Depois do forró, no final dos anos noventa e início deste novo século, agora é a vez do sertanejo receber o rótulo de universitário.
De acordo com uma matéria do Portal Globo, neste novo subgênero do sertanejo, "abusa-se dos violões e guitarras e até mistura percussão de axé. As letras e composições costumam ser 'fáceis', e a roupagem não é nada parecida com duplas como Zezé di Camargo e Luciano muito menos com Chitãozinho e Xororó. E o público também é outro. Os jovens que curtem o sertanejo universitário não são necessariamente adeptos de chapéus e fivelas de cinto". É o sertanejo da "night", da "balada".
A emergência de um novo movimento de produção e consumo musical como este aponta não somente para as transformações sociais que os gêneros musicais constantemente sofrem, como também para o fato de que estas transformações ocorrem dentro de características da cartografia musical do local de onde surgem (não por acaso que as boates citadas na matéria do Globo.com sejam todas de São Paulo, um dos lugares mais privilegiados para a emergência da música sertaneja moderna no final dos anos oitenta e noventa).
Segue o link para a matéria que fala sobre a emergência do tal sertanejo universitário.
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