectics in a Korean
Social Network Site" by Kyung-Hee Kim and Haejin Yun
- "Public Discourse, Community Concerns, and Civic Engagement:
Exploring Black Social Networking Traditions on BlackPlanet.com" by Dara Byrne

- "Mobile Social Networks and Social Practice: A Case Study of
Dodgeball" by Lee Humphreys
- "Publicly Private and Privately Public: Social Networking on
YouTube" by Patricia Lange

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

iPodj - o novo som das pistas


Indo contra a idéia (careta a meu ver) de que dj é aquele que faz suas mixagens em vinil, muitos músicos têm adotado as facilidades da era digital para fazer a pista bombar. E olha que nem estou falando do criticado hábito de "discotecar" com CDs e notebooks. A tendência agora parece apontar para a utilização de aparelhos de mp3, iPods e até mesmo celulares na produção de sets. Se a prática vai “pegar” entre os profissionais da música não se sabe, mas a novidade levanta a velha questão de legitimação que tanto nos interessa e nos faz lembrar de que música (não só a eletrônica) e tecnologia são indissociáveis. A equipe do “Olhar Digital” realizou uma matéria em vídeo sobre o assunto e vale a pena conferir.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Cena indie em Goiânia, Cuiabá, Palmas

Vocês viram a matéria de capa do Rio Fanzine? No melhor Caderno de Cultura do Globo, esta semana, o assunto era este aí do título. Citando os festivais Noise, Bananada e Vaca Atolada; as pequenas gravadoras e as bandas desconhecidas fora do circuito local, mas que arrastam já milhares de fãs, a matéria comenta a força da cena de rock independente de Goiânia; e que também acontece na (nem tão ) vizinha Cuiabá; e também em Palmas.
Estive andando por aqueles lados - Goiás e Tocantins - nas férias; e pude testemunhar a óbvia força do sertanejo por lá. E a matéria compara: enquanto um show da dupla sertaneja Cristian e Ralf consegue atrair dez mil pessoas num único show, as 41 atrações do festival Noise atraíram nove mil.
Desta forma, acho bacana esta história de "subculturas" - olhaí a noção que discutimos quase o ano inteiro no grupo - que conseguem visibilidade para além da paisagem sonora hegemônica, nadando contra a maré e criando cenas locais fortes.
Ao mesmo tempo, isto nos remete à discussão que Hermano Vianna apresentou de forma pioneira ao discutir o funk carioca: de circuitos que se criam ao largo da grande indústria; sem nehuma "estratégia mercadológica" mais ampla. Vendendo mil discos por banda, atraindo um público que se amplia a cada show e tendo como mote a independência do eixo Rio-São Paulo, a diversidade musical tá garantida enquanto estes circuitos sobreviverem.

Para concluir o post, recomendo dois trabalhos sobre o assunto:

"Reinvenções da resistência juvenil" - de João Freire Filho - Mauad X, 2007 - Livro recém lançado do colega João Freire, que mapeia de forma muito competente a questão das "subculturas" nos campo dos estudos culturais. Bibliografia atualizadissima, bons argumentos - muito legal! Sobre este assunto, "subculturas e resistência", ver especialmente o cap I.

" Música, estilo de vida e produção midiática na cena indie carioca" - dissertação de mestrado defendida na ECO também em 2007, de Fernanda Marques Fernandes, orientanda do mesmo João. Participei da banca e achei o trabalho interessante. ( Não foi publicada, mas está disponível no formato dissertação.)

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Mais samba e mídia!

Num post anterior, comentei o lançamento do livro A construção do samba, do Jorge Caldeira, que parecia retomar aquele argumento do Hermano Viana de que a ascensão do samba como símbolo nacional estava fortemente relacionada à indústria fonográfica. Outro dia me surpreendi quando soube que havia um outro livro que parecia ir pelo mesmo caminho e que sua publicação data de 2003! Auxílio Luxuoso - Samba Símbolo Nacional é o seu nome. Alguém ja ouviu falar?

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Pick-ups no Cine Palácio



E o Rio abriga mais um festival de cinema. Estou falando do Mix Brasil – Festival de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual que acontece até o próximo dia 06 de Dezembro. O evento conta com dois locais de exibição; a Caixa Cultural e o Cine Palácio na Cinelândia com mostras competitivas que reúnem filmes de diversas partes do globo, mas que destaca esse ano a produção asiática. “Briga de espada como você nunca viu” é a chamada do festival que faz referência ao estilo mangá. Então vamos ao que interessa... música! Sim, porque não existe evento gay sem ela.
Estive ontem no Cine Palácio e pude assistir a uma combinação interessante de música eletrônica e cinema. Após exibição do filme “A de Amor”, comédia romântica bem “típica” e divertida, a produção do festival preparou um esquenta ali mesmo no hall de entrada com uma das melhores djs da cena carioca; Patrícia Tribal. O local ajudou; banheiros na cor roxa, espelhos por toda parte, fumaça e luz estroboscópica deixaram o Cine Palácio com cara de boate. E quem quiser ver como funciona a combinação pode comparecer nas próximas sessões que também contarão com “pocket-parties”.
Ah tá... excepcionalmente hoje não haverá a participação de djs, pois a noite é do “Show do Gongo”, mostra competitiva das mais aguardadas que reúne vídeos amadores e hilários de até 5 minutos de duração. Mas amanhã a música volta a dominar a sessão de cinema e a festa de encerramento do festival rola no Barman Club com a Alelux de Johnny Luxo e Alexandre Herchcovitch. Segue o link para a programação completa.

Parceria Acadêmica Brasil-Argentina



Saiu um edital da Capes que visa promover intercâmbio de pesquisas entre Brasil e Argentina. O prazo final para recebimento das propostas é 15 de fevereiro de 2008.

Para saber todos os detalhes, clique aqui.

sábado, 1 de dezembro de 2007

I Mostra de Mídia e Música no Recife - Novo prazo


O prazo para o envio de resumo para o Encontro em Recife anunciado aqui alguns dias atrás foi extendido: agora vai até o dia 14 de dezembro. Mais informações, no endereço do evento.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

A volta do Jackson 5


Será que também vem ao Brasil? Será o retorno triunfal de Michael? Será? Será?

O cantor Jermaine Jackson confirmou a reunião do Jackson 5 para uma turnê em 2008 e afirmou que Michael Jackson participará do projeto e que o polêmico astro pop teria participado de reuniões com o grupo para discussões sobre a empreitada. A última turnê do Jackson 5 foi realizada no ano de 1984.

(fonte: site da CidadeOitentona)

Metallica em vídeo-game

Metallica pode lançar single em vídeo game

Ainda não há nada confirmado, mas existem boatos de que o Metallica pode lançar novo single no jogo de vídeo game “Rock Band”. O próximo disco da banda, ainda sem nome, tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2008. O último disco de estúdio lançado pelo Metallica foi “St. Anger”, de 2003.

(fonte: site da CidadeWebMetal)

As "sub-rádios" da CidadeWebRock

Desde que deixou o dial do Rio de Janeiro em março de 2006 para operar somente na web, a Rádio Cidade, ainda vinculada ao rock, vinha mantendo um estilo e conteúdo de programação bem próxima à de quando operava no espectro radiofônico, antes de alugar a sua concessão no espectro para o grupo Oi.

Um ano depois, atentando para as facilidades oferecidas pelo formato de plataforma online, a rádio começou a testar algumas novidades. Nos últimos meses foram criadas as seguintes rádios vinculadas à Cidadewebrock: CidadeWebMetal (voltada para o metal e seus subgêneros), CidadeRockBrasil (apenas rock brasileiro - não sei se de todas as épocas...), CidadeClassicRock (rock dos anos 60, 70,80 e 90 e novidades de bandas clássicas) e CidadeOitentona (com músicas do pop e do rock dos anos 80 no geral). Algumas ainda funcionam em caráter experimental e outras já não mais.
Há um bom apuro quanto à arte visual no site de cada uma delas e as propostas parecem ser interessantes e bastante diversificadas em relação ao que se ouve por aí nas emissoras que transmitem em sinal de FM. Provavelmente deve servir como um teste para voltar ao dial quando o sinal das rádios for digitalizado e possibilitar transmitir transmissões simultâneas no mesmo canal. Ou não.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Interatividade- para quê?

