A matéria faz a inesgotável discussão sobre o que é o "bom" e o "mau" gosto quando o assunto é música. Aborda questões como: quem tem legitimidade ou não para definir o que entra em cada uma dessas categorias, como se estabelecem e se modificam as fronteiras entre o "bom" e o "mau" gosto, a relação entre preconceito de gêneros musicais e a divisão de classe social e a relação entre artistas populares e a indústria cultural.
Faz também uma afirmação sobre o papel dos intermediários com a disseminação das novas tecnologias que podemos abrir para discussão aqui no blog:
"Os intermediadores da cultura acumularam poderio para orientar a legitimação (ou não) de artistas e estilos musicais. Mas é fato que esse poderio vem ruindo de forma espetacular desde o advento da internet. Intermediadores, como intelectuais, formadores de opinião, críticos e jornalistas, veem sua força encolher frente a cada novidade sobre pirataria, download, blog, Twitter etc."
Os intermediários perderam mesmo força ou utilizam novos meios de intermediação? Quem são os novos intermediários e qual a relação que estabelecem com os "antigos" intemediários?
O link é dica de @paulamartini
Um comentário:
Os intermediários continuam com seu poder de atuação, mas estão perdendo espaço, perdendo público.
Acho que num tempo onde todo mundo está dizendo alguma coisa existem certas pessoas, certas entidades que continuam com um poder maior de influência.
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