
O SWU impressionou positivamente por vários motivos, dentre os quais destaco:
- a grandiosidade do evento;
- a quantidade e qualidade de artistas escalados para os line ups;
- o fato de terem dado espaço para projetos e bandas não tão mainstream;
- a harmonia da escolha de gêneros musicais distintos, mas que dialogam;
- a estrutura e organização geral do evento (foi tudo bastante pontual em geral; não vi nenhum ato de violência pesada; havia umas filas chatas para comprar comida e bebida, mas nada de mais também);
- a proposta de discutir e fazer sustentabilidade (segundo a organização do evento, absolutamente todo o lixo produzido durante os 3 dias foi ou será reciclado);
- o projeto gráfico todo do evento, que ficou bem bonito e original.
E sem querer dar uma de crítica musical, ressalto, é claro, os shows que mais marcaram, por diversas razões e não necessariamente nesta ordem (ah sim, e contando que infelizmente não fui no último dia): Rage Against the Machine, Dave Matthews Band, The Crystal Method, Glocal, Regina Spektor e Joss Stone.
Dentre os pontos negativos estão:
- o som com volume extremamente baixo em praticamente todas as apresentações (fora na tenda Heiniken, que tava ótimo) e que parou 2 vezes durante o show do RATM;
- o fato de as fichas compradas para comer e beber só valerem até a meia-noite de cada dia.
- os poucos ônibus para voltar da fazenda para São Paulo.
Fora isso, fez um frio do cão no segundo dia, com ventos cortantes e geladésimos, de doer mesmo, mas pra mim isso ainda é um milhão de vezes melhor que um baita calorão.
No mais, só posso dizer que quero mais! Já estou louca para saber quando exatamente vai ter a segunda edição do SWU ano que vem e quem vem tocar.
E quero ver também se SWU e Rock in Rio 2011 vão brigar entre si ou favorecer para que possamos ir aos dois sem problemas.