Uma discussão que parece estar em segundo plano neste papo todo de TV Digital é a produção de conteúdo.
Em todas as matérias que leio na "Nídia" (como diz uma conhecida da minha irmã) os caras só estão preocupados em discutir quanto vai custar o aparelhinho conversor para as tvs que temos em casa.
Por conta disto, duas notícias me chamaram a atenção neste início de semana. Uma foi um e-mail do Lucas me repassando o endereço do "primeiro canal brasileiro para celular", da Oi TV Móvel o www.humanoides.com.br.
O segundo foi a matéria do Globo Informática sobre o Segundo Telemig Celular Arte.mov - Festival Internacional de Arte em mídias móveis - que premiou artistas que desenvolvem trabalhos artísticos não só para celulares, mas para mídias móveis em geral. Vale a pena conferir o site, que apresenta as obras premiadas.
O que me parece interessante, nos dois casos, é a preocupação com a criação e reflexão - no caso do festival - em torno do desenvolvimento de linguagens próprias para novas mídias e/ou ambientes.
Pode parecer óbvio, mas não e. Pelo contrário. É bem comum encontrarmos tentativas de transposição de conteúdos de uma mídia para a outra. Coisa que nunca deu certo.
E, como já comentei num outro post, me dá arrepios ouvir uma diretora da Globo dizer que a interatividade da TV digital vai servir para "vc comprar a bolsa que a Regina Duarte está usando na novela" diretamente do seu aparelho, em "real time", na hora da novela.
Ora, a noção Mcluhaniana de "gramática" de um meio de comunicação remete-se a esta reflexão: a de que cada meio potencializa certas possibilidades de expressão e criação; ao mesmo tempo que impede outras de se desenvolverem.
Assim, este é o momento de pesquisa em torno de linguagens específicas para o celular, para a tv digital, para games online, etc. Já sabemos que interatividade é uma palavra-chave para esta conversa.
Mas, entender que interatividade vai além "da compra da bolsa da novela" é fundamental. Aliás, neste momento, vai além também da relação homem-máquina.
Pois, o que chama a atenção nos projetos mais interessantes ligados ao digital é a possibilidade de criarmos redes sociais a partir da interatividade.
Orkuts, comunidades virtuais de todos os tipos, mundos virtuais ao estilo Second Life são alguns dos exemplos que confirmam esta impressão. Mas, muito mais está porvir e ainda há muito o que pesquisar.

Trem do samba

Pedindo licença no mundo dos games, gostaria de divulgar um evento musical que acontece anualmente no Rio de Janeiro. No dia 2 de dezembro, os tradicionais redutos da gafieira carioca celebram o Dia Nacional do Samba. O ponto alto da festa são as rodas que acontecem no interior dos trens que partem da Central do Brasil. As composições param naMangueira, para embarcar a Velha Guarda de lá, depois o destino é Madureira, onde embarcam os sambistas de Império Serrano e Portela, estacionando em Osvaldo Cruz. Para os interassados em participar deste evento singular, segue a programação completa de todas as rodas de samba que acontecem no famoso Trem Parador.
RIMEIRO TREM
Saída às: 17h30Vagão 01 - Marquinhos de Oswaldo Cruz, Velha Guarda da Portela e Samba Social Clube.Vagão 02 - Velha Guarda do Império Serrano.Vagão 03 - Pagode da Tia Doca.Vagão 04 - Pagode do Negão da Abolição.Vagão 05 - Grupo Autonomia (Roda de Samba Imperial).Vagão 06 - Percussão Feminina.Vagão 07 - Bloco Cacique de Ramos.Vagão 08 - Grupo Parados na Ponte.
SEGUNDO TREM
Saída às 17h50Vagão 01 - Trem de Niterói – Grupo Nossa Arte.Vagão 02 - Velha Guarda do Salgueiro / Velha Guarda da Mangueira .Vagão 03 - Conjunto do Bar Bip Bip.Vagão 04 - Pagode do Nelsinho / Wilma.Vagão 05 - Mestre Faísca.Vagão 06 - Locomotivas do Samba (Luperce Miranda Filho).
TERCEIRO TREM
Saída às 18h30Vagão 01 - Quilombo.Vagão 02 - Clube do Samba.Vagão 03 - Grupo Baluarte de Turiaçu.Vagão 04 - Grupo da Analimar.Vagão 05 - Embaixadores da Folia.Vagão 06 - Grupo Povo do Estácio.
QUARTO TREM
Saída às 19h10Vagão 01 - Bloco Manga Preta.Vagão 02 - Velha Guarda de Vila Isabel.Vagão 03 - Voltar para Quê e Celsinho compositor.Vagão 04 - Pagode do Sambola.Vagão 05 - Democráticos de Guadalupe / vagão de São Paulo (Vila Madalena e Barsamba).Vagão 06 - Pagode da Tia Ciça.

domingo, 25 de novembro de 2007

Olha o perigo!

Folheando a Revista, do Globo de hoje, encontro a seguinte: Marcos Prado vai fazer um filme sobre os "paraisos artificiais" das raves e o tráfico de drogas sintéticas.
Tudo bem que as credenciais do cara sejam boas - diretor do Estamira; produtor de "Tropa...", "os carvoeiros" e "ônibus 174".
Mas, sei não...achei estranhos os seus comentários, ao justificar o interesse pelo tema com o qual vai estrear na ficção:
" Dois motivos, preocupação com meu filho de 15 anos, que vai passar por estas drogas, e entender se por trás das raves e da música eltrônica havia uma ideologia. Eu tinha uma visão preconceituosa, mas um lacaniano, Jorge Forbes, mostrou-me que existe uma essência nesse movimento, que faz o ser humano chegar mais próximo de si".
Depois ainda fala de "juventude que se reinventa contra o consumismo, a hipocrisia...existe uma revolução silenciosa acontecendo"

Posso estar sendo injusta, pois a matéria é de uma página - e ele fala pouco deste assunto. Mas, dá a impressão que a visão é um pouco idealizada, romântica demais... e autores como a Sarah Thornton (no Club Cultures) - ou mesmo o Simon Reynolds (Ecstasy Generation), já criticaram esta visão utópica das raves , muito ligada ao "mito de origem" londrino lá dos idos dos anos 80, cuja bandeira era o PLUR (peace, love, unity, respect).
Ainda bem que o filme está programado para ser filmado em 2009 - dá tempo de aprofundar a reflexão até lá, né!?

Música eletrônica na Semana Acadêmica da UFF

Amanhã, o Lucas Waltenberg, bolsista PIBIC do LabCult, apresenta trabalho sobre "A banda Klaxons e a new rave: como se constrói um novo gênero musical" dentro da Semana Acadêmica da UFF. Vai ser no prédio da Letras, as 10.15 da manhã, Bloco B - Sala 107.
Este trabalho faz parte do projeto que desenvolvo: " Cibercultura, gêneros e cenas na música eletrônica do Brasil", com o apoio do CNpq.

Como as crianças nao piraram?

