O esquema para a entrada na festa era feito pela mediação de um grupo seleto de "curadores" que escolhiam outros 40 VIPs. Um convidado em especial percebeu algo a mais que o clima hipster das roupas descoladas e da música in da festinha. João Paulo Cuenca, escritor e jornalista d'O Globo, reparou em detalhes da decoração que fugiram da atenção (segundo o que todos nós cremos, ou pelo menos esperamos) da produção do evento. Entre as beldades, formadores de opinião e fashionistas ao som de Glass and Glue figuravam várias indumentárias nazistas da mansão alugada para o evento, que o jornalista fotografou e publicou neste link do jornal.
águas turbulentas
A repercussão foi bem comentada pela internet, além de um pedido de excusas feito pela Adidas e uns comentários que fizeram no blog de Cuenca.
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