Eleições dos Estados Unidos se aproximando e embora o presidente eleito ainda não tenha sido definido ( ou já?) uma coisa é clara; a música foi um elemento central na campanha americana, particularmente para o candidato Barack Obama. Foram os democratas que lançaram um CD com músicas da campanha interpretadas por grandes nome da música pop americana como Stevie Wonder, Sheryl Crow, Kanye West e John Legend. Intitulado "Yes We Can: Voices of a Grassroots Movement", o álbum tem a renda destinada para a campanha e só após a eleição o lucro ficará com a gravadora responsável "Hidden Beach Recordings". O partido democrata também lançou na internet diversos videoclipes promovendo seu candidato. Com música do vocalista da banda Black Eyed Peas, Will.i.am, e participação da atriz e cantora Scarlet Johansson o vídeo virou hit no You Tube. Isso tudo sem falar nas várias declarações de apoio de artistas como Michael Stipe do R.E.M., Madonna, Joss Stone, Alicia Keys e Jay-Z. Num país que forjou a música pop e que tem em Hollywood um forte referencial para o imaginário social, essa aliança entre cultura e política tem um peso considerável nos rumos da eleição e vem apontando em direção à Obama. Ainda mais quando os jovens são grande parte do eleitorado, capaz de decidir a eleição, como vem apontando as pesquisas (ou será que não devemos confiar muito nelas?). Nos E.U.A. existe até uma fundação chamada "Rock the vote" que usa ícones do mundo pop para inserir os jovens na discussão política. Aqui tem o link para um trabalho apresentado no NP de Tecnologias da Informação e da Comunicação no INTERCOM desse ano que trata justamente do papel das novas tecnologias na campanha americana. Além da música, ressaltada nesse post, os pesquisadores apontam como o celular, o You Tube e outras ferramentas midiáticas foram utilizadas para promover o candidato democrata. Já o republicano John McCain, que não conta com um apoio tão intenso por parte da classe artistica americana, sendo muitas vezes impedido por bandas de utilizar suas músicas na campanha, e nem possui um caixa tão recheado como o de Obama, cita todo arsenal midiático do concorrente com ironia lembrando que "toda campanha publicitária é melhor que o produto".
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Fazendo games realmente divertidos
Este é o título do último encontro da Quinta com TI, evento produzido pelo Centro de Informática e Telecomunicações do Senac Rio e que termina amanhã, dia 30/10. A apresentação faz parte de uma série de cinco palestras, todas realizadas neste mês de outubro.
A proposta de "Fazendo games realmente divertidos" é esclarecer apectos relativos aos processos de criação, produção, além de outros elementos específicos que configuram a experiência prazerosa de jogar videogame. A palestra será ministrada por Bruna Lima, especialista em Games do Senac Rio, e Yves J. Albuquerque, game designer e produtor da Magus Ludens.
O fato que me enche de orgulho é que Bruna foi aluna da minha disciplina " Criação de Roteiro para Games", curso que ofereci na Universidade Estácio de Sá no ano de 2007, época em que eu morava no Rio de Janeiro. Além de professora, hoje Bruna Lima é roteirista e level designer de jogos eletrônicos. É presença constante nos eventos da área e com certeza um dos nomes mais promissores dos estudos em games, do Brasil.
Para quem quiser conferir, a palestra tem início as 19 hs no centro do Rio de Janeiro, Rua Santa Luzia, 735, 7º andar, Auditório. As inscrições podem ser feitas pelo telefone 4002-2002 e custa apenas um quilo de alimento não perecível por pessoa.
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Música, Ídolos, Poder e André Midani
“Midani foi fundamental para que não acontecesse com a MPB o mesmo que se passou com o cinema brasileiro, eterno artesanato acachapado pelo grande cinema internacional. Graças à sua sensibilidade, pude ouvir Lulu, Rita Lee e os Titãs em pé de igualdade com os Rods, os Micks, e afins”.