Me permitam a licença poética para escrever um post que se afasta de meu objeto de pesquisa, a música eletrônica, e dos objetos dos meus colegas do grupo também. Entretanto, como esse blog fala sobre entretenimento, acho que possuo um abertura para falar de animação. Há alguns meses resolvi baixar os desenhos do Gato Felix mais antigos, já que quem é da minha geração só o conheceu em cores e falando. Posso dizer seguramente que perdemos muito na "evolução" do gato ao longo do tempo. Fiquei realmente perplexo com os desenho da década de 20 que mostram um gato totalmente cético numa paisagem construída com quase nenhum elemento de cenário. A criatividade de Otto Mesmer parecia não ter limites quando compôs um personagem que está a toda hora se descompondo e se metamorfoseando: seu rabo serve de manivela, taco de golfe e tudo mais o que você quiser. Tudo, absolutamente tudo, que está presente no cenário pode mudar sua forma e criar vida. A forma como ele trabalha com os pontos de exclamação e interrogação que surgem volta e meia na cabeça de nosso personagem é extremamente desconcertante: em um dos episódios ele pega os tais pontos e os encaixa formando uma hélice, que é acoplada a um pedaço de madeira fazendo num avião. Muito antes dos anos 70 parece que as viagens de LSD já tomavam corpo nos desenhos de felix. A narrativa é extremamente fragmentada e quebra todas as nossas expectativas sobre o que vai acontecer. É realmente intrigante a forma como ele produz um conteúdo tão rico com quase nenhum elemento. Nas versões posteriores, em cores, o gato agora pode falar e isso pareceu quebrar toda a regra de economia que permanecia na versão original, o que prejudicou todo o efeito narrativo. Confesso que meu relato parece um saudosismo de uma época que não vivi, mas não consigo pensar de outra forma. O que mais me intriga é como um desenho extremamente desconcertante chegou a fazer tanto sucesso. Como Mesmer fez isso eu não sei, a única coisa que sei é que merece ser aplaudido de pé.

Radiohead no Brasil



Então... sei que já ouvimos vários rumores sobre a vinda dos caras para o Brasil, mas dessa vez parece que vai mesmo rolar...

Durante um programa da Radio 1 pela BBC o guitarrista do Radiohead, Ed O'Brien afirmou que a banda deverá passar pela América do Sul em 2008 com a atual turnê Rainbows. Nas palavras de O'Brien; "Nós esperamos passar pelo Japão e também pela América do Sul, onde nunca fomos. Argentina e Brasil".

É aguardar pra ver e ouvir.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Minicom anuncia rádio digital para 2008



O Ministério das Comunicações (Minicom) informou nessa quinta-feira (22/11) que os brasileiros poderão ouvir a rádio digital a partir de 2008. Os testes finais devem ser realizados até o final do ano e consistem em avaliar os riscos de interferência entre as emissoras. Dois sistemas estão sendo testados; o norte-americano In Band – On Chanel (Iboc) e o europeu Digital Radio Mondiale (DRM).
O sistema americano tem recebido críticas porque pode reduzir o espaço no espectro para a entrada de novas rádios. Funciona assim; se de um lado as emissoras contarão com diferentes programações simultaneamente, por outro, esse recurso congestiona o espaço eletromagnético impedindo a entrada de novas rádios, o que implica na concentração do espectro na mão das emissoras já existentes.
Outro tema bastante discutido gira em torno dos novos aparelhos. O consumidor que quiser se beneficiar de toda qualidade digital terá que substituir seu antigo aparelho por um novo modelo avaliado em R$ 70,00, segundo o ministro das comunicações Hélio Costa. O preço foi especulado pelos fabricantes Sansung e Sony. Mas o governo federal pretende baratear o custo dos aparelhos a partir de um acordo com as indústrias, no qual os empresários diminuam a margem de lucro e o governo reduza os impostos.
Vejamos algumas (possíveis) mudanças a partir do sitema de rádio digital:

- Qualidade de som melhor: A rádio AM passa a ter qualidade de FM; a rádio FM terá som de CD.
- Maior abrangência: rádios poderão ter uma cobertura de amplitude nacional.
- Flexibilidade: com o sinal digital, alguns aparelhos receptores poderão pausar programação ao vivo ou ainda voltar o programa desejado ou música para o seu início.
- Novos conteúdos: ouvintes poderão receber junto com a programação normal, informações gráficas sobre clima ou trânsito, além de dados como nome do autor e intérprete da música.
- Multicanais: Uma mesma emissora pode veicular programações diferentes simultaneamente.

Curso de DJ no Senac-RJ

O Senac-Rio está oferecendo um curso de formação de DJ. Aí embaixo vão as informações. (Acho q esse post vai dar algum pano pra manga em termos de comentários - ao menos para os DJs do grupo...)

Objetivos: Propiciar condições para que o participante opere equipamentos de áudio para mixar músicas e montar seqüências musicais. Aprimorar sua capacidade de se comunicar com o público/cliente, criando repertórios adequados ao evento.
Descrição: Programa de Qualificação Básica com duração de 60 horas presenciais (2 meses), no qual o participante desenvolverá competências necessárias para atuar como disc jockey, utilizando equipamentos de áudio profissionais, técnicas de mixar e combinar músicas em diferentes mídias, com a finalidade de montar um repertório adequado para cada evento e público.Perfil do profissional. O profissional capaz de operar equipamentos de áudio, mixa músicas, monta seqüências musicais podendo atuar em casas noturnas e festas.
Para inscrição: Identidade, CPF, Comprovante de Escolaridade
Requisitos: Conclusão do ensino fundamental
Competências a serem desenvolvidas: Instalar equipamentos de áudio profissionais de DJ adequados aos ambientes e público;Mixar músicas gravadas em vinil, CD ou com controlador midi, utilizando técnicas adequadas;Elaborar uma seqüência musical ajustada ao ambiente e ao público/cliente, criando um estilo próprio e inovações no repertório musical;Criar seleções musicais específicas de acordo com os diferentes tempos e momentos do evento, em especial para "esquentar" a pista de dança;Realizar edições e montagens digitalmente.
Duração total: 60h
Onde acontece:
Senac Campo Grande
Rua Barcelos Domingos, 58 - Campo Grande - Rio de Janeiro/RJCEP: 23080-020 Tel.: 2415-9555 E-mail: campogrande@rj.senac.br

Data Prevista07/1/2008 a 19/3/2008

Horários2ª,4ª - 19:00/22:00

Centro de Cultura e Comunicação
Rua Pompeu Loureiro, 45 - 10º andar - Copacabana - Rio de Janeiro/RJCEP: 22061-000 Tel.: 2545.4848 E-mail: cultcom@rj.senac.br

Data Prevista12/2/2008 a 17/4/2008

Horários3ª,5ª - 19:00/22:00

Centro de Cultura e Comunicação
Rua Pompeu Loureiro, 45 - 10º andar - Copacabana - Rio de Janeiro/RJCEP: 22061-000 Tel.: 2545.4848 E-mail: cultcom@rj.senac.br

Data Prevista28/11/2007 a 25/2/2008

Horários2ª,4ª - 19:00/22:00

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Jupiter Research faz previsões sobre o mercado da música.



Um estudo da Jupiter Research aponta que mesmo com um faturamento estimado em 3,4 bilhões de dólares até 2012, a venda de música digital pela internet não será suficiente para fazer o mercado voltar a crescer. Enfrentando uma crise desde que a troca de arquivos digitais se popularizou, a pesquisa vem jogar mais um balde de água fria nas expectativas do setor em arrecadar tanto ou até mais com a comercialização de música digital e assim recuperar as perdas dos últimos anos na venda de discos. O relatório chamado “Previsão da Música nos EUA 2007 – 2012” apontou ainda que mesmo com as músicas digitais, muitos usuários ainda preferirão os CDs. “O negócio de fazer download de músicas é uma alternativa, não uma substituição aos CDs. Ainda existem consumidores que preferem um produto tangível” disse (sabiamente) David Schatsky, presidente da Jupiter Research.

Programa Salto Para o Futuro na TVE

Dois professores do PPGCOM da UFF e do departamento de estudos de mídia participam do programa Salto para o Futuro da TVE. Hoje, Afonso de Albuquerque estará lá falando sobre TV Pública e, na quinta, é a vez da Professora Ana Lúcia Enne falar sobre TV Digital e Educação. O programa é ao vivo, às 19h.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Jogue para ouvir a nova do Mars Volta!


