O negócio tá bem mais sério do que a gente imagina. Um estudo recente da Academia Americana de Advogados Matrimoniais (AAML), revelou que um em cada cinco pedidos de divórcios citam o Facebook como a causa principal do fim do relacionamento.
Nós brasileiros que já nos apaixonamos perdidamento por uma rede social como essa sabemos que é realmente muito difícil manter uma relação quando o scrap do teu cônjugue tá cheio de mensagens de meninas de biquini que você nunca ouviu falar. Mas o caminho entre sentir ciúmes e pedir divórcio é longo, certo?
“Se eu estou falando com uma pessoa na internet mais vezes do que converso com a minha mulher/marido em casa, não é preciso ser muito inteligente pra concluir que eu tenho mais chances de desenvolver maior afeto por aquela pessoa, rola toda uma fantasia e uma expectativa por trás da tela do computador” explica a psicóloga clínica Steven Kimmons.”Eu tenho mais contato com essa pessoa. Vamos nos aproximando mais e mais. ”
Mas daí a gente se questiona: É natural que pessoas procurem na internet o que elas não têm em casa, ou a maneira como a rede se comporta nos facilita encontrar pessoas com quem temos mais afinidade a ponto de abrir mão de coisas importantes como o casamento?
A vice-presidente da AAML adiciona que hoje em dia os advogados sempre exigem dos clientes que eles mostrem a eles suas páginas no Facebook. “Eu quero que você se lembre que o juiz pode ler essas coisas, por isso nunca escreva algo que você não quer que o juiz leia”.
Se você der uma rápida pesquisa no Google, vai perceber que esses casos de divórcio envolvendo Facebook e outras redes sociais estão cada vez mais bizarros : É como certa vez citaram no Twitter. “Na internet você está constantemente produzindo provas contra você mesmo”.
O post acima pertence ao site Youpix
Mais uma prova de que o virtual é o real. É claro que no ambiente online nós temos mais possibilidades para dissimulações, mas tudo que fazemos lá também faz parte de nós.
Mais uma prova de que o virtual é o real. É claro que no ambiente online nós temos mais possibilidades para dissimulações, mas tudo que fazemos lá também faz parte de nós.