A declaração da atriz Fernanda Torres, encontrada num “teaser” que recebi do livro “André Midani: Música, Ídolos e Poder – do vinil ao download”, dá a medida da importância de André Midani especificamente (mas também de todos os produtores musicais em geral) para a história da indústria fonográfica no Brasil, contribuindo para o estabelecimento de um mercado interno razoavelmente sólido para a música brasileira (ao contrário das dificuldades sofridas pelo cinema nacional nesse quesito, como faz muito bem em comparar a atriz).
O livro está na minha lista de compras de fim de ano. Que venha logo o meu 13º!
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Em Lisboa como os lisboetas...
Salve, salve! Só que agora de Lisboa, pá, onde me encontro desde o último dia 22 de outubro, primeiro com a finalidade de participar do Congresso Narrando a Diáspora Portuguesa, promovido pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e agora aproveitando a convergência cósmica já citada num post anterior para dar início à pesquisa de campo referente à minha tese de doutorado. Escrevo estas linhas num quarto de hotel – melhor dizendo, no quarto de uma pensão no Bairro Alto ironicamente apelidado de quarto BIG, 15 euros a diária – enquanto espero por uma ligação que irá me levar – acreditem! – até uma roda de chorinho lisboeta em plena Alfama, cortesia da colega capiana, ecoína, e no momento lisboeta honorária, Claudia Góes. Até agora, posso dividir minha estadia na belíssima capital portuguesa em dois grandes macro-momentos: houve a “parte séria” da viagem, aquela que compreendeu o congresso propriamente dito (que foi um sucesso, embora com toda a polêmica que um trabalho sobre música massiva sempre vai provocar num evento mais voltado para a discussão literária) e outras atividades acadêmicas relevantes (como, por exemplo, a conferência de Arjun Appadurai sobre identidade e diferença na manhã do dia 27 na Fundação Calouste Gulbenkian, que descobri meio em cima da hora); e a “parte lúdica”, composta por intermináveis passeios pelas ruas do Rossio, pela FNAC do Chiado, bem como por idas a livrarias e restaurantes fenomenais (e Lisboa possui tanto livrarias quanto restaurantes fenomenais a cada esquina, quase sempre contendo livros e pratos fartos e a preços módicos). Há ocasiões em que as duas esferas se misturam, como quando ligo a TV para conferir as inacreditáveis telenovelas e programas vespertinos portugueses – pena que no quarto BIG não há televisão, pois já não consigo viver sem a RTP e a SIC [risos]. O mais curioso é perceber como numa mesma rede – no caso, os canais 1 e 2 da RTP – você pode encontrar tanto bizarrices tipo Portugal no coração (que semana passada passou em retrospectiva a carreira do folclórico Trio Odemira) quanto um programa como Câmera clara, que em sua última edição entrevistou o cineasta Fernando Lopes a propósito dos dez anos de morte do escritor José Cardoso Pires, em uma harmonia que dificilmente eu consigo enxergar na TV aberta brasileira (embora, por aqui, me pareça que a grande maioria dos portugueses – ou pelo menos os portugueses de Lisboa – possua TV a cabo).
Lisboa consegue ser cosmopolita sem ser sufocante. Há muita coisa a se fazer por essas bandas, mas os programas parecem distribuir-se equilibradamente ao longo da semana como que por obra da providência divina. Até o último domingo, tínhamos o festival Doclisboa 2008, que me possibilitou conhecer o majestoso Cinema São Jorge, em plena avenida da Liberdade. Amanhã, confiro um concerto da Count Basie Orchestra (no Campo Pequeno, uma praça de touros!) que vai contar com a participação dos fadistas Carlos do Carmo, Camané e Maria João e da rocker Manuela Azevedo, líder do Clã. Quinta tem o trovador José Mario Branco apresentando um novo espetáculo no Auditório da Culturgest, em parceria com os Gaiteiros de Lisboa, e o Legendary Tiger Man, expoente do novo rock português cantado em inglês, num concerto na casa de espetáculos Santiago Alquimista – dúvida cruel, não? Sexta, vai rolar um show do músico caboverdiano Tito Paris, num dos armazéns que fica à beira do Tejo. E no sábado, nas depedências do Jardim de Inverno do Teatro São Luiz, já garanti a minha entrada para a apresentação solo de Bernardo Sassetti, ex-tecladista do Madredeus e atualmente compositor de trilhas sonoras para o cinema. Fora os dois fimes portugueses atualmente em cartaz – na verdade são três, mas Aquele querido mês de agosto eu já vi – e a semana que vem, cuja programação ainda não se encontra disponível nas agendas culturais mais detalhadas, como a Time Out Lisboa.