Depois do Radiohead, é hora do The Mars Volta inovar na divulgação/distribuição do seu mais novo trabalho. A Banda de rock americana disponibilizou em seu site oficial um quebra-cabeça de 15 peças. O prêmio pra quem conseguir montar a imagem é um single do quarto disco de estúdio do grupo "The Bedlam in Golliath" com lançamento previsto para o dia 29 de Janeiro.

Para jogar acesse www.marsvolta.com/puzzle/

Obs.: Não sei se a música é boa, pois ainda não consegui montar o bendito quebra-cabeça.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Vint Cerf no Infoetc

"A economia do mundo digital - seu processamento,armazenamento e distribuição - é tão diferente da economia física que os modelos que funcionam no mundo "real" podem não funcionar no mundo virtual.Como os modelos tradicionais no setor de direitos autorais dizem respeito à cópia, e como a cópia é muito fácil na Internet, como já disse, precisamos de modelos alternativos.De qualquer modo, o mundo corporativo é muito criativo quando se trata de ganhar dinheiro na internet. Deve haver espaço para experimentação, para deixar os criadores de conteúdo decidirem o que fazer com ele. Não se deve impor uma única filosofia à rede."

A citação faz parte da boa entrevista de Vint Cerf, um dos criadores (junto com Bob Kahn) dos protocolos de rede TCP/IP, um dos pilares da internet, na década de 70, ao André Machado na edição do Caderno de Informática do Globo de hoje. Confiram no impresso (ou versão digital para assinantes) Infelizmente, não saiu no globo online.

sábado, 17 de novembro de 2007

LCD!!

Não fui ver o LCD Soundsystem, que estava ontem no Rio. Tava morrendo de vontade, mas
achei carissimo, uma sacanagem pagar 200,00 por um show no Circo Voador.
Resisti, mas me deu uma dorzinha no coração - especialmente depois que li o post do Tom Leão comentando que o show foi ótimo, no blog dele.

Pra (meu) consolo, posto uma música dos caras - Get Innocuous - para embalar o sabadão.

Musica eletrônica e televisão

Para aqueles que se interessam pela relação entre música eletrônica e sua representação midiática, vale uma conferida na tese: "Dance, Culture, Television: an analysis of the politics of comtemporary dance culture and its televisual representations". O autor vai contra o senso comum que vê a cultura da música eletrônica como uma manifestação menor e apolítica. Com uma bibliografia atualizada, o autor se conecta a grande parte dos estudos sobre musica popular massiva hoje. Vale a pena conferir!

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Um novo nome para o Ira! - Um caso legítimo do rock


Após a controvertida saída do cantor Nasi do grupo de rock paulistano Ira!, Edgar Scandurra vêm a público (leia-se comunidade da banda no Orkut) anunciar que ele e os outros membros remanescentes seguirão juntos, mas com um outro nome. Por enquanto, Scandurra, André Jung e Ricardo Gaspa atenderão por Trio, já que não vêem mais sentido em continuar usando o antigo nome.
Muitas bandas já passaram por situação parecida, mas tiveram atitudes diferentes. Humberto Gessinger, por exemplo ensaiou um insosso Gessinger Trio em 1996 quando seus outros dois companheiros decidiram abandonar os Engenheiros do Hawaii. O projeto fracassou e já no ano seguinte Gessinger reassumiu o nome da banda e segue ainda hoje como um verdadeiro exército de um homem só. Os Titãs ao que parece se quer pensaram na possibilidade de mudar de nome. Após a saída de Arnaldo Antunes o grupo emplacou um MTV Acústico e mesmo sem Marcelo Frommer e Nando Reis o grupo continua o mesmo, pelo menos no nome.
Talvez a diferença entre conservar ou não o antigo nome do grupo esteja relacionado a força legitimadora do cantor na música pop. Bandas seguem na maioria das vezes harmoniosamente sem um ou mais de seus integrantes originais quando estes são instrumentistas (caso do R.E.M., Manic Street Preaches e Red Hot Chili Peppers), mas tendem a se desfazer completamente quando perdem o seu vocalista principal (veja os extintos Queen, Nirvana e Audioslave).
Lógico que o tema merece uma análise mais aprofundada e que existem exceções, mas a cultura rock está cheia de exemplos nos quais bandas que perdem seu cantor tendem a assumir mais rápido a mudança e recomeçar a partir de um novo projeto, muitas vezes ambicionando novas sonoridades e para tanto, assumindo um novo nome. O caso do Ira! Deve ser acompanhado de perto pois apresenta uma situação diferenciada. Embora Nasi seja o cantor principal, é senso comum que o verdadeiro líder da banda é o Scandurra. Qual será a postura dos fãs?

Pirataria Legal

A banda sueca Lamont ganhou projeção internacional e shows esgotados até o final do ano sem ter vendido quase nenhum cd. Dá para acreditar? O pior é que dá.

Acontece que a banda foi "patrocinada" pelo site Pirate Bay (nome sugestivo, não?) de torrents para download e com isso, teve seu disco de estréia baixado mais de 100 mil vezes.

O esquema funcionou assim: a banda vendia um CD-R bem barato com uma capa arrumadinha, os fãs baixavam o single no site oficial e queimavam o cd com as músicas. O Pirate Bay gostou da idéia e resolveu promovê-la no site de downloads, colocando links para que as pessoas que freqüentam o Pirate Bay, pegassem o disco e conhecessem a banda. Bem, de qualquer jeito as músicas iriam parar lá. Melhor que fosse de uma maneira amigável.

Em entrevista ao G1, o vocalista Kristopher Åkesson diz: "não acreditamos que a renda de um artista em início de carreira na Suécia venha da venda de um número alto de discos. Pouquíssimos conseguem isso hoje em dia (...) É muito mais uma questão de fazer as pessoas conhecerem a banda, irem aos shows e comprarem coisas relacionadas ao Lamont. No final das contas, mais gente vai comprar o nosso disco. A partir do momento em que decidimos lançá-lo por contra própria, sem contrato com gravadora, é uma maneira ótima de conquistar fãs fora da Escandinávia"

Link para a matéria completa aqui.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Samba e Indústria cultural


Para a nossa alegria chega às prateleiras um novo livro sobre o samba, com vistas a combater a batida posição de que essa expressão cultural representa as puras raízes brasileiras. Para tanto afirma que o processo de elevação do samba a símbolo nacional é impensável se não notarmos o seu prestigio angariado junto às classes médias e sua promoção através da Indústria Cultural. Ainda não tive contato com o livro, soube de sua existência de resenhas. Entretanto, de cara uma questão me veio à mente: não é essa a tese de Hermano Vianna, no seu bem conhecido “Mistério do Samba”? Em todo o caso fiquei curioso, acho que vale a dica!

domingo, 11 de novembro de 2007

Encontro em Recife

I MOSTRA DE MÍDIA E MÚSICA

O Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de
Pernambuco - PPGCOM/UFPE realiza, no dia 18 de janeiro/2008, a I
Mostra de Mídia e Música.

Com o tema "mídia, música e mercado na contemporaneidade", o
PPGCOM/UFPE propõe um espaço em que sejam debatidos os diferentes
pensamentos sobre a música popular na atualidade, estimulando a
pesquisa sobre mídia e música, a fim de que se possa aprimorar
conhecimentos e fortalecer as práticas interdisciplinares que englobem
essa temática.

A partir de reflexões acerca do entrelaçamento da música enquanto
processo social e, sua respectiva inserção nos diferentes veículos
midiáticos, é perceptível no âmbito acadêmico, a necessidade de
aprofundamentos dos estudos que tratem do binômio música e
comunicação. Música aqui é tratada não somente como um material
estético concebido sob um conjunto de padrões, mas sim como prática
social; um fenômeno intimamente associado ao advento das diferentes
formas de circulação de produtos culturais na atualidade, amplamente
difundidos através de exibições em programas de todas as mídias (TV,
rádio, internet), resultando num processo bastante dinâmico.

