quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Novo ARG de Lost já está no ar
Grupo Fluminense prepara retorno da Maldita com o Rádio Digital
Em entrevista ao site Brasil Rádio News, Carlos Emir Laranjeira, coordenador geral das rádios do Grupo Fluminense de Comunicação falou com exclusividade sobre as novidades da nova fase das emissoras de rádio do grupo.Segundo Carlos Emir Laranjeira, já está em fase final de experiência á volta da nova programação das emissoras de rádio do grupo fluminense e em especial da Rádio Fluminense AM 540MHz que terá sua estréia oficial em Janeiro. A todo o momento as informações do Brasil e do mundo, direto da redação da Fluminense AM, com a qualidade do jornalismo da equipe do Jornal O Fluminense.Está em fase final de elaboração o "Maldita Futebol Clube", um programa que comenta futebol de forma descontraída e irreverente. De segunda à sexta as 20hs será o momento da equipe esportiva da Rádio Fluminense AM sob comando de Garcia Jr. A equipe esportiva vai transmitir os jogos dos campeonatos Carioca e Brasileiro.A Rádio Fluminense AM pretende entrar na disputa de audiência do rádio carioca na região litorânea e na capital do estado.
A outra grande novidade é que o Grupo Fluminense já está preparado para o sistema digital, o IBOC (In-Band-On-Channel). Segundo Laranjeira, o Grupo Fluminense de Comunicação com esse novo sistema ganha mais dois canais de rádio. Para uma melhor definição do sistema digital para os radionautas, o novo sistema de som tem qualidade de “Cd” para todas as emissoras, decretando o fim das interferências ou os famosos “chiados” das bandas AM e FM.O grupo está desenvolvendo de forma pioneira uma nova linguagem de comunicação para os ouvintes e prepara o retorno das novas emissoras digitais.
Inicialmente você poderá ouvir as emissoras de rádio via internet.O Público jovem vai ganhar o retorno da Rádio Jovem Rio, com muita música jovem e promoções. A grande expectativa é o retorno da histórica Rádio Rock Fluminense FM, conhecida como a Maldita!Inicialmente serão duas emissoras. Em primeiro plano o lançamento da Rádio Maldita FM que será o resgate dos bons tempos da extinta Fluminense FM, e a estréia da nova Rádio Fluminense Lite FM com uma programação contemporânea.O Grupo Fluminense ainda possui mais uma emissora com conteúdo jornalístico 24hs em parceria logística com o Grupo Bandeirantes de Comunicação. A BandNews Fluminense FM, conclui Laranjeira.
Em 1954, O Fluminense passou a ser administrado pelo advogado, político e jornalista Alberto Torres. Quarenta e quatro anos mais tarde, O Fluminense foi transformado em um moderno veículo de comunicação. Alberto Torres promoveu o reaparelhamento das oficinas, a construção da atual sede e a expansão da empresa.Atualmente, o Grupo Fluminense de Comunicação é administrado por Nina Rita Torres e Alexandre Torres, filha e neto de Alberto Torres.
Fonte: Brasil Rádio News
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Por que Bonde do Rolê é um lixo?