E aí? Continua achando que por aqui só se dança o vira e se come bacalhau?
Em breve, mais notícias lisboetas.
Até lá!
Lisboa consegue ser cosmopolita sem ser sufocante. Há muita coisa a se fazer por essas bandas, mas os programas parecem distribuir-se equilibradamente ao longo da semana como que por obra da providência divina. Até o último domingo, tínhamos o festival Doclisboa 2008, que me possibilitou conhecer o majestoso Cinema São Jorge, em plena avenida da Liberdade. Amanhã, confiro um concerto da Count Basie Orchestra (no Campo Pequeno, uma praça de touros!) que vai contar com a participação dos fadistas Carlos do Carmo, Camané e Maria João e da rocker Manuela Azevedo, líder do Clã. Quinta tem o trovador José Mario Branco apresentando um novo espetáculo no Auditório da Culturgest, em parceria com os Gaiteiros de Lisboa, e o Legendary Tiger Man, expoente do novo rock português cantado em inglês, num concerto na casa de espetáculos Santiago Alquimista – dúvida cruel, não? Sexta, vai rolar um show do músico caboverdiano Tito Paris, num dos armazéns que fica à beira do Tejo. E no sábado, nas depedências do Jardim de Inverno do Teatro São Luiz, já garanti a minha entrada para a apresentação solo de Bernardo Sassetti, ex-tecladista do Madredeus e atualmente compositor de trilhas sonoras para o cinema. Fora os dois fimes portugueses atualmente em cartaz – na verdade são três, mas Aquele querido mês de agosto eu já vi – e a semana que vem, cuja programação ainda não se encontra disponível nas agendas culturais mais detalhadas, como a Time Out Lisboa.
E aí? Continua achando que por aqui só se dança o vira e se come bacalhau?
Em breve, mais notícias lisboetas.
Até lá!
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Música e Cultura Portuguesa
terça-feira, 28 de outubro de 2008
"Isso parece uma boate!"
Foto: Ilana Eleá, de celularMuitas vezes, quando achamos que deu tudo errado, que está tudo perdido, encontramos ótimas soluções e as coisas acontecem muito melhor do que havíamos planejado.
Na ONG onde trabalho, estamos oferecendo oficinas semi-preseciais de utilização das mídias na educação para professores de escolas públicas estaduais. São três turmas - duas na Zona Oeste e uma no Centro do Rio de Janeiro. Temos encontros presenciais sobre educomunicação, gestão da comunicação na escola, internet, jornal, rádio, vídeo e planejamento, seguidos, cada um deles, de duas semanas de encontros online. Apesar de sabermos das dificuldades que muitos professores e escolas encontram para o acesso ao computador e à internet, não ficamos preocupados com a possibilidade do curso semi-presencial dar errado, pois, como identificamos na hora da inscrição, quase todos os professores inscritos receberam da Secretaria Estadual de Educação (como já contamos aqui), laptop com modem para conexão com a internet.
Além disso, esperávamos que os professores inscritos, sabendo o tipo de curso, utilizassem minimamente o computador. No entanto, não pensamos que a expectativa deles era justamente que nós os ensinássemos a mexer no computador para que pudessem participar do curso sem atropelos.
Para solucionar esse problema, marcamos, em uma das turmas da Zona Oeste, uma aula extra de informática. Como o laboratório da escola sede do nosso curso está em obras, pedimos às professoras para levar seus computadores portáteis. No dia marcado, lá estavam elas, mas sem os laptops. Não foi esquecimento. A explicação, dada por uma das professoras, não pode ser ignorada, pois resume muitos dos problemas que atingem a educação pública:
- Nosso salário é baixíssimo, a gente nunca recebe aumento. O Estado dá um laptop pra gente ficar feliz, se a gente for assaltado, que dia que ele vai dar outro?