- Data: 18 de janeiro de 2008
- Local: Centro de Artes e Comunicação (CAC) da UFPE. Avenida
Acadêmico Hélio Ramos, s/n - Cidade Universitária. 50670-901, Recife -
PE.
- Inscrições: de 19 de novembro/2007 a 15 de janeiro/2008
[A ficha de inscrição estará disponível no site: www.ufpe.br/ppgcom, a
partir de 10 de novembro.]
- Público-alvo: graduandos, pós-graduandos, pesquisadores e
profissionais interessados.
-Chamada de trabalhos:
Serão aceitos para submissão, resultados de pesquisas concluídas ou em
andamento, trabalhos de conclusão de curso ou pesquisas desenvolvidas.

Resumo:
O resumo deve ser enviado para o e-mail: midiaemusica@gmail.com,
contendo no início: Nome do autor, titulação, Instituição e e-mail,
alinhados à direita. No título da mensagem colocar: GT_nome do autor
O corpo do resumo deve ser escrito entre 10 e 30 linhas (parágrafo
único), com fonte Times New Roman, tamanho 12, espaço simples, sem
recuo de parágrafo. Deve ser acompanhado de três a cinco
palavras-chave, separadas por vírgula.
- Submissão de resumos: de 10 a 30 de novembro/2007
- Resultado da submissão: 12 de dezembro/2007
[Autor com trabalho selecionado deve realizar sua inscrição até o dia
08 de janeiro/2008]

Texto completo:
O texto completo deve ser enviado para o e-mail:
midiaemusica@gmail.com, tendo como título da mensagem: GT_nome do
autor.
No início da página colocar o título do texto centralizado e o nome do
autor alinhado à direita. Como nota de rodapé, colocar a instituição e
um minicurriculum de até três linhas e e-mail.
O texto completo deve conter até 12 páginas (excetuando as referências
bibliográficas), fonte Times New Roman, espaço 1,5, justificado, com
margens superior, inferior, direita e esquerda a 2,5 cm e parágrafos a
1,5 cm da margem. As notas de explicativas devem vir imediatamente no
fim da página.
As citações devem ser escritas na forma: AUTOR, DATA, PÁG. No caso de
citações longas, com mais de três linhas, devem ser destacadas do
texto, com letra tamanho 10 e recuo de 4 cm da margem.
Envio de texto completo: Até 08 de janeiro de 2008
Só serão publicados nos Anais do evento (CD-Rom), os trabalhos que
forem enviados até o prazo final.

- Mostra de Monografias e Trabalhos de Conclusão de Curso (MTC)
Espaço destinado à apresentação de monografias e trabalhos de
conclusão de cursos (qualquer habilitação) da UFPE e demais Escolas de
Comunicação do país, que tratam de temáticas relacionadas.

-Grupos temáticos (GTs):
Os grupos temáticos estão divididos em dois eixos principais: gêneros,
cenas e dinâmicas identitárias e mídia, música e mercado. Embora sejam
dois os GTs, pode haver a separação dos trabalhos por sessões de
proximidade de abordagens, que funcionarão durante o horário destinado
ao GT.

GT 1: Gêneros , cenas e dinâmicas identitárias
A proposta do GT é discutir as características e o panorama musical na
atualidade, destacando-se as hibridizações, os diferentes diálogos e
mediações proporcionados pela prática musical, bem como referências à
estética, ressignificações e roupagens nos diferentes gêneros, em
consonância com o entendimento de música como prática social que
contribui para consciência e produção simbólica. Este GT agrega
trabalhos que tratem de identidade, rearranjos, circuitos musicais
variados, análises de obras, enfim, as discussões sobre as comunidades
musicais contemporâneas.

GT 2: Mídia, música e mercado
A proposta do GT é discutir o processo de consolidação da música
enquanto produto mercadológico, os fatores e as conseqüências visíveis
e que ocasionam numa dinâmica de produção, circulação e consumo mais
instantânea e abrangente, tendo em vista o progresso dos dispositivos
tecnológicos contemporâneos, bem como a inserção na mídia de massa
mais consolidada por rádio e TV. Este GT agrega trabalhos que tratem
de circulação de música na Internet, produção independente, programas
e programações de rádio e TV e temáticas afins.

-Programação

08h às 09h: recepção e credenciamento

09h: Abertura

09:30h: Mesa de abertura: Mídia, identidades e ressignificações musicais
Local: Auditório do CAC

10:30h: Intervalo

10:40: Mostra de Monografias e Trabalhos de Conclusão de Curso

10:40h: Seções de Grupos de Trabalho
GT 1: Gêneros, cenas e dinâmicas identitárias

12h: Intervalo para almoço

14h: Seções de Grupos de Trabalho

GT 2: Música e Mercado

15:20h: Intervalo

15:30h: Mesa redonda: Configurações mercadológicas da música
Local: Auditório do CAC

16:30h: Mesa redonda final: Perspectivas da Música Brasileira
Local: Auditório do CAC

17:30h: Encerramento
Lançamento de livros
Programação cultural
Local: Pátio do CAC

========================================

sábado, 10 de novembro de 2007

Eventos no Oi Futuro

Na terça, dentro do Projeto Multiplicidades, a dupla Carlos Casas e Sebastian Escofet se apresenta no Oi Futuro. Eles estiveram no importante festival de música e novas linguagens Sonar - que acontece todo ano em Barcelona e têm uns projetos de música/imagens interessantes, inclusive um vídeo sobre a Rocinha. (confiram nos sites http://www.carloscasas.net e http://sebastianescofet.asterisco.org.
Por falar em OiFuturo, que é um espaço queridinho do LabCult - até as reuniões do grupo acontecem lá no café - posto abaixo a crítica feita pela minha aluna de Estudos de Mídia Dally Schwarz sobre um outro evento.



PoiesisEntre_PIXEL_E_PROGRAMA

A exposição que está no OiFuturo até o dia 02/12, organizada por André Vallias( grande nome da poesia visual/digital, designer e idealizador de sites e projetos como o REFAZENDA, o ERRÁTICA, entre outros), Frederich W. Bloch (pesquisador,curador,artista alemão, envolvido em vários projetos renomados inclusive vinculados a Universidade de Kassel) e Adolfo Montejo Navas( poeta espanhol,crítico,curador,colaborador de diversas revistas culturais como a Cult, Lápiz, sites, ministrou diversos cursos em instituições culturais e escreveu muitos livros ) é uma boa instigação acerca da poesia, além da palavra.

A mostra traz um bom repertório para pensarmos a poesia num universo multimidiático,onde suportes, materiais, idéias convergem e provocam sensações tão vivas quanto o esperado por muitos.

Porém, os bate-papos que ocorreram nos dias 30/10 e 31/10 não me pareceram tão ousados e pretensiosos...

No primeiro dia, além de uma platéia quase vazia, o alemão Thomas Wohlfahrt passou por sérios constrangimentos devido a problemas técnicos da estrutura do Centro Cultural, inclusive problemas de conexão, em um local que exala tecnology.Mas mesmo com os probleminhas, sua fala foi muito bem articulada. E apresentou projetos muito interessantes, como o site lyrikline.org, que reúne, num ritmo crescente, diversos poetas e poesias para serem lidas,ouvidas (com a disponibilidade de tradução em muitas línguas ) e o Festival Zebra de video-poemas, que acontece em Berlim.Os vídeos que Thomas mostrou no encontro eram de estéticas e linguagens diversas, desde animação à vídeos irônicos que diríamos, facilmente, que saíram do youtube.(Esse material está disponível na exposição)

Achei bem legal também, a reflexão em torno da idéia de que as pessoas escutam e sentem a poesia mesmo sem entenderem a língua. o que faz com que esta expressão se aproxima mais do universo da música (linhas dos tons e dos ritmos) do que da prosa.

Já no segundo dia, a sala estava mais cheia, e foi a vez do André Vallias falar e o fez muito bem,conseguindo traçar uma "história" não linear da idéia da poesia, de poiesis e da entrada do digital na conversa.A platéia também se animou mais e possibilitou um embate de falas misturando esses lugares.

