domingo, 9 de dezembro de 2007

Site Critical World - Thinking globalization trough music"

Outra dica - agora da minha aluna Marcela. Este site, bem interessante, qua abriga um projeto sobre "música e globalização" - Dep. de Antropologia, Univ de Montreal, Canadá.

Vejam a apresentação.

"Critical World is a virtual research laboratory that explores the relationship between globalization and music. As a web-based experiment in project-oriented teaching and research, Critical World provides resources for critical engagement with the products of global culture and creates a space for debate about the role of globalization in our everyday lives.

Critical World includes the participation of professors, researchers, students and artists from various cultural backgrounds and disciplinary perspectives. What brings them together in this forum is a common concern about the history and consequences of globalization and a common interest in music’s potential to reveal something about the worlds in which we live.

Critical World is based in the Department of Anthropology at the Université de Montréal, under the supervision of Professor Bob W. White. Critical World has been online since September 2004 and received funding from the Social Sciences and Humanities Research Council of Canada (SSHRC)."

Redes Sociais

Recebi esta dica através da querida colega Raquel Recuero. Trata-se de uma publicação acadêmica sobre ambientes e redes sociais. Já faz uns dias, mas só fui conferir agora e achei a publicação muito boa. Vale a pena conferir a dica, aqui.
Abaixo, a lista dos artigos:

JCMC Special Theme Issue on "Social Network Sites"
Guest Editors: danah boyd and Nicole Ellison

- "Social Network Sites: Definition, History, and Scholarship" by
danah boyd and Nicole Ellison
- "Signals in Social Supernets" by Judith Donath
- "Social Network Profiles as Taste Performances" by Hugo Liu
- "Whose Space? Differences Among Users and Non-Users of Social
Network Sites" by Eszter Hargittai
- "Cying for Me, Cying for Us: Relational Dialectics in a Korean
Social Network Site" by Kyung-Hee Kim and Haejin Yun
- "Public Discourse, Community Concerns, and Civic Engagement:
Exploring Black Social Networking Traditions on BlackPlanet.com" by Dara Byrne

- "Mobile Social Networks and Social Practice: A Case Study of
Dodgeball" by Lee Humphreys
- "Publicly Private and Privately Public: Social Networking on
YouTube" by Patricia Lange

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

iPodj - o novo som das pistas


Indo contra a idéia (careta a meu ver) de que dj é aquele que faz suas mixagens em vinil, muitos músicos têm adotado as facilidades da era digital para fazer a pista bombar. E olha que nem estou falando do criticado hábito de "discotecar" com CDs e notebooks. A tendência agora parece apontar para a utilização de aparelhos de mp3, iPods e até mesmo celulares na produção de sets. Se a prática vai “pegar” entre os profissionais da música não se sabe, mas a novidade levanta a velha questão de legitimação que tanto nos interessa e nos faz lembrar de que música (não só a eletrônica) e tecnologia são indissociáveis. A equipe do “Olhar Digital” realizou uma matéria em vídeo sobre o assunto e vale a pena conferir.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Cena indie em Goiânia, Cuiabá, Palmas

Vocês viram a matéria de capa do Rio Fanzine? No melhor Caderno de Cultura do Globo, esta semana, o assunto era este aí do título. Citando os festivais Noise, Bananada e Vaca Atolada; as pequenas gravadoras e as bandas desconhecidas fora do circuito local, mas que arrastam já milhares de fãs, a matéria comenta a força da cena de rock independente de Goiânia; e que também acontece na (nem tão ) vizinha Cuiabá; e também em Palmas.
Estive andando por aqueles lados - Goiás e Tocantins - nas férias; e pude testemunhar a óbvia força do sertanejo por lá. E a matéria compara: enquanto um show da dupla sertaneja Cristian e Ralf consegue atrair dez mil pessoas num único show, as 41 atrações do festival Noise atraíram nove mil.
Desta forma, acho bacana esta história de "subculturas" - olhaí a noção que discutimos quase o ano inteiro no grupo - que conseguem visibilidade para além da paisagem sonora hegemônica, nadando contra a maré e criando cenas locais fortes.
Ao mesmo tempo, isto nos remete à discussão que Hermano Vianna apresentou de forma pioneira ao discutir o funk carioca: de circuitos que se criam ao largo da grande indústria; sem nehuma "estratégia mercadológica" mais ampla. Vendendo mil discos por banda, atraindo um público que se amplia a cada show e tendo como mote a independência do eixo Rio-São Paulo, a diversidade musical tá garantida enquanto estes circuitos sobreviverem.