A tutora do curso, responsável pelas encontros a distância, sugeriu:
- Vamos pra lan house.
Eu, é claro, fiquei contentíssima com a sugestão, mas as professoras ficaram com medo.
- Vocês sabem onde estamos? Não sabem que este lugar é perigoso? - disse uma delas, referindo-se à favela da vizinhança.
A coordenadora da escola acalmou todo mundo:
- Nós sempre levamos os alunos pra lan house, desde que a obra do laboratório começou. Podem ficar tranqüilas.
Nada tranqüilas, fomos nós. A excitação era grande. Era a primeira vez que aquelas professoras entravam numa lan house. Tudo era motivo de espanto - a comunidade em volta, o tráfico atuando à luz do dia, o computador, a obrigatoriedade do cadastro com foto e tudo antes de navegar, a entrada em um mundo completamente desconhecido para elas, mas absolutamente familiar para seus alunos.
- Gente, isso parece uma boate! Por que é tudo escuro? - admirou-se uma das professoras, referindo-se ao céu "estrelado", ao corredor escuro, que esconde mais de 20 computadores, às cabines com cortinas pretas.
Durante uma hora, elas aprenderam a navegar no ambiente de formação a distância, fizeram MSN, aprenderam a salvar documentos no computador e enviar por e-mail. Mais do que isso, saíram da lan house visivelmente felizes e orgulhosas de terem começado a superar o que para elas é um desafio. Desvendar os "mistérios" do computador e aproximar-se do universo de seus alunos.
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segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Também sou hype!
É realmente hilária a sátira que Hermes e Renato fazem das novas bandas hype e de todo o seu discurso a favor de um pretenso hibridismo, experimentação sexual e consumo de drogas. Como São Paulo se tornou cenário de grande parte dos códigos que se torna referência na cultura club brasileira, ele é o celeiro da suposta banda "Também sou hype" formada por estudantes de moda que se conheceram na FAAP ou "fritando na balada". A sátira é obviamente dirigida a todos aqueles que se empenham em descobrir as novas tendências desse mercado de música eletrônica onde tanto se fala na mistura do electro com o indie rock, com o surgimento do new rave, mas ainda é frequente a tentativa de dar "um toque brasileiro" a essa mistura. O mais interessante é vermos que a ironia foi muito bem recebida no site rraurl.com, um dos principais veículos de informação da cena eletrônica mundial e que a toda a hora está reproduzindo esse discurso de hibridismo e se dedica, mais do que ninguém, a mostrar qual é o hype da música eletrônica a seu público. Nesse sentido, o que poderia ser recebido como um ataque à própria atividade do site – denunciando uma suposta padronização e exagero no discurso dos artistas que lá figuram – foi recebido sem maiores problemas. Isso nos mostra que nem sempre ironia e critica são encaradas da mesma forma. Mídias específicas supõe legitimidades específicas. A atividade de crítica e comentário, e a forma como será interpretada, dependem intrinsecamente de quem está a proferi-la, para qual público e sobre qual objetivo. Dessa forma, ser ridicularizado nas páginas do Globo, numa revista especializada ou num programa humorístico são vistos como desde ataques inócuos até verdadeiras ofensas que merecem resposta. È a autoridade do veículo que critica o que se põe em jogo na atividade de recepção da crítica. Hermes e Renato são vistos como tão pouco influentes dentro da própria dinâmica das cenas eletrônicas, que sua gozação chega a ser bem recebida. Muito diferente são as reações a reportagens sensacionalistas que tendem a criticar/denunciar o consumo excessivo de drogas nas festas de música eletrônica. Mesmo que as comparações possam parecer estranhas, estamos a comparar tipos distintos de crítica mídiática. Elas nos servem para observarmos que a recepção a determinado comentário está a toda hora relacionada com condições específicas de enunciação(um programa humoristico/um jornal de grande circulação), ideologias por trás delas (escárnio/denuncia), autoridade(você sabe do que está falando?) e efeito imaginados que ela pode provocar (será que nossas festas terão a imagem prejudica?). Percebe-se, assim, que a atividade crítica não é uma simples reflexão e busca de análise de algum produto, mas está sempre atrelada a diferentes mecanismos de produção e recepção midiáticas.
domingo, 26 de outubro de 2008
Em dia de eleição...

