Cifras muito expressivas sobre o mercado de games são apresentadas em matéria do caderno de Economia, pgs 33 e 34, do Jornal O Globo., edição impressa de hoje - parcialmente reproduzidas na online.
Em 2006, essa indústria faturou 32 bilhões de dólares no mundo; e a expectativa dos analistas é que, até 2009, estes ganhos atinjam 49 bilhões.
Em 2004, só nos EUA, o mercado de videogames repondia por 26% da receita de entretenimento, acima de cinema (21%), filmes em DVD (20%) e ingressos para shows (5%) - e só perdia para o consumo musical (28%).
A previsão, entretanto, é a de que o mercado de games encerre este ano ultrapassando o mercado de música; e que as duas grandes empresas do setor, Nintendo e Sony, lucrem 10 bilhões de dólares em 2007.
O Brasil, por sua vez, tem dez milhões de jogadores. Ainda que represente apenas 10% do mercado americano, e, segundo a matéria, esbarre nos problemas de pirataria e tributação pesada, que encarece o preço dos jogos, trata-se de um mercado com enorme potencial de crescimento.
Testando novas tecnologias e explorando novos ambientes - tais como celulares - os games confirmam-se, pelo menos nesta primeira década do século XXI, como a ponta da indústria do entretenimento.Ou, como diz um dos entrevistados, como a "Fórmula 1" da informática, uma vez que é o setor que catalisa o desenvolvimento de experimentações e novidades.
Em 2006, essa indústria faturou 32 bilhões de dólares no mundo; e a expectativa dos analistas é que, até 2009, estes ganhos atinjam 49 bilhões.
Em 2004, só nos EUA, o mercado de videogames repondia por 26% da receita de entretenimento, acima de cinema (21%), filmes em DVD (20%) e ingressos para shows (5%) - e só perdia para o consumo musical (28%).
A previsão, entretanto, é a de que o mercado de games encerre este ano ultrapassando o mercado de música; e que as duas grandes empresas do setor, Nintendo e Sony, lucrem 10 bilhões de dólares em 2007.
O Brasil, por sua vez, tem dez milhões de jogadores. Ainda que represente apenas 10% do mercado americano, e, segundo a matéria, esbarre nos problemas de pirataria e tributação pesada, que encarece o preço dos jogos, trata-se de um mercado com enorme potencial de crescimento.
Testando novas tecnologias e explorando novos ambientes - tais como celulares - os games confirmam-se, pelo menos nesta primeira década do século XXI, como a ponta da indústria do entretenimento.Ou, como diz um dos entrevistados, como a "Fórmula 1" da informática, uma vez que é o setor que catalisa o desenvolvimento de experimentações e novidades.
3 comentários:
Simone, acredita que preparei um post sobre esta mesma materia do Globo - vc acabou me "furando" rs - me resta comentar seu texto. Eu nunca duvidei que os games iriam acabar virando brincadeira de gente grande (era este o título do meu post)calando aqueles que ainda enxergam os jogos eletrônicos como um mero entetenimento juvenil. É interessante ressaltar a presença da Microsoft e Sony -dois gigantes da informática - figurando neste time de fabricantes de games,ao lado da Nintendo. Sempre sustentei o argumento de que os jogos ditam o ritmo da evolução dos PCs. Com games cada vez mais complexos, é necessário que as plataformas - dentre elas o computador - sigam este compasso, forçando seus fabricantes a produzirem peças e acessórios que suportem estes games. Alguém ainda duvida?
E, uma coisa que achei tb expressiva - e que não comentei: a matéria sair na Editoria de Economia do Globo, né?
Postar um comentário