Entretanto, foi um pouco incomôdo perceber que a mediadora ( Bia Correa do Lago ) e algumas vezes uns palestrantes (Adolfo Montejo Navas e Guilherme Kujawski) se mostraram um tanto quanto " se vira nos 30", apresentando muitos pensamentos soltos e que acabavam em uma divagação, como a própria Bia observou; e em algumas pérolas como o conceito de policontextualidade, que seria segundo Guilherme Kujawski mais aplicável que hibridismo e intertextualidade...

Tá bom, eu não posso só meter pau...Muitas questões levantadas foram importantes, tais como a resistência às novas maneiras de se fazer poema no contexto multimídia, onde a procura pelo tecnológico de ponta é grande; a questão nada nova acerca das possibilidades de todos serem artistas devido a internet ( questionável, ainda mais por ser esse o momento em que a Arte se denuncia em olhares puristas mesmo nos mais inovadores), a questão da imagem na sociedade contemporânea e sua força, assim como a palavra escrita que aprisiona...

Enfim, num vai e vem de pensamentos... Sempre caímos no: "Mas será que precisamos de TANTA tecnologia para fazer poemas?”... E daí deslizamos por um caminho, que para mim, desvia da intenção principal da exposição, que é nos permitirmos experimentar essas poesias em suas características. Infelizmente foi nesse deslize, e na fala de uma das pessoas da platéia que cheguei à conclusão de que percorremos todos os degraus do prédio cheio de luzes e estímulos sensoriais que nos vitalizou, para chegarmos ao terraço e nos jogarmos de cabeça.

"Para mim esse foi o momento mais vivo, mais significativo da mostra, onde se concretizou a performance, aqui foi o melhor da POIESIS_ENTRE_PIXEL_E_PROGRAMA"

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Em terras canadenses...

Quatro alunos da Universidade Federal Fluminense partem esta semana para o Canadá, onde integrarão o Projeto Universidade de Verão. Entre os dias 17 e 25 deste mês, Diego Dacal ( 1º período do curso de Estudos de Mídia), Tânia Pinta, Pedro Perazzo e Julia Vanini ( todos do 5º periodo do curso de Cinema) participarão de atividades relacionadas à produção de jogos eletrônicos na Université du Quebéc en Abitibi-Témiscamingue. Todos estes estudantes fazem parte da minha equipe de roteiristas do França – Antártica, game educativo desenvolvido em conjunto pelos Departamentos de Estudos de Mídia, Cinema e Ciência da Computação da UFF. A escola canadense compõe o Projeto Université Internationale du Multimídia – UIM – e a Universidade Federal Fluminense é a primeira instituição sulamericana a integrar este grupo.
Desejo votos de boa sorte ao time, com certeza estão diante de uma excelente oportunidade para aprimorar suas qualidades, diante de um mercado que cresce consideravelmente!

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

II CONECO - Abertura dia 14/11

Convidamos todos os leitores do blog do Labcult para a abertura oficial do II Congresso de Estudantes de Pós-graduação em Comunicação Social, que será realizada no dia
- 14 de novembro, às 14h.

Com participação do cineasta Silvio Tendler (diretor do filme Encontro com Milton Santos - ou o mundo global visto do lado de cá, de 2007) e de José Marcelo Zacchi (do site Overmundo), que discutirão sobre o tema do congresso deste ano: Novas tecnologias e cultura livre.
- Local: sala K102, do Edificio Kennedy. PUC-Rio (Rua Marques de São Vicente, Gávea)

Após a mesa de abertura haverá uma recepção aos participantes e convidados

domingo, 4 de novembro de 2007

ARGs, marketing de guerrilha e...Adolfo

Na matéria sobre as estratégias do "marketing de guerrilha" para o cinema nacional, hoje, no Globo, a repórter menciona o ARG - Alternate Reality Game - que está sendo desenvolvido para o filme "Meu nome não é Johnny" - que entrará em cartaz em janeiro de 2008.
Lembra ela que a tática é inédita no lançamento de filmes no Brasil e - claro, cita a ilustre iniciativa do Spielberg em 2001 para lançar o filme "AI - Inteligência artificial".

Bem, mas e daí?
Daí que o que faltou mencionar é que este projeto foi proposto, concebido e está sendo desenvolvido pelo Luiz Adolfo de Andrade, pesquisador aqui do LabCult - que, sem dúvida, tem uma das reflexões pioneiras sobre o assunto dos games em geral e dos ARGS, que já apareceu várias vezes nos posts.

A gente achou que o assunto ainda estava "off", mas uma vez tornado público, não custa dar o crédito da idéia... e parabenizar o pesquisador.

PS - Não encontrei o link para a matéria. Li no Globo papel - Revista, de hoje - 4 de novembro, pg 12, Matéria "Lutando pela bilheteria", de Marcella Sobral.

Imperdível: De Kerkhove na BN amanhã!!



Eu já havia postado o convite, mas reforço a chamada - especialmente para meus alunos do curso de "Apropriações e Convergências Tecnológicas", além, é claro, de nossos labcultianos e geral interessado na discussão sobre Novas Mídias.
Amanhã, as 15 horas, Derrick de Kerkhove estará ministrando uma palestra no auditório da Biblioteca Nacional sobre as "formas de ler" no contexto das tecnologias digitais. Ele está no Rio a convite da ESPM, UERJ e Biblioteca Nacional, a partir da mediação de Vinicius Andrade Pereira - que esteve no McLUhan Program em 2001 e taí na foto com ele.
De Kerckhove é o Diretor do Programa McLuhan em Cultura e Tecnologia, na Universidade de Toronto, há mais de 20 anos. Trabalhou com Mc Luhan e leva as idéias do pesquisador adiante, na sua própria obra.
Derrick está no Rio desde sexta-feira. Tive oportunidade de encontrá-lo e fiquei não só encantada com seu brilho, curiosidade, simpatia e energia para conhecer a cidade, como também pelas conversas em torno do tema das novas mídias e afins.
Por tudo isto, recomendo muitissimo a palestra de amanhã - que, para além do que o tema sugere, vai tratar das novas formas de conhecimento, cognição e pensamento na cultura digital.
Ah! Como já informei no outro post, a entrada é gratuita. E como sempre nos eventos da BN, tem transmissão pela internet pra quem não puder ir - o link também tá no post anterior (checa lá - também tem o endereço da BN!)

PS - Na foto aí em cima, tirada por mim hoje, estão Derrick (de chapéu) e Vinicius, em visita ao belo Museu do Açude - no Alto da Boa Vista.

26 anos de listas de discussão abertas para todos

Minha relação com a internet e afins já data de muito tempo. Conheço pouquíssima gente que chegou a acessar os antecessores da rede, as BBSs (Bulletin Board System). Através de programas especiais você digitava o número de um telefone e era lançado para uma interface incrivelmente rudimentar através da qual você podia baixar arquivos e participar dos fóruns de mensagens. Era tudo muito lerdo: se fosse tentar baixar um filme hoje naquela velocidade, ficaria 5 dias recebendo dados ininterruptamente. Todo o conteúdo de uma BBS era armazenado no HD de seu dono sem qualquer ligação com servidores externo. Entretanto, com o desenvolvimento da internet, as BBSs mais sofisticadas começaram a assinar os newsgroups, as primeiras listas de discussão da rede, armazenadas no servidor Usenet. Foi através daí que o Brasil começou a participar dos fóruns de discussão que agregavam pessoas do mundo inteiro ao redor de milhares de tópicos. Um acesso que era incrivelmente exclusivo e um tanto complicado acabou de ser indexado e democratizado. Para nossa alegria o Google comprou uma grande parte do acervo da Usenet e agora qualquer um pode consultar e postar nas listas cujo arquivo data de 1981 e totalizam mais de 700 milhões de posts. A diversidade é absurda: lá você pode encontrar desde paranóicos discutindo a morte de Kennedy (alt.assassination.jfk), até grupos racistas que pregam supremacia branca (alt.politics.nationalism.white). Para mim, especialmente, encontrei um grande acervo sobre o desenvolvimento da cena eletrônica dos anos 90 no grupo alt.rave. Já fiz grandes achados, aguardem os próximos posts!

