Uma notícia ruim, outra muito boa.
A ruim é a que o site da muxtape saiu do ar, por conta de contendas com a RIAA. Não conheço os detalhes do processo, só soube que a RIAA está processando o site por considerar que ele viola as regras de copyright...argh!
A boa é o disco (?) de Brian Eno e David Byrne, chamado Everything that happens, will happen today.
É a primeira parceria dos dois em trinta anos, lançada somente pelo site, sem gravadora, totalmente free.
O texto de apresentação convida as pessoas a ouvir o trabalho, informando que ele está disponível para divulgação, compartilhamento, etc. Fui conferir e não me arrependi. As músicas são muito boas.
A ruim é a que o site da muxtape saiu do ar, por conta de contendas com a RIAA. Não conheço os detalhes do processo, só soube que a RIAA está processando o site por considerar que ele viola as regras de copyright...argh!
A boa é o disco (?) de Brian Eno e David Byrne, chamado Everything that happens, will happen today.
É a primeira parceria dos dois em trinta anos, lançada somente pelo site, sem gravadora, totalmente free.
O texto de apresentação convida as pessoas a ouvir o trabalho, informando que ele está disponível para divulgação, compartilhamento, etc. Fui conferir e não me arrependi. As músicas são muito boas.
Ah! E se algum de nossos muito bem informados leitores não souber quem são os dois nomes da parceria - tem gente aqui nascida depois de 1995 (céus!!) - vamo lá! Eles são daqueles que a crítica musical sempre se refere como tendo mudado o rumo da música. David Byrne, como o cabeça dos Talking Heads; e Brian Eno como um radical experimentador e pensador da música, um dos pais do ambient, parceiro, dentre muitos outros, de David Bowie, U 2 , etc, etc, etc.
Mais uma colher de chá, na forma de recomendações. Pro Eno, duas boas entradas no seu universo musical são as obras Another Green Word, e Apollo : Atmosphere and Soundtracks.
E para o Byrne, os trabalhos Speaking in Tongues (de 1983) e True Stories (1986) - este último, um sucesso cult no Rio de Janeiro dos 80.
Mais uma colher de chá, na forma de recomendações. Pro Eno, duas boas entradas no seu universo musical são as obras Another Green Word, e Apollo : Atmosphere and Soundtracks.
E para o Byrne, os trabalhos Speaking in Tongues (de 1983) e True Stories (1986) - este último, um sucesso cult no Rio de Janeiro dos 80.
Um comentário:
:-O
Nem tava sabendo desse disco! E sou fãzaço dos dois. Tive a oportunidade de assistir a um show do David Byrne há coisa de três anos no Canecão, quando ele veio ao Brasil divulgar o álbum solo 'Grown backwards'. Foi quase como ver um show do Talking Heads, pq o repertório era basicamente da banda.
Do Eno, além dos discos que você recomendou, também dou cinco estrelas (hehe) pro 'Before and after science' e para um que ele gravou em parceria com o John Cale (former Velvet Underground) chamado 'Wrong way up' - além, é claro, do 'My life in the bush of the ghosts', primeira parceria entre o Eno e o Byrne, e toda aquela série Ambient dele, mas cuja audição exige circunstâncias muito particulares, hehe.
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