Já que o assunto são os melhores do ano, gostaria de eleger o Bonde do Rolê como a pior banda a ganhar notoriedade em 2007. O porquê da minha opinião? Outro dia, no chopp pós-coneco, discutíamos sobre a qualidade dos artistas desse novo “funk” feito fora do Rio e eu pronunciei em alto em bom som: “acho Bonde do Rolê um lixo, aquilo é funk falsificado". Como era de se esperar, na onda de toda essa discussão de hibridações, seguiu-se a resposta: "mas você acredita em autenticidade?" Sejamos então mais cuidadosos. Cresci ouvindo o tal funk feito na favela, que depois veio a contar com artistas como Tati Quebra Barraco e Serginho, pessoas sem conhecimento musical algum que berravam com uma voz rouca no microfone um monte de besteiras e sacanagens num tom irônico e que, misturado a possantes graves, conseguiam dar um sabor especial a samples e bases mais do conhecidas. Quando me deparei com o Bonde do Rolê e também o Bonde das Impostora o que foi que vi? Pessoas muito bem nascidas usando as mesmas bases e samples para ironizar o hype do mundinho dos clubs, povoado de áreas vips e celebridades. Nesse processo perdeu-se o que o funk tinha de mais interessante, seu lado visceral, tosco e sujo, que foi substituído por letrinhas que falam mal de faculdades de design e Dalto Trevisan. O resultado foi catastrófico e, sim, soou como uma falsificação e aburguesamento. Mesmo que a música esteja sempre em mutação e, por isso, falar em "raízes do funk" é algo meio complicado, não podemos esquecer que é impossível não discutir valor sem ter em mente certo modelo estético, e é isso que tomamos como "autentico". No caso do funk carioca, esse modelo foi, desde meados da década de 80 sendo construído nos bailes da favela, um espaço radicalmente diferente das boates de música eletrônica de classe alta. Assim, a comparação é inevitável e o choque inerente, para o bem e para o mal, neste caso, muito mais mal do que bem. É por isso que afirmo e reafirmo: Bonde do rolê é um lixo!
domingo, 23 de dezembro de 2007
Reveillon Eletrônico

Só prá começar, no dia da virada tem evento aberto na praia de Ipanema, trata-se da já tradicional Stereo Beach promovida pelo guaraná Antarctica. A jogação começa as 18h e de uma em uma hora os djs se revezam num panorama bem bacana de todas as vertentes musicais que rolam na cena eletrônica carioca com direito a Léo Janeiro, Patrícia Tribal, Jonas Rocha e mais. E lá na Barra também tem batida. Até as 24h o som fica por conta do samba carioca, mas depois da virada a dupla de dance music Above & Beyond e a atração do trance, Astrix, assumem as pick-ups no Posto 2 da praia do Pepê.
E tem festa em todo canto da cidade; o MAM abre as portas para o som de Marcelinho da Lua e o funk de Malboro. No Jockey Club a virada também é eletrônica, assim como no Pão de Açúcar, na Lagoa, no Forte Barão do Rio Branco em Niterói, todos com vários djs nacionais e internacionais.
Mas se a intenção é estender a festança de final de ano para além do dia 31, rola alguns circuitos já na próxima semana. Dia 28 uma das label-parties mais famosas desembarca no Rio; a Alegria acontece no Armazém 5 com o long-set do dj Abel. Dia 29 a Escola de Remo do Flamengo cede espaço pra a R:evolution Open Air (Vai ter até escola de samba, mas a atração fica por conta dos djs Fist e Twisted Dee ), Dia 30 a tradicional X-Demente toma conta do caldeirão da Fundição Progresso. No line-up temos o dj nova-iorquino Mike Cruz e o Frank Pelegrinno, além da prata da casa. Na The Week, uma das mais recentes (e luxuosas) boates da cidade tem festa durante todo o período de feriado inclusive no reveillon. É isso... e muito mais, pois não dá pra falar de tudo que acontece. Mas os links estão aí e quem se interessar pode buscar mais informações. Será que vou encontrar alguém do LabCULT numa dessas pistas? Feliz Ano Novo e vamos às pesquisas de campo... rs
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Queen in Rio 2008? Em show promovido por Nelson Mandela?
Gosto se discute!
Também acho que ajuda a ritualizar as passagens de ano. Isto fica, isto eu descarto...esta é uma boa maneira pra zerar o ano e criar forças pra começar tudo de nôvo. Por conta disto, vou entrar na brincadeirinha e eleger os livros de 2007 que merecem atenção, lançados em português - dentro da temática das nossas pesquisas. Na verdade, os três primeiros estão na minha lista de Papai Noel - ainda não li e quem sabe meu amigo oculto lê o blog... O item 10 não é livro - é um game, também objeto de desejo.