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Levando tiros


A TNGames lança nesse mês uma novidade para os jogadores de plantão: um colete simulador de impactos.
Baseado em tecnologia criada para atendimento médico remoto em um projeto, ainda em desenvolvimento, da Universidade de Texas Tech, esse colete dá mais um passo na aproximação entre jogador e personagem.
Se o controle do Wii ou os antigos tapetes e armas da Nintendo permitem a inserção do jogador no mundo do jogo a partir movimentos análogos aos do mundo real, esse novo produto possibilita essa interação na direção contrária – que os acontecimentos do jogo sejam sentidos fisicamente – em menor escala, é claro – pelo jogador.
Ainda que a idéia de instrumentos de feedback para jogos não seja nova – controles que vibram, volantes que resistem aos movimentos do jogador e cadeiras que simulam movimentos, por exemplo –, o 3rd space vest é especialmente interessante por envolver o corpo do jogador, possibilitando que o impacto de tiros tomados nos jogos em primeira pessoa (FPS), por exemplo, sejam sentidos por meio de oito pontos de impacto pneumáticos, quatro na frente e quatro atrás.
“Get pounded with body slams, crushed with G-forces, and blasted with bullet fire”, sugerem os vendedores. Se isso parece um pouco assustador, Mark Ombrellaro, o cirurgião responsável pela invenção que aguarda aprovação da FDA americana, garante que os sensores são suficientes para tornar o jogo divertido e interessante, sem machucar as pessoas. Ombrellaro aposta ainda que seu colete levará aos jogadores a mensagem de que há conseqüências por atirar nas pessoas. Será?
Mais do que a transdiciplinaridade ou a diversão dos jogadores, o que me pareceu interessante nesse colete – assim como nos outros instrumentos mais diretos de feedback – é o teste dos limites entre o mundo do jogo e o mundo real.
Será que esses impactos fossem mais fortes, causando algum tipo de dor física – hematomas etc. – os jogadores ainda teriam interesse? Em que ponto se quebra o “contrato” entre o jogador e o jogo que garante que aquilo é “só ficção”?
Mais ainda, ao invés de supor que esses “impactos” dariam aos jogadores a idéia de que atirar tem conseqüências – suposição que partiria do pressuposto tão discutido de que os jogos banalizam a experiência da violência –, não seria mais interessante pensar em como promover jogos que atuem transmitindo uma mensagem pacífica (o que de longe significaria que eles mesmos não envolvessem a violência, vide o September 12th do Frasca)?
Enfim, quem tiver a chance de conferir o colete ao vivo (U$ 169.99 no site da TNGames), por favor, dê notícias!!!

Via networked-performance.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Os instrumentos de Björk

Antes de continuarmos a escrever sobre os shows do Tim, eu PRECISO fazer uma pausa pra comentar sobre a reacTable, um dos "instrumentos" usados pela cantora em sua apresentação. Instrumentos entre aspas porque pouco se assemelha aos instrumentos que estamos acostumados a ver, mas nem por isso deixa de produzir sons - maravilhosos, por sinal. Se não me engano, quem estava controlando a reacTable no show era o Mark Bell e a estréia dela nos shows de Björk aconteceu em 27 de Abril desse ano, no festival de Coachella. Aqui embaixo, o vídeo de Declare Independence, tocada no Coachella, música usada para terminar os shows da turnê atual.



A reacTable é invenção de estudantes espanhóis, que pertecencem ao Music Technology Group da Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona.

Eu juro que eu queria explicar como funciona, mas está difícil até de traduzir o texto da wikipedia. O melhor é ver o vídeo aqui embaixo que, mesmo em inglês, dá uma idéia bem boa sobre a potencialidade do aparelho.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

LabCult: momento Caras






Entre as mil e uma atividades, o LabCult também faz colunismo social. Fui encontrando aluninhas e orientandas queridas no Tim e o resultado taí. Debaixo para cima: as três primeiras fotos são no show da Bjork: 1) com a Inês, aluna de Mídia e amiga dela 2) Com Ana Carolina e Gisele - alunas de Produção Cultural (e, no caso da Ana, minha orientanda); 3) Com a Gabriela, também de Produção e também minha orientanda. Mais acima, a equipe do LabCult trabalhando: com Marcelo (que tava estressado com a cerveja quente nesta hora) ; e com Lucas.

domingo, 28 de outubro de 2007

Tim - rapidinhas do segundo dia


Pulei as atrações da matinê e cheguei mais tarde, direto para as festas.
O pátio tomado, com Hercovitch e Johny Luxo (como se vê na foto acima) foi um bom sinal. Som alto, o batidão das frequências graves sentidas no corpo, como deve ser.Ufa! que alívio. Já estava com síndrome de abstinência por conta da noite anterior. O melhor é que o tempo abriu e foi uma noite de lua quase cheia e estrelas. Aí tudo fez sentido naquele espaço bacana que é a Marina da Glória.
A tenda "funk mundial" bombou. Mc Sandrinho, Diplo, Marlboro - em sequência - lotaram o espaço e botaram o público todo para dançar. Mais uma vez, Marlboro deu uma aula de funk, das coisas mais antigas aos sucessos recentes...mas Diplo, antes, também usou esta estratégia e ficou meio repetitivo.
Na tenda do Mash Up, saí na metade do Spank Rock - a pegada hip-hop me desanimou e fui conferir o DJ Linsdtrom na festa Disco House. Som ok, tenda cheia e animada. Em compensação, quando voltei ao Mash Up, o Girl Talk já estava pegando fogo. Greg Gilis é um branquelo ensandecido que incendiou a tenda com os melhores mash ups que já ouvi e dancei. Com cara de que estava se divertindo tanto quanto o público, o cara foi suando, tirando a roupa, pulando ida e volta do palco para a platéia, chamando todo mundo para ocupar o palco, dando trabalho aos seguranças...e ainda encerrou a apresentação com o bando do Spank Rock todo dançando no palco. Fica difícil dizer isto frente ao monte de excelentes atrações, mas acho que foi a festa mais divertida e interessante...
Enfim, no segundo dia, o Tim Festival disse a que veio e honrou a tradição.

PS- Ao longo da semana a gente vai postando comentários de outros shows e fotos. É que os rapazes do LabCult ainda estão de ressaca. (rs, rs!!)

Música em Debate VI

Repasso mais um comunicado que chegou ao meu e-mail. Segue a dica praqueles que se interessam por música:

A Série Música em Debate VI (8 e 9 de novembro próximos), promovida pelo Laboratório de Etnomusicologia da Escola de Música da UFRJ, com patrocínio do convênio UFRJ/Banco do Brasil, promoverá oficinas gratuitas abertas a estudantes de música e demais interessados, com capacidade limitada (máximo de 21 participantes cada) e prioridade aos alunos da EM-UFRJ (14 participantes).

Ainda há vagas.