Para concluir o post, recomendo dois trabalhos sobre o assunto:

"Reinvenções da resistência juvenil" - de João Freire Filho - Mauad X, 2007 - Livro recém lançado do colega João Freire, que mapeia de forma muito competente a questão das "subculturas" nos campo dos estudos culturais. Bibliografia atualizadissima, bons argumentos - muito legal! Sobre este assunto, "subculturas e resistência", ver especialmente o cap I.

" Música, estilo de vida e produção midiática na cena indie carioca" - dissertação de mestrado defendida na ECO também em 2007, de Fernanda Marques Fernandes, orientanda do mesmo João. Participei da banca e achei o trabalho interessante. ( Não foi publicada, mas está disponível no formato dissertação.)

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Mais samba e mídia!

Num post anterior, comentei o lançamento do livro A construção do samba, do Jorge Caldeira, que parecia retomar aquele argumento do Hermano Viana de que a ascensão do samba como símbolo nacional estava fortemente relacionada à indústria fonográfica. Outro dia me surpreendi quando soube que havia um outro livro que parecia ir pelo mesmo caminho e que sua publicação data de 2003! Auxílio Luxuoso - Samba Símbolo Nacional é o seu nome. Alguém ja ouviu falar?

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Pick-ups no Cine Palácio



E o Rio abriga mais um festival de cinema. Estou falando do Mix Brasil – Festival de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual que acontece até o próximo dia 06 de Dezembro. O evento conta com dois locais de exibição; a Caixa Cultural e o Cine Palácio na Cinelândia com mostras competitivas que reúnem filmes de diversas partes do globo, mas que destaca esse ano a produção asiática. “Briga de espada como você nunca viu” é a chamada do festival que faz referência ao estilo mangá. Então vamos ao que interessa... música! Sim, porque não existe evento gay sem ela.
Estive ontem no Cine Palácio e pude assistir a uma combinação interessante de música eletrônica e cinema. Após exibição do filme “A de Amor”, comédia romântica bem “típica” e divertida, a produção do festival preparou um esquenta ali mesmo no hall de entrada com uma das melhores djs da cena carioca; Patrícia Tribal. O local ajudou; banheiros na cor roxa, espelhos por toda parte, fumaça e luz estroboscópica deixaram o Cine Palácio com cara de boate. E quem quiser ver como funciona a combinação pode comparecer nas próximas sessões que também contarão com “pocket-parties”.
Ah tá... excepcionalmente hoje não haverá a participação de djs, pois a noite é do “Show do Gongo”, mostra competitiva das mais aguardadas que reúne vídeos amadores e hilários de até 5 minutos de duração. Mas amanhã a música volta a dominar a sessão de cinema e a festa de encerramento do festival rola no Barman Club com a Alelux de Johnny Luxo e Alexandre Herchcovitch. Segue o link para a programação completa.

Parceria Acadêmica Brasil-Argentina



Saiu um edital da Capes que visa promover intercâmbio de pesquisas entre Brasil e Argentina. O prazo final para recebimento das propostas é 15 de fevereiro de 2008.

Para saber todos os detalhes, clique aqui.

sábado, 1 de dezembro de 2007

I Mostra de Mídia e Música no Recife - Novo prazo


O prazo para o envio de resumo para o Encontro em Recife anunciado aqui alguns dias atrás foi extendido: agora vai até o dia 14 de dezembro. Mais informações, no endereço do evento.