Falamos muito no Moby, no último encontro do LabCult.
Pois não é que ele reapareceu!
Está hj no Rio Fanzine (em matéria que ainda não entrou no blog deles, só vi na edição impressa), por conta do disco que está lançando "Last Night".
Tinha lido críticas elogiosas ao disco, como a do (outro) blog do Tom Leão. Para alguns é o retorno de Moby à cena dance, como DJ, depois de vários discos autorais, nos quais ele cantava e se distanciava um pouco da cena de eletrônica.
Nesta entrevista ao RF, ele explica que tentou captar o clima e contar a história da cena dance. E comenta ainda a onda "neo disco" que está tomando Nova York, chamando a atenção para bandas como Hercules and Love Affair - assunto que vai ganhar um outro post depois (prometo!).
Pois, o que gostaria de destacar da matéria é a declaração que bate fundo na discussão que fazíamos no grupo na sexta - e que é o foco central do trabalho de Marcelo sobre o crescimento e popularização da cena de eletrônica.
Reforçando o mito de origem e o binômio "genuíno x comercial" que sustenta discurso da autenticidade do underground, diz Moby: "Este espírito das raves não voltará mais como era originalmente, porque era uma coisa fora do lance comercial, genuína. Hoje em dia, a cena em si é mais diferente, há aforça do r&b, do rock. São tempos diferentes".
Confiram a matéria completa no Rio Fanzine de hoje, no jornal Globo; e possivelmente, nas próximas horas, no blog do Rio Fanzine no Glob online.
E no site do Moby, informações sobre o disco, etc
Pois não é que ele reapareceu!
Está hj no Rio Fanzine (em matéria que ainda não entrou no blog deles, só vi na edição impressa), por conta do disco que está lançando "Last Night".
Tinha lido críticas elogiosas ao disco, como a do (outro) blog do Tom Leão. Para alguns é o retorno de Moby à cena dance, como DJ, depois de vários discos autorais, nos quais ele cantava e se distanciava um pouco da cena de eletrônica.
Nesta entrevista ao RF, ele explica que tentou captar o clima e contar a história da cena dance. E comenta ainda a onda "neo disco" que está tomando Nova York, chamando a atenção para bandas como Hercules and Love Affair - assunto que vai ganhar um outro post depois (prometo!).
Pois, o que gostaria de destacar da matéria é a declaração que bate fundo na discussão que fazíamos no grupo na sexta - e que é o foco central do trabalho de Marcelo sobre o crescimento e popularização da cena de eletrônica.
Reforçando o mito de origem e o binômio "genuíno x comercial" que sustenta discurso da autenticidade do underground, diz Moby: "Este espírito das raves não voltará mais como era originalmente, porque era uma coisa fora do lance comercial, genuína. Hoje em dia, a cena em si é mais diferente, há aforça do r&b, do rock. São tempos diferentes".
Confiram a matéria completa no Rio Fanzine de hoje, no jornal Globo; e possivelmente, nas próximas horas, no blog do Rio Fanzine no Glob online.
E no site do Moby, informações sobre o disco, etc
3 comentários:
Simone, algumas semans atrás, coincidentemente falei sobre o Moby e a disco, aliás, tenho um amigo aqui em CWB que entende TUDO de space ou cosmic disco (que é o nome diríamos novo que deram à essa reapropriação da disco) e italo-disco, é o DJ Raul Aguilera (que tb escreve no ótimo blog musicness.wordpress.com). Um dia conversando ele me mostrou que essa "nova" disco tem referências que vão do krautrock, passando por ELO e às coisas mais "comerciais" da disco. Bom, seria super legal trocar uma idéia com ele sobre isso. Aliás, uma banda que lee me recomendou não sai dos meus playlists é o Midnight Juggernauts, olha la no youtube a música shadows q tu vais curtir. bjao
eu tava justamente ouvindo o disco novo do moby hj... senti falta daquela climão atmosférico q fica mais presente nos discos anteriores do q no atual... coisas que o "play" e o "18" têm aos montes... mas acho q compreendo o sentido desta "volta às origens" do careca... é mais ou menos q nem o U2 fez depois de trabalhar com o Brian Eno no "Achtung baby", no "Zooropa" e no "Pop" - uma espécie de cafuné no público-base, como ele se acenasse "olha só, eu gravo discos com banda e faço shows no esquema de um rock star mas ainda consigo tocar vcs q estão comigo desde o meu início na cena eletrônica"... sei lá, só uma impressão.
Adriana,
Que legal. To pssando correndo aqui no blog, mas vou conferir - no seu e no dele.
To juntando um material sobre isto e a dica é preciosa.
Bj,S.
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