Inscrições nas oficinas: Enviar e-mail ao Prof. Dr. José Alberto Salgado e Silva ( josealberto.zeal@uol.com.br ), com cópia para o Dr. Marcus Wolff ( m_swolff@hotmail.com

Quinta-feira, dia 8 de novembro de 2007. 14:00h às 15:30h
OFICINA 1: Canto Indiano (Prof. Dr. José Luiz Martinez - PUC/SP)
LOCAL: Sala 28

OFICINA2: Viola caipira (Prof. Ms. Ivan Vilela - USP)
LOCAL: Sala da Iniciação Musical

OFICINA 3: Piano (Prof. Dr. Ney Fialkow - UFRGS) LOCAL: Sala da Congregação

Sexta-feira, dia 9 de novembro de 2007. 14:00h às 15:30h - Oficinas de Instrumentos

OFICINA 4: Koto (Instrumento japonês do tipo cítara - Profª. Drª. Alice Lumi Satomi - UFPB)
LOCAL: Sala 28

OFICINA 5: Berimbau (Prof. Dr. Eric Galm - Trinity College, EUA))
LOCAL: Sala da Congregação

sábado, 27 de outubro de 2007

Tim - rapidinhas do primeiro dia

Primeiras impressões do Tim Festival:

Organização nota zero - De longe, o pior ano, dos longuissimos que frequento o Festival. Cheguei cedo e sóbria como nunca dantes. E começam os percalços:

1)Logo na entrada, fila enorme, já com início de tumulto, para "empulseirar" - colocar a pulseirinha que permite a entrada nas tendas. E quando chega a sua vez, só é possível colocar a pulseira do primeiro show ( muita gente compra para vários). Ridículo.
2) Fora das tendas dos shows - poucos bares, que não estão dando conta da demanda. Sufoco pra conseguir qualquer coisa. No Espelunca Chic, foram trocar um barril e, o desajeitamento e desespero da equipe era tal que quase me ofereci para ajudar. Depois de meia hora, com a galera imprensada no balcão esperando, começa a sair o chopp - sem espuma, sem pressão, meio quente. Meu caldinho de feijão - comprado a 8,00 reais, demorou a mesma meia hora.
3) Dentro da tenda - onde assisti Anthony/ Bjork e Hot Chip/Arctic Monkeys, um dos bares serviu cerveja Devassa quente o show inteiro, comprada a 6,00 reais !! A opção - segundo o staff, era ir para o outro bar Ou então, para tomar gelada, tem que ser Primus, a 5,00. Fala sério!!
4) O ar condicionado não tá dando conta - ao contrário dos outros anos, quando o ambiente era sempre maravilhosamente gelado
5) Ao final de cada show, a gente tem que sair e anfrentar uma enorme fila para voltar para o mesmo lugar (já que não está com a "pulseira certa"...)
6) Mas, tudo isto seria perdoado, não fosse um detalhe técnico. Aliás, dois. O primeiro: o som tá ruim. Muito ruim. Embolado, mal equalizado, baixo - em todos os shows.
O segundo: o último show - Montage, Vanguart e Del Rey foi cancelado. Motivo alegado pela produção: a chuva colocava o público em risco. Mas, como assim??? Tá chovendo no Rio desde quarta e isto não foi previsto??


Bom, mas e os shows?

Dos que eu vi, o Anthony and the Johnsons foi o primeiro. Não funcionou. Muito intimista pro espaço, sutilezas orquestrais que não são ouvidas, melancolia inadequada pra galera já animada, à espera da Bjork. É show para a sala Cecília Meireles. Muita gente sentou no chão e ignorou.
Comentários de que "estava chato". Além disto, parece que o horário e o túnel Rebouças fechado não ajudaram.O público foi chegando mesmo no final já para ver a Bjork.

Bjork - arrasou! Entrou no clima, como sempre. Trouxe uma orquestra de louraças que, como disse um amigo, são as verdadeiras "Arctic Monkeys". Com isto, criou um clima meio carnavalesco que funcionou muito bem como espetáculo. Conseguiu driblar as deficiências técnicas com performance, carisma, energia, beleza e música de altissima qualidade.

Hot Chip - entrei na metade do show. Foi a opção para não enfrentar a tal fila que se formou para "empulseirar" novamente, debaixo de chuva. Gostei muito do que vi. Além disto, o público, mais jovem e em maior número do que o do show anterior, já estava no clima, dançando e cantando; e foi ótimo.

Arctic Monkeys - Emocionante ver a molecada arrebentar! Emocionante ver o público cantar cada refrão e fazer mosh n aboca do palco. Foi tudo que se espera de um show de rock: básico, na veia, com o público perfeito.
Estivesse o som mais alto e equalizado, então...


Bem, mas agora a próxima noite nos aguarda. De funk (u-hu!) a Hercovitch; de Moo a Girl Talk, a festa promete. Vamo lá. Amanhã, assim que a ressaca deixar, a gente posta as fotos e mais comentários.

Quem é o melhor do mundo?

Pegando carona no ultimo post, vale dizer como é polêmica a eleição de "melhor Dj do mundo" que a revista Dj organiza. A conquista do 1º lugar por Tiesto durante 3 anos consecutivos se tornou um fato tão marcante, que ele passou a ser tratado não como uma figura eleita por uma revista específica e por um publico especifico a partir de uma competição específica, mas sim como “O melhor Dj do mundo”. Isso gerou uma enorme polêmica em um outro segmento da cena eletrônica, composto por aqueles que estão a mais tempo na estrada e que desclassificam totalmente veículos como esse como instâncias para atribuir valor aos personagens da cena. Não é por acaso que esse tópico rendeu apaixonadas querelas em múltiplas listas de discussão. Elas passaram a girar principalmente em torno da questão: o que é um verdadeiro Dj? Seria muito ingênuo afirmar que essas listas, por serem construídas por atores há mais tempo na cena, carregam algum tipo de verdade absoluta. O mais sensato é localizar diferentes grupos com estratégias de discursos e critérios de valor próprios, a disputar hegemonia nesse mesmo espaço que chamados de cena eletrônica. Falar de uma cena musical é falar de um espaço de disputa de valores a partir de diferentes locais de fala e articulado a partir de diferentes mídias. Nada melhor para ilustrar essa disputa que a tira Trancecracker, produzida à época, ridicularizando essa eleição. Não deixem de lê-la!


quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Conheça os super DJs do ano!


E saiu o resultado mais aguardado por quem vive a cena de música eletrônica. A revista DJmag acaba de anunciar os 100 melhores djs de 2007. Na ponta da lista temos o holandês Armin van Buuren que bateu grandes nomes como Tiesto (vencedor em 2006) que ficou em segundo lugar, Paul van Dyk em quarto e Carl Cox em sétimo. David Guetta fez jus ao grande hits do ano (Love is Gone) e emplacou um merecido décimo lugar. A boa notícia para os brasileiros ficou por conta de Anderson Noise que subiu 25 posições e ocupa agora o 54° lugar. A lista foi eleita com a participação popular e por conta de várias denúncias com relação a fraudes na votação a revista DJmag fechou o cerco rolando até desclassificação. A lista conta ainda com os DJs e produtores Sasha, Offer Nissim, Deep Dish, Chemical Brothers, Bob Sinclar, Victor Calderone, Fatboy Slim e Daft Punk entre os 100 djs mais hypados do ano.

Não precisa baixar

Não é novidade que a internet está lotada de Mp3s. Entretanto, acho-los foram das redes de troca de arquivo pode ser um pouco díficil. Além disso, , não é todo mundo que gosta de ficar baixando arquivos infinitamente. Não tem horas que você simplesmente quer ouvir uma certa música mas fica com uma preguica imensa de abrir seu e-mule, buscar o download mais rapido e esperar? Pois bem, o maravilho Seeqpod resolverá o seu problema. Lá voce digita o nome de uma banda e ele busca os Mp3s em centenas de sites. Munido dos resultados, você pode fazer uma lista de execução e escutar na hora e com uma alta qualidade de som, através de um ótimo player, sem necessidade de baixar nada. Melhor ainda: atráves da opção EMBED ele permite que você abra um player e ouça as músicas da lista criada diretamente a partir do seu blog , da mesma forma que se fazemos com os vídeos no youtube. O site ainda conta com busca por letras, informações sobre a banda, permite que você envie a playlist para seu amigos, além de vários outros recursos. A única desvantagem é que ele demora um pouco pra carregar, mas uma vez carregado, ele faz buscas e puxa as músicas de forma incrivelmente rápida. Para demonstrar o recurso deixo como presente pra vocês 8 faixas do rei do Acid e do Breakbeat: Luke Vibert, também conhecido como Wagon Christ.
Quantcast
SeeqPod Music beta - Playable Search