Infelizmente, na área de música, a vertente memorialista anda predomina. (nada contra as memórias...é só que eu gostaria de ver mais diversidade temática). Vamo lá:
1) Vale tudo - o som e afúria de Tim Maia - biografia do síndico, escrita pelo Nelson Motta para a editora Objetiva. Não tem como ser ruim: o personagem é hilário, o autor é sagaz, afetivo e sabe tudo de música. Imperdível.
2) Ouvindo estrelas - De Marco Mazzola . Outra biografia - a do produtor de meio mundo do pop brasileiro, desde os anos 70. No meio das memórias, há sempre alguma informação bacana sobre indústria fonográfica, produção, etc.
3) A síncope das idéias - A questão da tradição na MPB - de Marco Napolitano. O autor é sério, acadêmico, tem trabalhos muitos interessantes sobre música brasileira e a discussão sobre o gênero MPB ainda rende muita conversa.
4) Distinção - clássico do Pierre Bourdieu, que muita gente esperava há anos ser traduzida. Um tijolo de 80,00 reais, que vale o investimento para quem pesquisa valor, gosto, capital cultural. E pra quem leu Sarah Thornton e ficou interessado na referência.
5) Reinvenções da resistência juvenil - os estudos culturais e as micropolíticas do cotidiano - de João Freire Filho - Já comentei o livro aqui, em outro post. Ótima reflexão sobre a noção de sub-cultura - desde os estudos de Birminghan.
6) Lapa - Cidade da Música - de Miacel Herschmann - Análise do circuito de samba e choro da Lapa, que reúne informações sobre indústria fonográfica e afins. Muito bom.
7) Cultura Digital Trash - Vinicius Andrade Pereira (org) - Este é jabá...pois eu tenho um texto na coletânea. Mas, apesar disto, recomendo por conta do conjunto da discussão e da qualidades dos (outros) autores: Além do próprio Vinicius tem Erick Felinto, Alex Primo, Raquel Recuero, Henrique Antoun, André Lemos, Cristiano e Marsal (pesquisadores de games). Ainda que seja uma publicação deste finalzinho de ano, o lançamento oficial vai ser em janeiro e a gente divulga novamente.
8) Música nas veias - Zuza Homem de Mello - Memórias do autor, pesquisador envolvido com música desde os anos 50. Mais um da vertente memorialista...
9) A biografia de Bob Dylan - Não precisa explicar porquê, né?
10) Guitar Hero - Não, não é um livro, mas um game. E também está na minha lista wish list.
Agora, é abrir um vinho, pra esperar; e torcer pra Papai Noel ser blogueiro...
Ah! E Feliz Natal pra todos!!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
As listas do fim de ano

Com o fim do ano se aproximando, revistas, sites e associações de artistas do mundo inteiro se debruçam sobre seus arquivos para eleger os destaques de 2007. A Rolling Stones por exemplo acaba de divulgar a lista das 100 melhores canções do ano com "Roc Boys" de Jay-Z, "Umbrella" de Rihanna, "Rehab" de Amy Winehouse entre as eleitas. Outra lista tradicional é aquela de discos mais vendidos. Dá prá adiantar que entre os investimentos mais bem sucedidos da indústria da música estão Fergie e aqui no Brasil Ivete Sangalo. O The Police, que passou por aqui esse ano, ficou com a turnê mais rentável de 2007; 212 milhões foram arrecadados. Veja a lista que tem deixado as gravadores com apetite. E em tempos de download a lista de álbuns e singles mais baixados virou quase uma... "necessidade". No iTunes dá prá ver a listinha completa com destaque para Mika, Kanye West e Maroon 5.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Festa!!

Festa dos programas de Pós em Comunicação, com discotecagem nossa - quase todos do LabCult (Marcelo, Marildo, Lucas, Heitor e eu); mais amigas da UFRJ.
No espaço Marun (Catete); 22 horas; 10,00 reais.