Burnout Paradise no Xbox 360. Obama no outdoor do seu jogo de corrida. Que tal?
Aparições variam de acordo com o tamanho do estado americano em que está o jogador, especialmente em jogos esportivos que buscam simular a realidade.
Via Associated Press.
Foto 360 gamer "Jeffson", Rooster Teeth journal, via Wagner James Au, em Gigaom.
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games
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Fórum de Juventudes - Niterói
Paralelamente à III Semana de Quadrinhos da UFRJ, divulgada por Heitor, acontecerá no Sesc Niterói, de 29 a 31 de outubro, o I Fórum das Juventudes da cidade. A programação inclui debates (chamados de "Rodas de conversa"), exibição de curtas, mostra de artes (teatro, performance poética, grafite, DJ, etc.) e oficinas (vídeo, blog, pinhole, etc.).
Detalhe: a maior parte das atividades, incluindo as oficinas, são conduzidas por jovens, de grupos de arte e comunicação da cidade.
29/10, 17h – Abertura
Mostra interativa com diferentes manifestações
Diálogos Corporais
Performance Poética
Esquete Teatral: Os porquês da vida
Risotopia
Câmera aberta – Nós na Fita
Púlpito – Grupo Virtuação
Painel Interativo – Grupo de fotografia Olho Vivo
Animação – Mostra Geração – Festival do Rio
Sonorizar – Programa Arte Ação Ambiental - MAC
Grafite ao vivo – Movimento Periférico
DJ Erik
Free Style Session com Dom Negrone
30/10
Rodas de conversas
9h as 10h: Os Jovens e as cidades: uso e apropriação dos espaços urbanos - Paulo Carrano – Coordenador do Observatório Jovem – UFF
14h as 15h: Arte – multiplicando olhares, potencializando valores
· Relato de experiência com a artista plástica Helenice Nogueira
· Programa Arte Ação Ambiental e Ação Comuniarte MAC/UFF
Mostra de experiências audiovisuais
10h as 12h: Bate-papo com jovens produtores do Cine Olho
15h as 17h: Dinâmicas audiovisuais e ambientação de set de filmagem com Anti cinema
Oficinas
10h as 12h: Teatro – Núcleo de teatro do SESC Niterói
Animação – E. E. Dom Pedro II - Petrópolis
Blog – Grupo Virtuação
15h as 17h: Vídeo – Nós na Fita
Pin Hole – Grupo de fotografia Olho Vivo
Papéis artísticos e artesanais – Programa Arte Ação Ambiental
Espaço de Convivência*
10h as 12h Percussão Corporal com Katy Ribeiro
15h as 17h Improvisação Poética com Larissa Mitroff e Lisa Ster Cöy
31/10
Roda de conversa
09h as 10h Juventudes: nem promessa de futuros, nem problema do presente, com Diógenes Pinheiro – UNIRIO
14h as 15h Diversidade (En) cena com o Grupo Teatro do Oprimido
Mostra de experiências audiovisuais
10h as 12h Mediação do cineclube Mate com angu
15h as 17h Cineclube Nós na Fita – Curtas sobre Direitos Humanos, com mediação de Miguel Vassy
Oficinas
10h as 12h Blog – Grupo Virtuação
Vídeo – Nós na Fita
Pin Hole – Grupo de fotografia Olho Vivo
15h as 17h Animação – E.E. Dom Pedro II - Petrópolis
Teatro – Núcleo de teatro do SESC Niterói
Espaço de Convivência*
10h as 12h Caricatura com Edílio Reao
15h as 17h Reciclando Batidas, Sciência popular
17h Workshow com o Grupo Sucateando de Arte e Som – Construção do Pensamento Criativo, com Marco Antonio Cândido e Kiko Menezes
*Espaço permanente para troca de saberes, livre expressão e manifestações artísticas com mediação da Flávia Pepe.
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