quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Os instrumentos de Björk
A reacTable é invenção de estudantes espanhóis, que pertecencem ao Music Technology Group da Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona.
Eu juro que eu queria explicar como funciona, mas está difícil até de traduzir o texto da wikipedia. O melhor é ver o vídeo aqui embaixo que, mesmo em inglês, dá uma idéia bem boa sobre a potencialidade do aparelho.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
LabCult: momento Caras





Entre as mil e uma atividades, o LabCult também faz colunismo social. Fui encontrando aluninhas e orientandas queridas no Tim e o resultado taí. Debaixo para cima: as três primeiras fotos são no show da Bjork: 1) com a Inês, aluna de Mídia e amiga dela 2) Com Ana Carolina e Gisele - alunas de Produção Cultural (e, no caso da Ana, minha orientanda); 3) Com a Gabriela, também de Produção e também minha orientanda. Mais acima, a equipe do LabCult trabalhando: com Marcelo (que tava estressado com a cerveja quente nesta hora) ; e com Lucas.
domingo, 28 de outubro de 2007
Tim - rapidinhas do segundo dia

Pulei as atrações da matinê e cheguei mais tarde, direto para as festas.
O pátio tomado, com Hercovitch e Johny Luxo (como se vê na foto acima) foi um bom sinal. Som alto, o batidão das frequências graves sentidas no corpo, como deve ser.Ufa! que alívio. Já estava com síndrome de abstinência por conta da noite anterior. O melhor é que o tempo abriu e foi uma noite de lua quase cheia e estrelas. Aí tudo fez sentido naquele espaço bacana que é a Marina da Glória.
A tenda "funk mundial" bombou. Mc Sandrinho, Diplo, Marlboro - em sequência - lotaram o espaço e botaram o público todo para dançar. Mais uma vez, Marlboro deu uma aula de funk, das coisas mais antigas aos sucessos recentes...mas Diplo, antes, também usou esta estratégia e ficou meio repetitivo.
Na tenda do Mash Up, saí na metade do Spank Rock - a pegada hip-hop me desanimou e fui conferir o DJ Linsdtrom na festa Disco House. Som ok, tenda cheia e animada. Em compensação, quando voltei ao Mash Up, o Girl Talk já estava pegando fogo. Greg Gilis é um branquelo ensandecido que incendiou a tenda com os melhores mash ups que já ouvi e dancei. Com cara de que estava se divertindo tanto quanto o público, o cara foi suando, tirando a roupa, pulando ida e volta do palco para a platéia, chamando todo mundo para ocupar o palco, dando trabalho aos seguranças...e ainda encerrou a apresentação com o bando do Spank Rock todo dançando no palco. Fica difícil dizer isto frente ao monte de excelentes atrações, mas acho que foi a festa mais divertida e interessante...
Enfim, no segundo dia, o Tim Festival disse a que veio e honrou a tradição.
PS- Ao longo da semana a gente vai postando comentários de outros shows e fotos. É que os rapazes do LabCult ainda estão de ressaca. (rs, rs!!)
Música em Debate VI
Repasso mais um comunicado que chegou ao meu e-mail. Segue a dica praqueles que se interessam por música:
A Série Música em Debate VI (8 e 9 de novembro próximos), promovida pelo Laboratório de Etnomusicologia da Escola de Música da UFRJ, com patrocínio do convênio UFRJ/Banco do Brasil, promoverá oficinas gratuitas abertas a estudantes de música e demais interessados, com capacidade limitada (máximo de 21 participantes cada) e prioridade aos alunos da EM-UFRJ (14 participantes).
Ainda há vagas.
Inscrições nas oficinas: Enviar e-mail ao Prof. Dr. José Alberto Salgado e Silva ( josealberto.zeal@uol.com.br ), com cópia para o Dr. Marcus Wolff ( m_swolff@hotmail.com
Quinta-feira, dia 8 de novembro de 2007. 14:00h às 15:30h
OFICINA 1: Canto Indiano (Prof. Dr. José Luiz Martinez - PUC/SP)
LOCAL: Sala 28
OFICINA2: Viola caipira (Prof. Ms. Ivan Vilela - USP)
LOCAL: Sala da Iniciação Musical
OFICINA 3: Piano (Prof. Dr. Ney Fialkow - UFRGS) LOCAL: Sala da Congregação
