Remexendo nos arquivos antigos do LabCULT, descobri que na próxima sexta, dia 20 de março, completam-se exatos 365 dias da minha primeira postagem neste blog. Intitutava-se “Não é piada” e informava, em linhas gerais, as bases e pressupostos da minha pesquisa sobre a cena musical popular massiva portuguesa contemporânea que, à época, apenas engatinhava. Hoje, deixando a modéstia um pouco de lado, sinto um baita orgulho do meu filhote: apesar de ter sido um ano hardcore em termos de leituras e reflexões, vejo que os resultados começaram a se materializar, seja em congressos aos quais tive a oportunidade de levar alguns dos resultados iniciais da investigação, seja em eventuais publicações que, devagar-devagarinho, transportam a temática da música & cultura portuguesas para universos cada vez mais amplos. Isso sem contar o processo de imersão no âmbito da cultura lusa contemporânea, que me levou a descobrir bandas, cineastas, sites e espaços de show incríveis, numa lista que só tende a aumentar ao longo de 2009, quando – se Deus quiser, e ele há de – terei a oportunidade de conferir, in loco, a pertinência das hipóteses que venho formulando.
Como se não bastasse o meu espírito reflexivo-rememorativo, na sexta-feira passada, durante a reunião inaugural do LabCULT, fui informado pela Simone, grande parceira e orientadora desta pesquisa, que muitos dos visitantes que turbinaram o número de acessos ao nosso blog durante o ano que passou teclavam de localidades Além-Mar, como Vila Real, Aveiro, Faro, Braga, Guarda, Setubal, Vila Nova de Gaia e Lisboa. Ô gente, que felicidade! Espero de coração que vocês estejam curtindo. E tanto para os leitores daqui quanto pros de lá, vai o meu recado: continuem acessando o LabCULT, comentem os posts (todo comentário é uma contribuição do tamanho do mundo pra minha pesquisa de doutoramento) e divulguem o blog para vossos amigos presenciais e virtuais. Valeu!