Houve um tempo, não faz tanto tempo, onde sabíamos qual era a função e a linguagem - ou nos termo de McLuhan, a gramática - de um meio de comunicação.
Rádio era um aparelho que tocava músicas ou noticiava; televisão tinha uns 5 canais gratuitos, cinema se assistia indo ao cinema, telefone servia para falar com pessoas distantes, blá-blá-blá, blá-blá-blá.
Já sabemos que não é mais assim. Os meios tornaram-se complexos, acoplaram-se, reconfiguraram-se. Ouve-se rádio na internet, música no ipod, tv no celular.
No contexto destas reconfigurações, legal a sequência de matérias do San Francisco Chronicle, que mostra i-phones sendo tocados por músicos profissionais a partir de aplicativos.
Veja aqui e aqui. (Fonte:twitter do @jtemple)
Já sabemos que não é mais assim. Os meios tornaram-se complexos, acoplaram-se, reconfiguraram-se. Ouve-se rádio na internet, música no ipod, tv no celular.
No contexto destas reconfigurações, legal a sequência de matérias do San Francisco Chronicle, que mostra i-phones sendo tocados por músicos profissionais a partir de aplicativos.
Veja aqui e aqui. (Fonte:twitter do @jtemple)