Sexta-feira, dia 9 de novembro de 2007. 14:00h às 15:30h - Oficinas de Instrumentos
OFICINA 4: Koto (Instrumento japonês do tipo cítara - Profª. Drª. Alice Lumi Satomi - UFPB)
LOCAL: Sala 28
OFICINA 5: Berimbau (Prof. Dr. Eric Galm - Trinity College, EUA))
LOCAL: Sala da Congregação
sábado, 27 de outubro de 2007
Tim - rapidinhas do primeiro dia
Organização nota zero - De longe, o pior ano, dos longuissimos que frequento o Festival. Cheguei cedo e sóbria como nunca dantes. E começam os percalços:
1)Logo na entrada, fila enorme, já com início de tumulto, para "empulseirar" - colocar a pulseirinha que permite a entrada nas tendas. E quando chega a sua vez, só é possível colocar a pulseira do primeiro show ( muita gente compra para vários). Ridículo.
2) Fora das tendas dos shows - poucos bares, que não estão dando conta da demanda. Sufoco pra conseguir qualquer coisa. No Espelunca Chic, foram trocar um barril e, o desajeitamento e desespero da equipe era tal que quase me ofereci para ajudar. Depois de meia hora, com a galera imprensada no balcão esperando, começa a sair o chopp - sem espuma, sem pressão, meio quente. Meu caldinho de feijão - comprado a 8,00 reais, demorou a mesma meia hora.
3) Dentro da tenda - onde assisti Anthony/ Bjork e Hot Chip/Arctic Monkeys, um dos bares serviu cerveja Devassa quente o show inteiro, comprada a 6,00 reais !! A opção - segundo o staff, era ir para o outro bar Ou então, para tomar gelada, tem que ser Primus, a 5,00. Fala sério!!
4) O ar condicionado não tá dando conta - ao contrário dos outros anos, quando o ambiente era sempre maravilhosamente gelado
5) Ao final de cada show, a gente tem que sair e anfrentar uma enorme fila para voltar para o mesmo lugar (já que não está com a "pulseira certa"...)
6) Mas, tudo isto seria perdoado, não fosse um detalhe técnico. Aliás, dois. O primeiro: o som tá ruim. Muito ruim. Embolado, mal equalizado, baixo - em todos os shows.
O segundo: o último show - Montage, Vanguart e Del Rey foi cancelado. Motivo alegado pela produção: a chuva colocava o público em risco. Mas, como assim??? Tá chovendo no Rio desde quarta e isto não foi previsto??
Bom, mas e os shows?
Dos que eu vi, o Anthony and the Johnsons foi o primeiro. Não funcionou. Muito intimista pro espaço, sutilezas orquestrais que não são ouvidas, melancolia inadequada pra galera já animada, à espera da Bjork. É show para a sala Cecília Meireles. Muita gente sentou no chão e ignorou.
Comentários de que "estava chato". Além disto, parece que o horário e o túnel Rebouças fechado não ajudaram.O público foi chegando mesmo no final já para ver a Bjork.
Bjork - arrasou! Entrou no clima, como sempre. Trouxe uma orquestra de louraças que, como disse um amigo, são as verdadeiras "Arctic Monkeys". Com isto, criou um clima meio carnavalesco que funcionou muito bem como espetáculo. Conseguiu driblar as deficiências técnicas com performance, carisma, energia, beleza e música de altissima qualidade.
Hot Chip - entrei na metade do show. Foi a opção para não enfrentar a tal fila que se formou para "empulseirar" novamente, debaixo de chuva. Gostei muito do que vi. Além disto, o público, mais jovem e em maior número do que o do show anterior, já estava no clima, dançando e cantando; e foi ótimo.
Arctic Monkeys - Emocionante ver a molecada arrebentar! Emocionante ver o público cantar cada refrão e fazer mosh n aboca do palco. Foi tudo que se espera de um show de rock: básico, na veia, com o público perfeito.
Estivesse o som mais alto e equalizado, então...
Bem, mas agora a próxima noite nos aguarda. De funk (u-hu!) a Hercovitch; de Moo a Girl Talk, a festa promete. Vamo lá. Amanhã, assim que a ressaca deixar, a gente posta as fotos e mais comentários.
Quem é o melhor do mundo?
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Conheça os super DJs do ano!

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